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BEIJO
NãO SEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Todos acharam ele muito sortudo.
Mas ele não se deu por satisfeito.
Com o dinheiro que vendeu o diamante, ele pagou para várias crianças procurarem mais diamantes para ele na região.
E assim, elas acharam mais diamantes, ele vendeu e ia pagando mais pessoas, até ter tantos diamantes que ficou muito mais rico do que se tivesse ficado satisfeito com a primeira sorte que teve.
Por que estou contando essa história? Bom, em meu primeiro relato com a Camilla eu contei como tudo foi pautado pela sorte.
Eu não poderia achar que a sorte é obra do acaso. Se eu descobri essa mina de diamante chamada Camilla, eu preciso voltar lá baseado na sorte que havia tido outrora.
Então, vamos ao ATO II: A NOVA BUSCA PELA SORTE
Como foi notável, o meu encontro com a Camilla me deixou impactado em todos os sentidos. A beleza estonteante, seu jeito de falar, sua dedicação e a forma que consegue fazer um megazord de tudo isso transformando em um máquina de gerar tesão.
Eu queria voltar. Logo. Eu precisava ter novamente essa experiência.
Porém, como toda construção literária, não existem heróis se em suas jornadas não há percalços. E não estou falando daquele que naturalmente já existiria, que é a distância. Estou falando daquele que pesa mais em nós, que é o bolso.
Não provido de muitos recursos, ainda era um grande impeditivo. A escassez infelizmente era o problema a ser superado neste novo ato. E amigos: ele foi. De maneira inesperada surgiu-me uma oportunidade de negócio. Coisa simples, feita eu um dia. E que me rendeu um ordenado mais do que o dobro necessário para saciar a necessidade que eu tinha. É isso, se tive sorte uma vez, que a gente corra novamente em volta a ela.
O relógio ainda marcava a hora nona desde o nascer do sol e a destinação daquele valor eu já sabia que tinha destino certo. Tempo? Já tinha de sobra. Faltava combinar com a outra parte. E assim o fiz.
Mensagem rápida, rápida resposta. Não nos falávamos desde o último encontro e foi uma sensação estranha abrir a foto dela, vê-la e pensar "em breve novamente sentirei esse corpo junto ao meu". Pergunto se estava livre daqui uma hora e meia, o tempo de me arrumar devidamente e chegar ao local. Dá sinal de positivo.
Ali pra frente, foi já ir devidamente banhado e perfumado como a dama merece, com todo o conforto que um Uber acima da versão básica pode me oferecer. Ela já abre com um sorrisão, me abraça. Diz que estava com saudade.
Se há saudade mútua, que a matemos.
Dali pra frente, me entrego por completo nas mãos dela. Seria clichê dizer ser uma mão de fada. É mais. São mãos divinas, como uma deusas africana tocando cada ponto do meu corpo sabendo me fazer relaxar, sabendo me fazer excitar.
Tão divinos quanto sua mão, são seus lábios. Lábios que percorreram meu corpo, que assopram em meu ouvido, que suspiram.
Lábios que com muito desejo me chupam deliciosamente. A melhor parte com a Camilla é sempre essa. A vontade com que ela faz tal ato, como se estivesse em um filme e quisesse ser apreciada por aquela cena.
Cena essa, pra mim, digna de um oscar. Não por atuação, porque não foi, mas pela realidade e emoção que transmitem.
Já perto de subirem os créditos, aviso que vou finalizar. com maestria, suas mãos novamente se cobrem de encanto e me fazem jorrar de prazer.
Um êxtase em mim que se prolonga por minutos, olhando diretamente nos olhos dela que continua transmitir um olhar de triunfo e uma expressão de safadeza misturada com sensação de dever cumprido.
Não, não há motivos depois para me arrepender de todo montante de ouro recolhido de minhas reservas. Cada níquel vale a pena ser pago.
Afinal, as melhores memórias são as que mais duram. E cada momento com a Camilla tem sido memorável.
Que os deuses dos provimentos me permitam mais momentos com ela.
