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BIA
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ALINE
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
BIA
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O relato é longo, por isso peço desculpas pelo desconforto.
Mas mistura sedução, sexo e prazer, por isso peço sua atenção….
Na medida em que a idade avança a percepção da finitude domina a alma, subverte a moral e faz com que alguns de nós, uns mais, outros menos, reavaliem a própria existência Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? O que faço com os dias de vida que me restam? Serão quantos: um, uma dezena, algumas semanas, meses, anos? No intervalo entre um questionamento e outro, foi que decidi investir numa parceria com Aline, terapeuta que te me ajudado a viver melhor…
Sei que vocês já a conhecem da Horus, na Tijuca - é a segunda passagem dela pela casa. Ou até mesmo dos relatos que aqui postei. Mas os que ainda não se presentearam com a massagem dela não conhecem a maciez daqueles lábios e o perfume da vagina bem cuidada. Em resumo: não sabem o que estão perdendo - do valor terapêutico ao prazer sexual, um atendimento a preço justo e recomendável, num mercado infestado de ofertas questionáveis.
Dia desses, Aline percebeu minha necessidade e pressa de viver. E me sugeriu um atendimento a quatro mãos, na companhia de Bia, outra doce terapeuta da casa. São mais do que companheiras de trabalho - são amigas que labutam para concluir a formação superior. Mais do que amigas, são mulheres que se curtem e têm desejo uma na outra. Parte desta narrativa veio da voz ligeiramente rouca da Aline. A outra, construi a partir do que vi e senti na manhã da terça-feira (4).
A morena me levou para a cabine, ajeitou o local e foi buscar a parceira. Bia, de boa estatura, pele clara e com cabelos compridos e bem escovados, foi me apresentada por Aline como “nosso presente”. A minha panicat morena, de bunda redonda e protuberante, me olhou de forma pecaminosa, piscou os cílios postiços e voltou a sair da cabine avisando que retornaria em segundos com copos de água. Foi a senha para invadir os lábios da Bia e iniciar o que seriam os meus mais marcantes 60 minutos neste século.
Quando a gostosa retornou, já foi se desnudando e me chamando de safado por ter iniciado a “sessão” sem ela. Puxei-a para o beijo triplo que logo se transformou num longo, delicioso e envolvente beijo entre as duas. Se o mundo terminasse ali, naquele instante, chegaríamos ao inferno na temperatura ambiente. Porque não era um simples atendimento terapêutico: era um show ao qual me deram o direito de participar. Thanks, Aline…
Lembro de ela me oferecer os seios enquanto Bia me chupava. Depois, juntou-se à amiga e passeou com sua língua no meu saco, enquanto Bia sugava a glande. Eu acariciava o cabelo das duas percebendo que elas se entreolhavam com alegria e candura. Pareciam estar curtindo o momento lindo. Foi quando Aline se levantou, pôs Bia na maca e passou a chupar a bucetinha de sua amiga.
Me atrevi a dividir o momento com ela, mas quando a vi empinar o bumbum percebi a senha: sentei-me no chão da acanhada sala e pus-me a chupa-la, freneticamente. Linguei o cu, o clitóris e beijei e dei leves mordidas no bumbum. E ela chupando Bia e empurrando o quadril no meu rosto. Quando se tocou para a cena, caiu no riso e levantou a parceira para que ela visse a cena. “Ele é louco”, disse, no ouvidinho da parceira. Levantei e me pus a dedar e friccionar as bucetas e os cuzinhos das duas.
Virei-as com as costas sobre a maca e chupei-as mais um pouco. As duas têm o grelo protuberante e convidativos. Primeiro foi a Bia, já toda encharcada. Depois minha doce Aline, igualmente lubrificada. Tive medo de olhar para o relógio. Mas percebi, pelo movimento da casa, que o fim se aproximava. Pedi a Aline mais um beijo triplo e as debrucei sobre a maca. Ela vestiu a camisinha no meu pau e disse que eu penetrasse a Bia, enquanto elas se beijavam e trocavam carícias nos seios. Uma loucura…
E assim fiz: soquei por trás e depois pela frente. Quando percebi que o gozo estava próximo, troquei de parceira. Bia me ajudou com o novo EPI e ficou acariciando meu peito enquanto eu comia a Aline. O gozo veio abundantemente e encerramos com abraço e beijo triplos. Tudo numa vibe positiva, muito carinho e cumplicidade. Tanto, que ousaram a me pedir que as fotografassem ao final do enrosco. Minha doce Aline, vestida só com uma calcinha rosa, e a parceira Bia, com a preta.
Fica a recomendação de um morcego que resolveu bater asas tardiamente: experimentem o atendimento desta dupla e depois contem aqui sobre o quanto é divino ser cortejado e prazerosamente atendido por duas universitárias de bom nível, bonitas e gostosas…
Viver é bom demais! Viver com sexo e amizade é melhor ainda…