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BEIJO
NãO SEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
NãO
Os relatos anteriores coincidem com minha percepção na descrição física de seu local e de sua pessoa. Tudo bastante bom. Bem acima da média.
Apesar disso, não saí satisfeito. Porque? Vou tentar resumir.
O rala-e-rola começou bem legal. Os dois de roupa, sarração de parte a parte, e rapidamente ela tira sua saia de couro, segura firmemente Watson, vira a raba e sarra mais ainda. Um espetáculo! O menino aqui animadíssimo, apesar de ainda não ter encontrado em seus beijos, a língua da menina. Pescoço e orelha, nem pensar (e olha que caprichei ao fazer a barba); ela evita repetidamente, com maestria.
Momentos depois, ela se abaixa e abocanha Watson. Agora sabemos que sua língua existe. Eduarda também faz um oral muiiito bom; um ataque digno a encerrar o embate. Mas o coroa aqui é osso duro de roer, e em geral só é abatido faltando 5’ para terminar a partida. Coloca Eduarda de barriguinha para cima e parte de língua em riste para cima da xerequinha, aonde fica passeando um tempão até cansar. Desperta alguns gemidinhos, mas nada que evidencie gozo. As tentativas de fazer carícias nas “partes” no transcorrer da sessão, também foram delicadamente afastadas.
Em seguida Eduarda parte para usar seu trunfo maior. Senta de costas, agasalha Watson, e começa a contração e relaxamento dos músculos de seu assoalho pélvico (pompoarismo), fazendo isso em intervalos regulares, com pausas intermitentes. Muito gostoso; mais um ponto para ela. E o menino aqui resistindo, amigo Watson em riste.
Transcorridos menos de 5 minutos Eduarda abandona a missiva. Teria cansado? Não sei. Não perguntei. Que pena
Mudamos de posição: ela de bruços eu por cima. Desse instante em diante fiquei com a impressão de que a qualidade do atendimento começou a decair rapidamente, com Eduarda demonstrando claramente desinteresse. Seus beijos passam a ser ainda mais econômicos, sem qualquer entrega. Apesar disso, Watson continua firme,
Em seguida ela parte para a punheta, tentando me finalizar de qualquer jeito. Cedo à sua intenção e assumo a responsabilidade, com ela chupando meu peito e massageando o saco. Tenho um gozo de punheta, medíocre.
A essa altura decorreram 60’. Havíamos contratado 120’, o dobro. Mas como ela faz uma limpeza geral, vai ao banheiro, volta de roupão, e, calada, senta na caminha, fico com cara de bunda sem saber o que dizer. Tudo leva a crer que é “game over”.
Pois que assim seja. Nunca fui de forçar a barra para alguém fazer o que não quer. Não seria agora. Diplomaticamente, para não sair de repente, emendei uma conversação por uns 15’ no transcorrer da qual ficou evidente certa empáfia. Aí entendi melhor o enredo. Em seguida, humildemente, me vesti e me despedi, agradecendo o atendimento. Havia pago as duas horas ao chegar.
