02 de Setembro de 2018 às 00:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Sexta-feira, estaciono o Sucatão na rua Hilário Ribeiro, quase em frente ao bar “O Pecado mora ao Lado”, a localização do bar com título de filme faz o nome virar quase um aviso literal. O relógio marcava 23h e havia um movimento intenso de grupos de motoqueiros na área. Depois de uma semana de diversas visitas à Mosaico, meu corpo já não pedia mais sexo, pedia sono e travesseiro. Porém, o ritmo de um libertino é algo que sempre beira o limite, um personagem que vive pelo prazer como seu bem supremo. A luxúria é o seu estilo de vida.

Quando me aproximo da varanda da boate, vejo o nosso pequeno grupo de mundanos abrindo a casa e animando o início da noite. Eu não estava mais sozinho. Entro, confraternizo com os amigos, cumprimento as meninas, abraço o Gerentão, dou uma alô para a efusiva Maria, beijo a Batata, aperto a mão da galera do bar, bato um papo com o Hugo Boss. Estou mais à vontade que em minha própria casa. A Mosaico é isso, um berço do boêmio.

De repente, vejo Grazy… Para explicar a sensação, é como ver um raio caindo sobre a terra. Se a Mosaico fosse uma ilha fincada entre um mar revolto, Grazy seria o farol, com aquele sorriso iluminado guiaria os barcos e os náufragos. É linda, corpo escultural e tem a simpatia como sua virtude absoluta. Morena, cerca de 1,70 com seu salto, cabelos na altura dos ombros, pernas grossas e bem feitas, olhos vivos, boca carnuda e um sorriso que desintegra corações. Uma das mais finas beldades da boate. Há tempos ela já havia despertado meu interesse, mas nunca consegui me aproximar de uma forma mais íntima. Sexta-feira, aconteceu…

Subimos à alcova…

Ela entra no quarto com um hobby vermelho e vaporoso. Quando abre a fitinha que o amarrava, seus seios deslumbrantes se revelam diante dos meus incrédulos e famintos olhos. Duas esferas perfeitas e convidativas. Irresistíveis, leitor sem fé, caí de boca. Seria possível eu passar o encontro inteiro degustando os peitos da Grazy, mas decidi sorver a fonte do seu néctar abaixo da linha do equador, onde não existe pecado, só entrega. Explorei com a língua os recantos mais úmidos da bocetinha da garota, ela se contorcia em silêncio, não gemia… Continuei lambendo os domínios de seu clitóris quente e molhado, até que suas pernas começaram a tremer e ela se largou num gritinho de derrota. Que orgasmo, afeiçoado amigo que me lê, quase gozei junto. Depois disso, Grazy ficou mole, mas suas pernas continuavam a tremer, algo que durou até o final do nosso período juntos.

Este pobre Velho Viking, esgotado pelas tantas viradas de noite, foi ao extremo das forças. Coloquei a menina de quatro e tentei penetrá-la para alcançar o meu próprio orgasmo venerado. Não consegui chegar ao objetivo final, o cansaço me derrubou. Ficamos de namorinho, beijinhos deliciosos na boca, tateei os peitos de Grazy como se quisesse levá-los para casa e chegou a hora de nos despedirmos. Menina-mulher maravilhosa.

Vejo a hora no celular, a madrugava avançava rumo à ameaça de um novo dia, como vampiro que foge da chibata dos raios de sol, entro no Sucatão e partimos de volta à bucólica Tijuca ao som de Eurythmics – Sweet Dreams…

A partir de agora, qualquer aventura é possível…

Trilha sonora

OS LIBERTINOS