BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Pensam que não sou um homem religioso. Alguns podem dizer, inclusive, que não professo nenhuma fé. Preciso discordar. Minha religião é a intangibilidade imaterial dos livros, minha fé está na abstração das palavras. Não gosto quando dizem que “o Dante escreve bem”, quem escreve bem não pode parecer que escreve bem, pois o foco é o conteúdo e não a forma. Portanto, se alguém diz que escrevo bem é porque não estou escrevendo tão bem quanto gostaria.
Para que toda essa introdução? — reclamaria o forista impaciente. Tudo isso é para que eu possa afirmar que não utilizo as palavras em vão. Para mim, o que a palavra expressa é uma verdade sagrada, é a conexão de todo o meu corpo sensorial com a realidade. Sendo assim, posso dizer sem receios de exagero que a Lorena é uma mulher absolutamente extraordinária. Digo mais, Lorena talvez tenha sido o meu melhor encontro deste 2023 e não me lembro de nenhuma que a supere entre as que conheci em 2022. Acredite, forista sem fé, Lorena é dessas mulheres semelhantes aos cometas mais reluzentes que atravessam o nosso céu somente de dez em dez anos. Rara e valiosa.
Simpática e muito atenciosa pelo Zap, foi um dos agendamentos mais fáceis e agradáveis que realizei nos últimos tempos. Uma aula para as que não sabem nos recepcionar pelo Zap. Arrisco-me a dizer que o prazer com a Lorena já começa no próprio agendamento.
Acelero a conclusão das minhas tarefas profissionais e chego meia hora adiantado ao Centro da Cidade. O ansioso quer sempre comer cru.
Outono deveria ser uma estação eterna no Rio. A temperatura amena, a luz solar aconchegante iluminando o cenário com suavidade e aquela sensação de paz que só a harmonia dos elementos da natureza é capaz de nos provocar. Lorena me envia uma mensagem avisando que se atrasaria e me pedindo para aguardar. Por que eu não aguardaria? Escolhi um lugar no Bar Amarelinho, pedi o meu uísque e fiquei contemplando o fluxo de gente na Cinelândia enquanto aguardava a convocação.
— Pode subir — Lorena me avisa após uns 20 minutos.
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Num átimo de 5 minutos, me vi diante da porta da esperança, orando a Zeus para que aquele encontro me satisfizesse. A porta se abre, entro e vejo a loira com porte de bailarina do Faustão, emoldurada por um traje extremamente sexy. Lorena me recebe com um abraço, um sorriso e um carinho que quebra qualquer gelo.
Tomo uma ducha e quando retorno ao quarto, ela cola o seu corpo no meu e me tasca um beijo na boca que fez o meu temperamental Pikachu — o breve — despertar da preguiça de sua tumba. Afeiçoado forista, que beijo! Classifiquei o beijo de Lorena como um dos melhores de todos os tempos. Ela beija com entrega, sem economia, aceitou o meu bocão sem fugir e correspondeu à minha língua. Nossas línguas, talvez, tenham feito sexo antes de nós, se embolaram, trocaram saliva, prenderam-se em um nó cego de tesão, o suficiente para me avisar que eu estava no lugar certo, com a mulher certa e na hora certa.
Peço que ela tire a roupa. Lorena começa a se despir com calma, como se me mostrasse que não havia necessidade de pressa, cada peça que cai revela o seu corpo exuberante, os seios esféricos e suculentos, a bunda de capa de revista, as coxas de uma amazona.
— Pode dar uma voltinha pra mim? — imploro como um adolescente.
Lorena gira o corpo e o meu coração quase explode, minha pressão arterial deve ter aumentado. Ela se deita ao meu pedido e mergulho sobre o seu corpo, me esfrego em sua pele, mamo seus seios com a fome de um recém-nascido, beijo sua boca com a sede dos camelos do Saara, me farto naquele banquete carnal como se fosse a última refeição de um condenado. Eu estava tão comovido com a abundância lasciva da moça que também poderia ter chorado como um bebê. Que mulher primorosa.
A menina inverte a posição e abocanha o meu combalido pênis como se não houvesse amanhã, chupa sem intervalo, quase me levando ao gozo em vários momentos. Ela chupa o pau, lambe o saco, pede pela minha seiva em sua boca. Herói é quem resiste ao boquete de Lorena, mas eu queria senti-la nos seus domínios mais profundos.
Ela monta sobre o meu tronco, sinto o calor de sua chana em minha virilha, aperto seus seios... eu já estava entrando naquele estado de delirium tremens.
— Fica de quatro pra mim — peço.
Lorena se acomoda na posição, empina a bunda irretocável para o alto e então me vejo diante daquele majestoso tobogã erótico. Devidamente plastificado, vou ajeitando o meu combalido pênis na portinha da vagina e o introduzo. Lorena geme, mostro a ela o meu aparelhinho de eletrochoque e ela o coloca sobre o clitóris enquanto começo a penetrá-la. Lorena quase grita de prazer, avisa que vai gozar, eu aumento a velocidade das estocadas, frenético, febril, insano de desejo por aquela loira. Explosão mútua, gemidos mútuos, gozamos juntos. Que momento maravilhoso.
Despenco na cama. Ficamos conversando, o meu tempo havia estourado, mas em nenhum instante Lorena pareceu se importar. Ficou deitada e abraçada comigo. Para não abusar da hospitalidade, preferi me despedir. Quase saio sem pagar a conta. O encontro, quando é sublime, nos faz pensar que estamos com uma namorada e Lorena é dessas mulheres que tem o talento da conexão imediata.
Ouso anunciar que ela possui todas as virtudes para ser a próxima superstar do Arena. Ganho as ruas com as emoções em festa, finalmente um encontro de deixar o gosto de quero mais. Agora, é planejar hipotecar o imóvel e o carro para ser feliz por muitas vezes com esse colosso de mulher. A Supremacia Rabelo está no ar