04 de Janeiro de 2023 às 22:59
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Gaby Magrinha – Corvina (tinta)

Reserva. * 90 pontos DB

#254

Só mais um dia no Paraíso!



As fotos da Gaby me chamavam atenção desde o final do ano e o TD do confrade Deviantsex despertou curiosidade, porém quem nos apresentou foi a Bad Girl, os amigos LP e MRio me convocaram para nova resenha, no Éden na Tijuca, felizmente agenda bateu e consigo marcar com ela.

Ela é bem novinha, 22 anos, aparelho nos dentes, sorriso lindo, rosto bonito, cabelos longos, seios médios bem firmes, uma bundinha durinha, ou seja, um corpinho delicioso e uma simpatia.

A resenha estava marcada para o pós enrosco, então fui direto ao Éden, cheguei alguns minutos antes, vinho no frigobar, banho e aguardo, ela já havia mandado mensagem e sua localização, chegou uns 5 minutos antes, estava com um vestido coladinho – PQP – QUE VISÃO!

Conversamos rapidamente e nos beijamos, foi tirando o vestido e de novo – PQP, ficamos de pé, beijos sem miséria, retiro seu sutiã, seios durinhos e deliciosos, me acabei neles.

Vou beijando seu corpo e descendo até sua ppk, greludinha e cheirosa, aliás ela é toda cheirosa, começo a chupar sua ppk de pé mesmo, mas logo vamos para cama, ela estava bem molhada, gemia bastante e se contorcia, eu apertava seus seios e acariciava seu corpo – fiquei alternando pressão e sentindo suas contrações, senti um mosto delicioso, mas continuei com ela gemendo muito, só parei quando ela pediu dizendo que estava sensível, havia gozado.

Sento-me ao seu lado, ela começa um oral que PQP, pressão, babado e ficava com Bago batendo no fundo da garganta, segurei bastante, estava bom demais, mas foi preciso parar.

Camisinha posta ela vem por cima, encaixou muito gostoso, eu segurava aquela bundinha enquanto ela quicava, uma delícia, ficamos um tempo assim, me inclino com ela sentada de frente quicando, depois sem tirar passamos para um ppmm, ficamos nos beijando, continuo socando sentindo sua ppk pulsando, não tem como resistir – PQP – finalizo intensamente, parece que a alma saiu pelo Bago.

Pausa para respirar e o que resta da minha alma retornar ao corpo.

Tomamos um banho e depois tomamos umas taças de vinho.



Taças vazias, mais beijos, mais daquele oral alucinante e já encapo o Bago, trocamos algumas posições, ela não refuga nenhuma, d4 foi uma delícia, mas voltamos ao ppmm, ela é muito apertada, seguro e aproveito o quanto posso, mas não resisto e finalizo novamente.

Ficamos os minutos finais conversando, ela é muito agradável e bem-humorada, nos arrumamos, descemos juntos e nos despedimos.

* valor de duas horas 300 + 50 do Uber (ela vem de longe e ajudei na locomoção)

Repeteco certo com a Gaby e muito em breve, tenho que agradecer a nossa amiga em comum Lorena Bad Girl que agitou nosso encontro.

Depois disso corri para resenha/incursão com os amigos e para minha surpresa encontro a Carla, que ficou com o confrade LP_Come-Queto, enquanto o confrade MRio estava com a maravilhosa Iza Paulista.

Resenha sensacional, lógico acompanhou um bom tinto.


A Gaby é uma deliciosa e intensa Corvina!

A Corvina é a principal uva usada no grandioso vinho tinto Amarone della Valpolicella e no vinho Valpolicella, combinada com parcelas de uva Rondinella e casta Mollinara. Uma uva autóctone da região de Verona, é particularmente indicada à passificação – processo em que as uvas são secas para perderem água e aumentar a concentração de açúcar e proporção de matéria seca.

Os bagos da uva Corvina são de tamanho médio, ovais e de cor azulado escuro, formando cachos na forma piramidal. O seu nome, inclusive, foi conferido graças a sua cor escura. Corvina em italiano significa corvo, a uva é “escura como as penas de um corvo”. A uva Corvina confere aos vinhos produzidos com a casta aromas de cerejas e um toque amendoado, além do frescor conferido por sua ótima acidez.

Quando os rendimentos são mais altos (maior produção por vinhedo), os vinhos tintos produzidos com a uva Corvina podem ser mais leves, frescos e frutados, como nos exemplos mais clássicos de Valpolicella e Bardolino. Os Amarone della Valpolicella estão entre os mais concentrados e festejados vinhos tintos da Itália. As uvas passificadas conferem ao vinho bastante corpo e graduação alcoólica, proporcionando complexidade aromática e degustativa, tornando-o apto a envelhecer por muitos anos.

O vinho tinto Campofiorin Rosso del Veronese 2011 do produtor Mossi se destaca entre os melhores produzidos com a casta. Possuindo 70% de uva Corvina, 25% de uva Rondinella e 5% da uva Molinara, o tinto é um clássico italiano, sendo um dos vinhos mais emblemáticos da região de Veneto. Com dupla fermentação, técnica em que as uvas são passificadas no estilo do Amarone, o vinho tinto é extremamente complexo e aromático, recebendo na safra de 2011, 91 pontos do renomado Robert Parker, se tornando uma das melhores aquisições italianas no mundo do vinho.

Para harmonização, utilize o vinho tinto Valpolicella e Bardolino com pratos leves e queijos amarelos na hora do almoço, já o vinho Amarone que é encorpado, com sabor marcante e de longa permanência, é mais indicado para acompanhar refeições pertencentes a alta gastronomia, exigindo maior requinte na hora de compor refeições.


Gaby até a próxima degustação!!!



"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"

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Há duas coisas que precisam ser degustadas com muita calma e paciência para serem devidamente apreciadas: vinho e mulher.
Santé!