27 de Janeiro de 2023 às 22:24
ANNA TRINITY
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


CONTOS DO NOEL - A ESTRELA RESPLANDECENTE


#(√2704)-1


HO HO HO

PARTE 1 - CARTA DE AGRADECIMENTO




Quando vi o tópico do Confrade Oculto lembro de ter comentado que achava que ia dar merda, mas que ainda assim participaria. E não é que eu estava certo? Teve gente que não entendeu vários pontos das regras, por mais que o Digboy, idealizador da brincadeira, explicasse com uma paciência exemplar. Por conta disso, fiquei apreensivo e comecei a torcer para que quem me tirasse não padecesse de distúrbios em sua capacidade cognitiva.

Prazo para inscrição encerrado, veio o sorteio. Fiquei encarregado de indicar alguém pro Ninho. Usei os resquícios de bondade que tinha, o ajudei a juntar a fome com a vontade de comer e ele foi lá ser feliz.
Quem recebeu a incumbência de me indicar alguém foi o Sueco. Óbvio que fui ver a lista de TDs dele para tentar obter alguma pista do possível nome que me seria passado. Por um momento, achei que iria visitar a Pequena Estocolmo, visto que ele tem uma certa quantidade de encontros realizados por lá. Mas minha intuição me dizia que ele não seria tão óbvio. E mais uma vez eu estava certo.

Provando ser um observador meticuloso, Sueco prestou muita atenção em alguns comentários que deixei em tópicos e TDs para me trazer essa indicação mais do que perfeita, pois Anna já estava na minha lista, só acabara de se tornar prioridade máxima.
Até poucas horas antes da consumação desse TD, só tínhamos trocado poucas mensagens por Whatsapp e em esbarrões nos Encontros anteriores, onde eu estava chegando e ele saindo. Por isso, reconheço e torno público que nenhum outro confrade seria tão preciso quanto o Sueco foi. Os laços escandinavos falaram mais alto.




PARTE 2 - O QUARTO REI MAGO

Entrei em contato com a Anna e agendamos para o dia seguinte de forma rápida, fácil e tranquila. Só tivemos que fazer ajustes quanto ao horário (o que eu queria inicialmente não estava disponível), mas no fim ficou tudo bem pra ambos. Aproveitei o ensejo e fiz um pequeno pedido. Ela não só concordou como respondeu de uma maneira que nunca esquecerei. Cheguei a dormir ansioso, algo que raramente acontece.
Já no dia 15, chego ao Centro e vou logo garantir um presentinho especial. Afinal, era dezembro e as meninas visitadas pelo Mau Velhinho num mês tão significativo merecem um agrado a mais.
Sigo para o Zezé e já encontro algumas figuras por lá. Outros (e outras) vão chegando. Aos poucos a luz vespertina vai diminuindo para dar vez à penumbra da noite. Em meio a copos, olhares, risos e papos, aproveito uma pequena deixa e saio à francesa para não chamar atenção. Não que eu tivesse alguma relevância ali naquele momento, mas acho estranho me ausentar de forma abrupta.





Eram 18h40 e me pus a seguir uma estrela que me apontava o caminho. Não que eu não conhecesse o trajeto, mas o destino me era inédito. Fiquei aguardando seu chamado que chegou com um pequeno atraso (justificado, pois estava nos preparativos para atender meu pedido).
Já autorizado a subir, lá vou eu pelas escadas. Me senti tomado por um nervosismo incomum que me nublou os olhos. Fiquei meio perdido nessa hora e me senti na Porta dos Desesperados, sem saber pra onde ia. Mas a própria Estrela veio em meu auxílio: abriu a porta e me chamou; ao entrar pude, então, vislumbrar todo o brilho de sua beleza.
Não vou falar dos atributos da Anna, já amplamente descritos e elogiados nos relatos anteriores. Só quero deixar registrado que a achei muito parecida com a atriz Letícia Colin.





Após a visão estupenda daquele corpinho delicioso num biquíni de fita vermelha e um robe transparente por cima, tive a certeza de que me dei bem pra caralho. Um beijo e ela me conduz ao seu cantinho. Entrego seu mimo (adorou, aliás), papo rápido enquanto tiro a roupa, vou tomar meu banho e logo volto aos braços dessa mulher cuja magnitude não sou capaz de mensurar.

E já emplacamos beijos. Deliciosos. Bem encaixados. Atiçantes. Ela foge de minha boca e se senta no colchão. Tira minha cueca olhando pra mim, mas logo seus olhos (e boca) voltam sua atenção ao Pequeno Rudolph. Seu oral tem propriedades ígneas, parecia que sua língua era feita de fogo, sinto meu corpo incendiar a cada movimento que faz com a boca. Antes que Rudolph fizesse cosplay de uma banana (nanica) de dinamite e explodisse antes da hora, me dirijo novamente à sua boca e, mais uma vez, nos beijamos loucamente.

Por um instante, ela para e olha para as fitas em seu biquíni. Mensagem prontamente captada. Desfaço os laços de cada peça da maneira mais cuidadosa possível. Enfim o velho Noel, que tantos presentes distribui, estava abrindo o próprio presente. Tal qual uma criança que acabou de abrir a caixa do seu brinquedo favorito, eu estava com um sorriso bobo na cara admirando Anna de cima a baixo.

Trago ela para junto de mim com mais beijos e lentamente vamos nos deitando. Que delícia provar seu corpo. Boca, pescoço, colo, seios, barriga ... nada me escapou à boca enquanto ela passava suas mãos em mim, ora acariciando ora me apertando. Camisinha posta, ela vem por cima. Primeiro de frente, depois de costas. Seu corpo parecia dançar silenciosamente, mesmo com uma playlist (à escolha dela) tocando ao fundo.

Quando ela se vira novamente pra mim, peço que se deite. Era hora de explorar o núcleo incandescente dessa estrela. Chupei seu sexo deixando-a mais ardente ainda. Seu corpo se move como labaredas crepitantes. Seus gemidos e sussurros irrompiam pelo quarto cada vez mais. E eis que chega o ápice. Gostaria de dizer que Anna gozou, mas o que eu vi foi a explosão de uma supernova.





Novamente nos entrelaçamos aos beijos. Rudolph ainda dava sinais de vida e ela percebeu. Onde há fumaça, há fogo. Volta ao seu oral magnífico para deixá-lo no ponto. Nova capa colocada e vamos à finalização, já que nosso tempo infelizmente estava acabando. Com ela de quatro, me posiciono dentro de sua ppk fumegante, finco as mãos em sua cintura e fico ali por uma bons minutos. A posição é fatal e a visão de seu belo corpo delineado junto com as olhadas que dava por cima do ombro beiravam a covardia. Não tinha como ir muito além. Esse fogo todo me fez derreter num gozo fumegante em cima de sua bunda.
Caio ao seu lado e ficamos juntos por uns instantes. Pouco depois, imploro um copo d'água, que ela prontamente atende. Alternamos os banhos, colocamos nossas roupas e sou honrado com sua companhia até o Bar do Zezé, onde estava rolando 3° Encontro do Arena.




Quem diria que o Mau
Velhinho seria presenteado
com essa belezura toda?