28 de Novembro de 2022 às 09:04
JUHLY ZOMBIE
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Digboy em um show de Rock'n'roll


Na última sexta feira de Novembro fui conhecer melhor a Juhly Zombie. Digo melhor porque já a tinha visto no 2° Encontro Oficial do Arena em Setembro, quando ela se revelou do jeitinho que eu já a imaginava e percebia em contatos via chat: super alto astral, engraçada e estilosa, pois gata eu já sabia que a ela era através das fotos do site (me amarro naquele sorriso dela com aquelas covinhas lindas). Lembro que a Juhly me disse na festa que dava vontade de me amamentar, então, depois de 2 meses, e algumas esbarradas esporádicas com ela ali no Bar do Zezé indo para missões anteriores, finalmente fui ao seu encontro para o nosso show particular.



A AGENDA DE SHOWS DA REGIÃO:
Não escondo de ninguém que sou metódico na escolha das meninas pra fazer visitação. E aquela região do Centro do Rio é abençoada por ter ótimas casas de show. A Zombie Área foi a escolhida da vez. Antes de comprar os ingressos, dei aquela lida básica em alguns relatos e fiz contatos com alguns confrades a fim de me preparar para a playlist do espetáculo.



A COMPRA DO O INGRESSO:
Como todo show bem requisitado, marquei com a Juhly antecipadamente. Ela passaria uma temporada em São Paulo e voltaria pros braços dos cariocas, como o público dela ficaria com saudade, resolvi garantir meu lugar no camarote para não perder seus melhores ângulos. E que ângulos a trevosinha tem!

Escolhi o horário que mais gosto, início da noite. A Juhly é super simpática do início ao fim do contato. Procuro sempre a objetividade pra jamais tomar tempo das meninas. Se bem que quando eu mando mensagem é pra marcar mesmo, só sanando poucas dúvidas pontuais. Dúvidas que quase não tinha, na verdade tinha somente uma: se ela ia querer chocolate ou breja como mimo. Um confrade em comum e muito querido por nós 2 já tinha me dado o caminho das pedras e a possível resposta da menina: CÊ VEJA! A Juh é amante das cervejas artesanais, especialmente as do tipo IPA. Anotem pra não esquecer, confrades.



FICHA TÉCNICA DO SHOW:
Nome: Juhly Zombie, a Princesa Medieval
Local: Zombie Área
Endereço: Álvaro Alvim 37 (Castelo das Princesas)
Horário: 18 às 20 horas
Valor do ingresso (1° lote): 200,00/hora



A ABERTURA DA CASA:
Parto em direção a nossa amada Cinelândia, mas antes passo no Edifício Central pra comprar a breja da gostosa. Chego com meia hora de antecedência e encontro no Bar do Zezé algumas figurinhas do fórum. Peço pro boa praça do dono do estabelecimento que guardasse a bebida no freezer para a mesma não esquentar e aguardo aquela mensagem que todo mundo gosta: pode subir, AP tal número.

A entrada da casa é inconfundível, pois tem uma placa que batiza o lugar e uma campainha personalizada. Eu, tonto e lerdo, como sempre, apertei o interruptor da lâmpada do corredor, achando que fosse a campainha, apertei outra vez pra reacender a lâmpada kkk, olhei pro objeto colado a porta, sem entender e dei duas batidinhas nele. A Juhly abriu rápido, acho que ela já estava à postos na porta. E me recebeu sorrindo e falando fofuras, me senti um pet dela kkkkk. Antes que eu pudesse dizer oi, a rockeirinha me tascou maior beijão! Falei mentalmente “É HOJE QUE EU SE CONSAGRO" (só os que acompanham futebol pegarão essa referência...) Viu, Noel?

O show já iria começar, não sem antes a Juhly rapidamente me mostrar a casa. Local do jeitinho dela, o mais original possível com suas paixões: rock, animes, filmes, séries e etc. Sem dúvidas a Juhly ama aquele cantinho dela e seus olhinhos chega brilham quando fala dele. Vi também seus dois “filhos" o Nosferatu e a Abigail Sábado à Noite. Aquela foi realmente uma receptividade bem legal e eu ainda nem tinha visto o principal...



