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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Os clichês sobre “ser um humano melhor” geralmente me derrubam nos dias de folga. Ou até mesmo nas tardes em que caminho apressado pelo Centro da cidade. É como se um raio dos infernos acertasse meu coração doce feito rapadura e o chefe de família se transformasse num ser indecifrável. Um louco libertino que nem mesmo a mente genial e devassa de Nélson Rodrigues poderia desvendar. E faço a vocês duas confissões, quase num pedido de socorro:
1) é mais forte do que eu;
2) a culpada é a Isadora Vilhena.
Tenho por essa mulher uma tara inexplicável, quase juvenil. Fiz dela, ou da personagem que ela assume, aquela artista dos filmes pornôs que gostaríamos de materializar em nossa cama. Uma atriz do sexy hot hollywoodiano que patina pela ciclovia de Venice Beach com o ar de princesa horas antes de se abrir com o sorriso safado pedindo que penetre em seu ânus perfumado.
Isadora é isso pra mim, e muito deste encanto vem dos relatos deste fórum - desde o primeiro, há cinco ou seis anos, quando era a terapeuta que pedia aos clientes para pular a parte da massagem e ir direto para o fight, aos dias de hoje quando sai na companhia de Dante para caçar aventuras sexuais pelas noites cariocas. Li todos.
Gostaria de ter tempo para me deliciar com algumas das mais tesudas meninas deste Arena, de dinheiro para me entregar a horas de sexo com elas e de vigor para cumprir meu papel de macho alpha respeitoso, carinhoso e safado. Mas não consigo. Quando transmutado, sou tragado pela energia que vem da Isadora e meus pensamentos e desejos libidinosos convergem para o andar do Castelo onde em 2020 tive roubada a liberdade de escolha.
Dou sorte no contato e ela me recebe coberta por um robe branco, com olhar de quem não aceita a demora. Reparo que ela está mais esbelta, sempre risonha, bonita…logo me beija de forma sedutora, como se eu fosse a única presa. Minhas mãos se perdem naquele corpo volumoso, e enquanto passeiam pela bunda linda meu pau se agiganta em minúsculas dimensões rasgando o roteiro preparado em noites de leitura dos relatos e repassado a caminho do nosso set de filmagem.
Despido, sou elogiado pelo pescoço perfumado. Isa beija meu peito e se inclina para me sugar. Engoliu o pau de forma que pareceu inovadora: lambia, chupava, babava e sugava a glande como se encantada com o asseio, com o perfume… sei lá. Ou talvez fosse mesmo tesão, vontade de chupar um pau. Só não queimei a largada porque pedi um banho que, com sinceridade, àquela altura já não fazia mais sentido.
Sai do banheiro e já a encontro de quatro, com dorso empinado sobre os pezinhos carnudos, voltada para o espelho. Fiquei louco com a cena! Ela acariciava o cuzinho com uma das mãos, me perguntando se eu me importaria de comê-lo. Juro: faltou pouco para banha-la de leite, antes mesmo da “meteção”…
Segurei-a pelos braços e chupei a buceta. Depois o cu. Linguadas que ela respondia com rebolado e xingamentos. Soltei seus braços e pedi camisinha. Ela o vestiu e em menos de dois minutos voltou à posição. Quando fiz menção de meter na bucetinha, ela me pede para por no cuzinho. Alegou que anda se sentindo muito apertada. E que tem sentido mais prazer na penetração anal…
Com a ajuda da própria Isa, fui penetrando naquele cu, acariciando costas, bundas e pernas. Fui aumentando o ritmo aos poucos. Soquei com tanta força que acabei inibindo o gozo. Quando percebi que os gemidos da Isadora já não tinham o tom do prazer, mas o da dor, tirei do cuzinho. Pedi então que ela se ajoelhasse, pusesse os braços para trás e me implorasse para dar leitinho para ela.
A linda safada assim o fez, interpretando o papel de uma ninfeta no cio. A segurei pelos cabelos e pedi que ficasse de olhos abertos para me ver despejar o néctar naquele rostinho lindo. Me punhetei freneticamente e ao primeiro jato ela abriu a boca, movendo a língua na direção do pau… ao final, lindo foi vê-la com o rostinho todo gozado me perguntar se já podia levantar.
Aos poucos vou voltando ao normal, recobrando a maturidade e lembrando das responsabilidades. Peço licença para tomar mais um banho e reparo Isadora já tratando da chegada de mais um cliente. Ele percebe e me chama para mostrar fotos de ensaios amadores feitas por uma amiga.
Deixo o presentinho sobre o balcão da cozinha americana e digo a ela que o “Cabra da Peste” precisa ir porque em instantes estará reassumindo o perfil de pacato cidadão. Ela sorri e me diz não irá tolerar mais tanta demora no retorno. Ainda sob os efeitos do poder que Isadora exerce sobre seus súditos, reajo, educadamente.
“Sim senhora…”