BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Reserva * 91+ pontos DB - Dionízio Bacco
Só mais um dia no paraíso!
Inicialmente venho agradecer a dica do confrade Tronche, na resenha que tivemos algumas semanas ele rasgou elogios a ela, não resisti e procurei marcar logo que pudesse.
Entrei em contato pelo WhatsApp, ela é bem-educada e objetiva, para fazer a marcação precisa fazer um pix adiantando 50% do valor, em qualquer outra situação não faria, mas pelo fato de ser uma Vip e ter o aval do confrade Tronche nem questionei.
No dia do encontro vamos nos falando e na hora marcada ela ainda me recebe de calça jeans de camisa, bem despojada – adorei, baixinha bem mignon, sorriso lindo e uma simpatia, conversamos um pouco enquanto ela organiza as coisas, me oferece uma toalha e me encaminha para o banheiro.
Na minha volta ela estava com uma lingerie preta e um robe quase transparente – PQP, QUE VISÃO! O corpo dela é lindo, conversamos mais um pouco e sentamos na cama, conversa vai, conversa vem começamos a nos beijar, ela beija com entrega – uma delícia, isso já deixa o Bago ligado, ela acaricia ele levemente, fico beijando seu pescoço, ela retira a lingerie, seios deliciosos – PQP – passo a mão na sua linda ppk, ela estava tremula e eu salivando.
Sigo beijando seu corpo até a ppk, começo devagar e vou alternando, ela geme bastante e aperta os seios, eu sigo me deliciando, ela se contorce um pouco e treme, aumento a pressão ela geme mais e PQP – que mosto delicioso.
Deito ao seu lado, nos beijamos com muita intensidade, nos ajeitamos com ela vindo por cima, prende os cabelos, segura o Bago que estava impaciente e começa um oral suave e lento, mas foi só para não assustar – ela começa a colocar pressão, alterna com as mãos, mexe nas bolas, lambe e usa um repertório completo, estava conseguindo segurar, mas ela começa com as engolidas – PQP – sentia ir até o final e mais um pouco, fui segurando até o limite, sentia minhas pernas bambas, procurei a camisinha e encapo o Bago.
Ela segura o Bago e vem por cima sentando lentamente – PQP – que ppk apertada, sentia ela pulsando, começou a rebolar e quicar bastante, alternou agachando e sentando – PQP DE NOVO! – senti vontade de finalizar, puxei ela para mim e nos beijamos, mudamos de posição para um ppmm.
Ppmm bem encaixado, parecia de fábrica nosso encaixe, fui socando cadenciado e trocando beijos o tempo todo, ela me abraçava e ficamos assim bastante tempo, sentia ela pulsando e sua ppk encharcando – bom demais.
Nos posicionamos até ficar com ela de ladinho, ela rebolava na direção do Bago eu a puxava pela cintura, seu quadril movimentava e me deixava com mais tesão, acelero e não resisto – finalizo intensamente.
Precisei de dois minutos para o ar voltar aos pulmões e alma para o corpo, conversamos mais um pouco, o tempo havia estourado, uma hora é muito pouco.
Vai ter repeteco e com mais tempo.
A Sasha é uma saborosa e intensa Carménère!
Ela lembra a versão do novo mundo que produz vinhos elegantes, aveludados, sedosos e marcantes em boca. No nariz, o destaque são as notas intensas de frutas pretas maduras, como ameixas e cerejas, além de pimenta preta, pimentão, e toques herbáceos.
Variedade originária de Bordeaux, no século XVIII era uma casta comum nos vinhedos do Médoc, mas se tornou uma raridade por lá.
Levada para o Chile no século XIX, durante muito tempo a uva Carménère foi confundida com a casta Merlot. Somente em 1994, nos vinhedos da Viña Carmen na região do Chile, ela foi corretamente identificada pelo ampelógrafo Jean-Michel- Boursiquot (profissional que estuda, identifica e classifica os tipos de uva).
Nos últimos anos tem dado origem a vinhos tintos chilenos interessantes, concentrados, cheios de fruta e com mais estrutura e taninos do que a casta Merlot, transformando-se numa uva emblemática nesse país. A uva Carménère também pode ser encontrada em cortes do norte da Itália.
Os vinhos tintos produzidos com a casta Carménère possuem coloração rubi violácea acentuada. A casta Carménère é muito utilizada na elaboração de vinhos varietais de ótima qualidade, extraindo todo sabor e características marcantes da casta em cada detalhe da confecção dos tintos. A escolha do seu nome está associada a cor da sua pele, um rubi tão forte, que lembra o carmim.
Para explorar e exaltar mais o sabor e a potencialidade dos vinhos tintos produzidos com a uva Carménère no paladar, harmonize com carnes vermelhas com pouca gordura e assados no geral. É essencial evitar que o vinho tinto elaborado com a uva Carménère acompanhe pratos que levem molho de tomate.
Cuidado ao comparar a casta Carménère com a uva Merlot, apesar de serem parecidas visualmente, as duas não tem nada a ver. A uva Carménère faz parte da família dos carmenets (hibride de gros cabernet, fer servadou e cabernet franc).
Com vinhos tintos varietais de ótima qualidade, a casta Carménère é utilizada na elaboração do prestigiado “Carmenere 2007 – Magnum” do produtor Tenuta San Leonardo. O vinho é elaborado com uvas Carménère do vinhedo mais antigo da propriedade, sendo um tinto rico, distinto e com notas de frutas selvagens. O “Carmenere 2007 – Magnum” recebeu 17 pontos de um total de 20 de Jancis Robson que classificou o tinto como um livro-texto da casta Carménére originária de Bordeaux.
Sasha, até a próxima degustação!!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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Há duas coisas que precisam ser degustadas com muita calma e paciência para serem devidamente apreciadas: vinho e mulher.
Santé!
