BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

ISARDENTE
Sob tua pele de neve arde o fogo,
Branca impura que não teme o pecado.
O teu corpo sinuoso é safado,
O teu gozo nunca é o fim do jogo.
Nos teus beijos fundos, eu me afogo.
Maré alta que me leva arrastado.
Tuas mãos pegam meu pênis inchado,
Sarros que ardem prevendo o epílogo.
A aliança não pus no teu dedo,
Coroei tua vulva cobiçada.
Nos teus seios compus o meu enredo.
Foi no teu grelo que fiz meu degredo,
Morri mil vez com tua mamada,
Renasci para desposar-te em segredo.
Chovia fino na segunda-feira, passei a manhã pesquisando candidatos em um site especializado em ménage, entrevistando, vendo fotos, instruindo sobre o que queríamos e selecionando a cobaia para uma nova experiência com Isadora. Dizem que eu a uso, que me aproveito dela como mulher, a verdade é que nós dois usamos o desejo alheio para o nosso prazer compartilhado. Surgiu um que cumpria as nossas exigências, marquei na parte da tarde.
Cheguei ao prédio em uma rua Álvaro Alvim pouco povoada no início da semana. Isadora me recebe à porta com o robe semiaberto, exibindo parte dos seios suculentos, nos beijamos e ela foi preparar o cenário de uma nova sessão da nossa fantasia.
Não demorou muito para que o rapaz chegasse, um moreno de corpo musculoso. Entrou tímido, até que Isadora capturasse sua boca num beijo que o abduziu, o rapaz aperta a sua bunda e a empurra em minha direção e fazemos da loira o recheio de um sanduíche de corpos que se consumiam em chamas. Isadora geme enquanto o rapaz a beija na boca e eu desfiro lambidas em sua nuca, ela sarra a bunda em meu pênis ao mesmo tempo em que o garoto dedilha sua vagina. Formamos um nós erótico compondo o prefácio do orgasmo que viria.
Isa conduz o rapaz para a cama, ele se deita nu e ela senta por cima do seu corpo, esfrega-se em seu pau, rebola sobre sua virilha, os olhos do menino reviravam-se de prazer. Diante dela, eu chupava seus peitos, mordiscava os biquinhos em relevo, ela parecia estar em estado de delírio. O rapaz inverte a posição e passa a chupar sua boceta encharcada, eu beijo sua boca e deslizo minhas mãos por sua barriga até a margem de sua vagina, arreganho mais seu clitóris para que o garoto possa ir mais fundo com a língua. Isadora se contorce, geme alto, grita e goza com força.
O jovem a coloca de quatro, lambe seu cuzinho, ela rebola, geme, não resiste, pede para que ele coma a sua bunda. Ele se posiciona por trás e eu fico em frente ao rosto da minha imperatriz, o garoto começa a meter devagar, Isa geme num misto de dor e prazer, o rapaz ergue mais o corpo e enfia fundo o pau no cuzinho de Isadora. Ela grita novamente, mas gosta, pede para socar, xinga de filho da puta e mergulha com a boca em meu pênis duro diante dela, engole, me devora em um boquete frenético. Na minha frente, o que eu via era o seu rabo empinado e o menino a comendo como um selvagem. Toda aquela cena foi demais para os meus sentidos, gozei muito na boca de Isa.
Nocauteado, fiquei observando o garoto continuando a meter no cu de Isadora, ela gemia e pronunciava “come meu cuzinho que eu gosto”. O jovem não conseguiu mais segurar, berrou como num chamado de guerra e caiu quase desfalecido sobre o corpo quente da nossa diva.
Não dissemos ao menino que tudo aquilo era um programa nem que Isadora era uma profissional, não desconfiou em nenhum momento, acreditou que fôssemos um casal — banquei a minha parte e a dele em segredo — ele me pareceu estar meio apaixonadinho pela minha parceira. Conversamos um pouco e depois nos despedimos dele. Isadora encarou-me com olhos sensuais e me disse: “Quero mais...”
A aventura continua...
Libertine-se