BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Um cabaré sem protagonistas é um cabaré sem identidade. Óbvio que deve existir um segundo plano de coadjuvantes que atendam as várias preferências e componham a rotatividade de um ambiente que encha os olhos dos clientes, mas as estrelas são o carro chefe, são indispensáveis e devem ser cultivadas com zelo pelos proprietários de qualquer bataclã.
Esther, com certeza, é uma dessas divas que iluminam qualquer boate, capaz de despertar o furor dos amores noturnos e libidinosos. Não é apenas a beleza ou o corpo que erguem uma estrela. O carisma, o desembaraço no diálogo e a capacidade de entrega no sexo fazem a fonte de atração irresistível que só a protagonista é capaz exercer. Quem conhece uma Esther, quer voltar para revê-la, num ciclo vicioso que traz fama, lucro e prosperidade às casas em que ela pousa. Estrelas como Esther são raras, brotam espontaneamente sob as luzes de neon, joias que devem ser guardadas em caixas de veludo e cuidadas como tesouro.
Terça-feira, pude estar com Esther novamente. Por coincidência, numa festa que teve tudo a ver com sua presença: a festa Noite com as Estrelas, na Mosaico Night Club. Por sinal, a Mosaico é a única casa que se esforça para preservar suas estrelas.
O reencontro foi inesquecível e narrar os detalhes seria redundante. Esther é mulher que agrada a qualquer homem, possui aquela intuição única sobre os desejos masculinos e sabe como satisfazê-los. E se todo este texto carrega um tom de paixão é porque essa mulher realmente desperta paixões. O que eu estranho é que uma mulher da dimensão sedutora de Esther ainda prefira as incertezas de uma tumultuada vida na noite do que a paz de um porto seguro que um desses amores que ela desperta possa lhe oferecer. Fico imaginando quantas oportunidades passaram e se perderam como fumaça entre suas mãos. Enfim, como dizia Shakespeare: “Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”...
Passei uma noite inteira junto a Esther. Quando me despedi, para que ela seguisse o seu caminho, já havia amanhecido e o Sol machucava os olhos de quem tinha virado a noite em prazeres mundanos. Ficou a tristeza de vê-la partir e a incerteza se a verei novamente. Mas como o tempo não para, o combalido coração libertino precisa seguir em frente...