03 de Junho de 2023 às 06:37
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

MINISSÉRIE: QUEM É DO MÉIER NÃO É BOBÉIER

[2] Tah quente

Salve salve!

CONTEXTO

No último episódio em solo Méierense, conheci a , que deu um caldo bão que só. Dessa vez vortei para conhecer uma menina que tava na prancheta há um mucaditempo. Pendências da minha fiel e rasurada pranchetinha.

CONTATO


Ligero, claro e objetivo

LOCAL

Acesso por uma galeria tranquila de se encontrar, na famosa rua Dias da Cruz. A sala possui cabines com maca e colchonete. Banheiro com chuveiro ao fim do corredor. Lugar bem limpo e organizado.

TAH BIANCA

Ela é mignon. Morena de cabelo cacheado nos ombros. Aproximados 1,60 m, bem delicadinha, com peitinhos pequenos e pontudos. É morena e tem a pele bem lisinha e sedosa. Dá cintura pra baixo dá uma turbinadinha, pois tem mais quadril, bunda e coxas. Tipo da cintura pra cima mais menininha e pra baixo mais mulher. É um conjunto bem sensual com tudo novin e durin. Me atendeu mei séria, mas educadamente.



TÁ FRIO

Vortei do banho enrolado na toalha, e com um pouco de frio. Ela perguntou como seria. Eu disse que queria o íntimo. Ela perguntou se não queria nenhuma massagem. Fui franco de que queria só íntimo mesmo.

No início ela estava muito educadinha, seguindo protocolo profissional. Talvez tímida. Isso me deu tesão. Deu vontade de deseducar ela kkk. Bacana esses encontros de 1ª vez. O fato de sermos completos desconhecidos gera um clima de incerteza bem gostoso. Pelo menos comigo tem dado certo.

Dessa forma, não teve muita conversa. Parti pra agarração, no modo safado. Beijos, mão boba e etc.. Ela parece ter entendido afinal que não ia ter massagem mesmo. Foi tirando o vestidin verde sem eu parar nem dar muito espaço. Aí deu pra apalpar, apertar e beijar seus peitinhos, que são bem apontados pra cima. Coi’dilôco, véi. Apertava daqui e de lá, sem parar de beijar e roçar. Ela então arriou a calcinha preta de renda e aí o trem pego fogo. Nada de pano. Agora era pele roçando na pele.

Fomos para o solo. Ainda sentia um tiquin de frii com o vento do ar condicionado. O oral que fiz deixou ela afoita e molhadinha. Depois dessa sessão ela passou a me beijar com mais intensidade. Começou a se entregar. Penetrei no PPMM da maldade, aquele que parece que vai ser a investida definitiva, mas que quando ela se arreganha toda e te puxa firme para o bote, puxa o frei e tira o pau de dentro, sabe? Kkk Às veiz tenho inspiração marvada. Resultado: ficou molhada.

TAH QUENTE!

Com ela encharcadinha me olhando sem entender nada, eu peço uma cavalgada. Ela sorri, vem por cima e encaixa ma-ra-vi-lho-sa-men-te bem. Cavalgou e se jogou em cima d’eu. Garrei a bunda com as duas mão pra dar mais impulso. Depois de algum tempin gemendo sendo catucada de baixo pra cima ela resorve se agachar (sem tirar de dentro) e me desferir sentadas. Aí eu percebi que poderia ser facilmente finalizado com aquelas quicadas e pedi pra trocar de posição kkk. Ela então ficou de quatro e vamo nóis introduzir o trem na tcheca traveiz. Eta que ela gemeu mais alto e ficava empinando a raba ainda mais.

Para não estourar o horário, empurrei pra posição de bruços pra gozar gostoso. Nova gritaria da moça. Mas engraçado que o trem não desgovernou. Mesmo com o ar ligado a gente esquentou o recinto. Tirei de dentro, ajustei a camisinha toda melada e pra terminar vortamo para o sexo frontal, dessa vez sem segundas intenções, com sinceridade pra descarregar e dar fim à euforia... PÁÁÁÁÁÁÁ Fiquei urrando em cima dela até acabar as força e ficar mole. Kkk Bão dimaiss! Ficamos um tempo deitados ali juntin, enquanto a temperatura dos corpos baixava. O frio tinha passado. Definitivamente kkk.

FINZIN

Enquanto a gente se vestia, ele me perguntou se foi bom. Fiquei encasquetado com a pergunta kkk. Perguntei de vorta rindo:

“Uai, o que acha?

Ela sorriu, desviando o olhar. Ô, diacho! Será que faço cara de sofrimento ou de mal humorado quando gozando? Kkk

ENCONTRO COM O REI DA PEQUENA SUÉCIA

Depois do rala&rola eu, todo facero, fui encontrar o confrade Sueco, rei da “Pequena Suécia”. Fui recebido no tapete azul e amarelo no Imperator.



O gringo me levou para conhecer uns lugares bacanas ali mesmo na região da rua Dias da Cruz, inclusive outros lugares de lazer, como a rua Hemengarda 20 kkk. Afinal, ali é seu reino.



Depois do bate papo fui escoltado pelo monarca até a estação do traste.


Gente finíssima esse Viking.

“Baseado em fato reais”. Feliz