19 de Agosto de 2023 às 14:51
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ


A ÚLTIMA CEIA

A porta se abre... mas antes que eu entrasse, tive flashs de lembranças da última festa do Arena. Lembro-me de chegar escoltado pelo legendário Krisium; de dar um abraço no Brand (parceiro diário de tantas conversas); lembro-me de ficar comovido quando a doce Ana Trinity surgiu dizendo que havia me procurado para falar comigo, um gesto tão delicado que me comoveu, uma atitude afetuosa que demonstra inequivocadamente o quanto ela é diferenciada.

Prefiro tentar construir pontes, reverencio quem simpatiza ou antipatiza comigo, estendo a mão antes que me estendam, dou mais atenção às virtudes, porém, nunca consigo justificar a deselegância de qualquer pessoa. Uma pessoa deselegante, dessas que somatizam bobagens e transformam em ressentimento, é um trapo humano que deveria buscar evoluir.

O melhor de tudo foram os tantos foristas que me cumprimentaram com entusiasmo, que levantaram conversas sobre a escrita, que se sentem motivados quando leem a também escrever. É algo que deixa este velho escriba feliz. Fique sempre ao lado dos melhores e aprenda — profetizava o meu avô gaúcho. Obrigado a todos os queridos que me trataram com extremo carinho e que me permitiram um dedo de prosa. Inesquecíveis.

Sim, afeiçoado forista, sou um sentimental despudorado e creio que por isso eu seja um libertino inveterado, um personagem de muitas paixões, decepções, glórias e ressurreições. Sinto certa compaixão por quem não experimenta a doçura transitória das pitangas, talvez venha daí a limitação criativa de tanta gente.

De tudo e de todos, lembro-me, principalmente, da Ísis Ferrari, a loirinha que me chamou atenção entre a multidão que lotava o salão do evento.

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Noite de sexta-feira. A porta se abre... Entro e vejo a loirinha com jeito de princesa, não perco tempo e engato o primeiro beijo. Ela me conduz para o famoso sofá tão bem descrito nos relatos anteriores, mais beijos. Começa a se despir e caio de boca nos peitinhos pequenos e durinhos que eu já estava de olho mesmo antes de conhecê-la.

Ísis é uma mulher que tem reações de prazer quase indescritíveis, tem o tesão à flor da pele, geme diante de um simples toque. Contou-me que está somente há seis meses no ofício. Saquei o meu aparelhinho de eletrochoque na expectativa do show que iria assistir a seguir. Introduzo o aparelho sobre o clitóris e Ísis morde os lábios, se contorce, geme, me beija, coloca minha mão em seu peito. Goza prolongadamente. Depois disso, me levou para o quarto e para a cama.

— Gostou do meu apartamento? — ela me pergunta.

— Ao seu lado, eu veria um palácio mesmo que estivesse debaixo da ponte — nessas horas eu só consigo exprimir respostas cretinas.

— Como você quer gozar? — ela me pergunta, mas nunca sei como responder, acredito que a coisa toda precisa fluir naturalmente.

Percebi que Ísis estava um pouco desconfortável com meus beijos afoitos, então pedi que ela me ensinasse o seu ritmo, dito e feito.

Ela pede para que eu use o aparelhinho mais uma vez, usei duas. Somado o saldo da noite, Ísis gozou três vezes e pediu arrego. Cheguei perto da ejaculação precoce assistindo ao espetáculo que é ver a mulher com ares de Lolita alcançar seus orgasmos. Isis avança para me chupar, chupa gostoso, um boquete capaz de provocar a erupção da seiva em poucos segundos, mas ela queria meter. Prepara o terreno e monta em meu tronco, quica, rebola enquanto aperto seus peitos, geme, quase goza pela quarta vez... Ela gira o corpo e começa a quicar de costas para mim, a bunda com marca minúscula de biquíni sobe e desce, engolindo e libertando o esforçado Pikachu — o breve.

— Me pega de quatro — ela ordena.

Quando Ísis fica de quatro, sua curvatura empinando a bunda chega a nos causar vertigens. Penetrei lentamente em seu templo vaginal, comecei a estocar devagar, aumentei a pressão gradativamente. A atmosfera pareceu ter esquentado, eu suava como só os gordos suam. Ísis se prontificou a ligar o ar-condicionado e a temperatura voltou ao normal. Eu ainda estava estragado pela bebedeira da noite anterior, não consegui gozar.

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I WANNA GO

Ficamos namorando mais um pouco, o tempo se esgota e ganho a noturna maresia de Copacabana. Cada encontro é a página de um livro que viramos para seguir em frente, em certos casos fica a vontade de reler.

Meu celular apita com uma mensagem, era GISELE me informando que chega semana que vem ao Rio. Pergunta-me novamente se pode se hospedar por alguns dias no meu chalé nos alpes Tijucanos. Não sei se o meu coração será capaz de sobreviver a uma stripper catarinense com o porte da Farrah Fawcett. Inseguro, respondo que ela pode ficar comigo.

O relógio de rua marcava dez horas da noite. Sinalizei para um táxi e rumei para o Centro da Cidade. Na vida, ejacular pode ser mais do que um capricho, muitas vezes é uma missão. Emparelhei o meu aparelho auditivo com o spotfy e deixei que a música preferida de Gisele me embalasse no trajeto...

I WANNA GO

Fantasmas não dançam sob a luz do Sol... Dancinha