O TESTE DE SOM:
Trocamos mais uns amassos e eu parti pro banho. Banheiro com toalha limpa e cheirosa, chuveiro de água quentinha, sabonete líquido e enxaguante bucal. Enquanto isso a Juhly já tinha arrumado o nosso palco. Adentrei em seu quarto e fui novamente atacado ferozmente pelos seus beijos que são sen-sa-cio-nais. Aquela língua bifurcada dela é deliciosa, mas é um plus, pois o diferencial da Juhly realmente é a sua entrega. Ela te beija como uma namorada que você ficou um tempo sem ver. É marcante e fico de Dig duro só de lembrar kkkk. A guria usava uma lingerie preta a qual rapidamente ela tirou no pequeno intervalo que sai dos seus braços para por meus óculos em sua mesinha. As cortinas já tinham subido e nossas vestes baixadas. Senhoras e senhores, bem vindos ao espetáculo!



OS PRIMEIROS ACORDES:
Juhly já estava completamente nua na beira da cama. Aproveitei por ainda estar de pé e chupei seus lindos seios, afinal ela tinha vontade de me amamentar kkk. Fiquei um tempo brincando com aqueles melões e pulei na cama. Enfim estávamos da mesma altura, ela me disse rindo kkk. Que mina maneira! Cheirosa também. Beijei o corpo dela inteiro, dei atenção especial ao pescoço, me apaixonei naquele ponto que ela parece curtir muito. Alternava bastante o uso da minha boca naquele corpo gostoso até finalmente chegar na sua buceta. E que buceta, carnuda, greluda e uma delícia de chupar. Ela já se encontrava bem molhada. Dediquei bons minutos ali, a Juhly se contorceu, rebolou e esfregou a ppk dela no meu rosto, tudo isso acompanhada de gemidos deliciosos, até que comprimiu minha cabeça com suas apetitosas coxas e gozou gostoso.

Em seguida ela ordenou que eu me deitasse e atacou meu pau num boquete maravilhoso. Com uma pressão gostosa e uma boa variação de velocidade, babado, rolou até batidinhas do pau no rosto, facefuck e garganta profunda (se bem que em mim não é muito difícil chegar lá kkk) com direito a engasgada e lágrimas quase saindo dos olhos dela. Fiz carinhos em seu cabelo e roubei mais beijos. Como beija gostoso a Juhly!

Então ela pediu pra que eu deitasse de bruços e avisou que não era pra massagem, porque ela não sabia fazer kkkk. Como se precisasse, né? De repente ela começou a lamber meu corpo inteiro. Isso me desperta um tesão sobrenatural, só não urrei de prazer porque sou tímido kkk. Virei de frente e ela veio com mais beijos e chupou meus mamilos. Não aguentava mais aquela tortura e fui buscar a camisinha.

Não precisamos de lubrificante, pois segundo ela, fizemos as preliminares direitinho. Iniciamos no bom e velho ppmm, depois ela ficou de quatro, cavalgou de frente e de costas, mas nessa posição o pequeno Dig acabou escapulindo da caverna da trevosa, foi a senha pra mudarmos de posição. Invertemos nossos corpos e ela jogou as pernas pra cima, a penetrei no frango assado, a cada parada ou diminuição do ritmo ela juntava mais as pernas e efetuava um gostoso pompoarismo só pra eu deixar de moleza kkk. Sempre que dava a gente metia e se beijava. Eu não aguentava mais de tanto tesão e revelei que estava pra gozar. A gatinha pediu leite na boquinha e foi logo atendida.



A HORA DAS MAIS PEDIDAS:
Pequena pausa pra hidratação. A primeira parte do show tinha se iniciado a todo vapor, mas ainda haveria outros grandes sucessos para serem tocados.

