BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Quando me aproximo da varanda da boate, vejo o nosso pequeno grupo de mundanos abrindo a casa e animando o início da noite. Eu não estava mais sozinho. Entro, confraternizo com os amigos, cumprimento as meninas, abraço o Gerentão, dou uma alô para a efusiva Maria, beijo a Batata, aperto a mão da galera do bar, bato um papo com o Hugo Boss. Estou mais à vontade que em minha própria casa. A Mosaico é isso, um berço do boêmio.
De repente, vejo Grazy… Para explicar a sensação, é como ver um raio caindo sobre a terra. Se a Mosaico fosse uma ilha fincada entre um mar revolto, Grazy seria o farol, com aquele sorriso iluminado guiaria os barcos e os náufragos. É linda, corpo escultural e tem a simpatia como sua virtude absoluta. Morena, cerca de 1,70 com seu salto, cabelos na altura dos ombros, pernas grossas e bem feitas, olhos vivos, boca carnuda e um sorriso que desintegra corações. Uma das mais finas beldades da boate. Há tempos ela já havia despertado meu interesse, mas nunca consegui me aproximar de uma forma mais íntima. Sexta-feira, aconteceu…
Subimos à alcova…
Ela entra no quarto com um hobby vermelho e vaporoso. Quando abre a fitinha que o amarrava, seus seios deslumbrantes se revelam diante dos meus incrédulos e famintos olhos. Duas esferas perfeitas e convidativas. Irresistíveis, leitor sem fé, caí de boca. Seria possível eu passar o encontro inteiro degustando os peitos da Grazy, mas decidi sorver a fonte do seu néctar abaixo da linha do equador, onde não existe pecado, só entrega. Explorei com a língua os recantos mais úmidos da bocetinha da garota, ela se contorcia em silêncio, não gemia… Continuei lambendo os domínios de seu clitóris quente e molhado, até que suas pernas começaram a tremer e ela se largou num gritinho de derrota. Que orgasmo, afeiçoado amigo que me lê, quase gozei junto. Depois disso, Grazy ficou mole, mas suas pernas continuavam a tremer, algo que durou até o final do nosso período juntos.
Este pobre Velho Viking, esgotado pelas tantas viradas de noite, foi ao extremo das forças. Coloquei a menina de quatro e tentei penetrá-la para alcançar o meu próprio orgasmo venerado. Não consegui chegar ao objetivo final, o cansaço me derrubou. Ficamos de namorinho, beijinhos deliciosos na boca, tateei os peitos de Grazy como se quisesse levá-los para casa e chegou a hora de nos despedirmos. Menina-mulher maravilhosa.
Vejo a hora no celular, a madrugava avançava rumo à ameaça de um novo dia, como vampiro que foge da chibata dos raios de sol, entro no Sucatão e partimos de volta à bucólica Tijuca ao som de Eurythmics – Sweet Dreams…
A partir de agora, qualquer aventura é possível…
Trilha sonora
OS LIBERTINOS