Uma breve ducha, meu microfone ainda tava ligado, o qual a cantora brincou nele punhetando kkk. Conversamos um pouco. Descobrimos que temos algumas coisas bacanas em comum. Ela me contou um pouco do seu dia a dia, da viagem a Sampa, brincamos com o Nosferatu e abrimos a IPA, só tomei um gole, sou abstêmio e nunca gostei de beber. Ela disse que curtiu a cerveja.
Recomeçamos os alisamentos e me joguei novamente de boca em seu sexo. A segunda parte foi ainda mais intensa. Como dito anteriormente, a Zombie se entrega. Em tempos de discussão em tópicos sobre fingimento ou não das garotas... quem esteve com a Juhly com toda certeza jamais teve isso em mente. A garota é uma avalanche de prazer. Ela sempre pede mais e mais. Por mais que eu estivesse dando o meu máximo, nunca conseguia acompanhar o seu ritmo kkkk. Que sentadas, que reboladas, que jogadas daquela bunda gostosa me engolindo hahaha. Fui descansar e fazer mais oral nela. Mandei um beijo grego naquele anel e parece que serviu pra reacender as turbinas reservas daquela avião:

“Você vai comer meu cu!”.
“Juhly, eu não sei fazer isso direito (sempre mando essa...) kkk"
“Como não sabe? Sabe sim!”
“Vai passar lubrificante?”
“Não precisa, Digzin.”
“Ok.”

Fomos de ladinho primeiramente, deixei ela guiar o boneco, mas essa posição não favorece o meu tamanho e nem o tamanho do Dig. No vaivém ele escapou dessa vez do buraco dos fundos. Sugeri que ela ficasse de quatro na beira da cama. Nesse intervalo, houve uma pequena queda na bolsa de valores do Dig, impedindo momentaneamente o sexo anal. Não me fiz de rogado, aproveitei aquela visão e apliquei mais linguadas naquela tesuda. Ela voltou a ordenar que comesse seu cu. Depois de uma pequena dificuldade, o pequeno Dig adentrou novamente pela saída de emergência daquela casa. Comecei querendo socar fofo, ao passo que a dona do show pediu pra baqueta da minha bateria aumentar o ritmo das batidas kkk. Dei o meu máximo até as pernas pedirem pra parar. Realmente meu condicionamento sempre deixa a desejar, mas valeu e valeu muito!

Voltamos a programação normal, o PPMM com direito a leves seguradas no pescoço, porém não curto muito essa pegada mais hard, até pra dar tapa na bunda eu sou comedido kkkk. Preferi beijar aquele pescoço e usufruir daquela língua que fazia meu tesão ir na lua e voltar. E o que dizer das expressões faciais dela sendo penetrada, com direito a revirar os olhinhos! Pra completar ela ainda ficava lambendo e falando sacanagem ao pé do ouvido. Puta que pariu! Não resisti e despejei a segunda leva de herdeiros, desta vez no capote mesmo. Quando gozo assim, parece que sinto ainda mais prazer do que manualmente.

Entretanto, o show ainda não havia terminado...



O BIS:
Definitivamente muitos dos maiores sucessos já tinham sido tocados, mas sempre tem aquela música que acaba faltando. E a galera sempre pede: MAIS UM! MAIS UM! A artista voltou do camarim, pois ainda tinha repertório. Rapidamente a Juhly conseguiu levantar o seu público, afinal, aquela língua opera milagres. Trocamos mais carícias e a última nota terminou como a primeira: mais gozada na boca.



A SALVA DE PALMAS:
Agora sim o espetáculo chegava ao seu final. Fui tomar banho e em seguida a estrela da noite também. Ainda batemos mais um papo legal antes da minha partida. Sem dúvida alguma esse apresentação jamais será esquecida por mim. Que entrega, que intensidade, que pessoa adorável e gostosa. É muito foda a foda com essa pessoa fodástica chamada Juhly Zombie.



O pós show? Foi no Zezé, mesmo eu sendo um cliente pouquíssimo lucrativo pra ele...