30 de Agosto de 2023 às 00:58
LORENA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Prezadíssimos colegas de GPzismo

Sou adepto dessa boa prática há alguns anos, e sempre que quero ter sessão com alguma cheirosa, recorro ao conteúdo desse prestigiado site para melhor escolher a dama com quem trocarei fluídos corporais. Depois de muito refletir, e após ter feito várias incursões, achei por bem relatar algumas de minhas experiências, pois entendo ser um modo de retribuir os bons serviços prestados por esse site. Iniciarei tal itinerário escrevendo a respeito de uma das mulheres mais espetaculares que conheci, não apenas no GPzismo, mas em toda minha vida: A beldade conhecida como LORENA.

O encontro que irei narrar aqui, trata-se do segundo. O primeiro que tivemos foi tão bom quanto o segundo, mas o último encontro sempre está mais fresco em nossas memórias, ademais, no primeiro encontro tendemos a ser mais comedidos, pois em tal ocasião ainda estamos tateando o terreno. Esses foram os critérios que me levaram a optar por narrar o segundo encontro.

O primeiro encontro ocorreu num privê, em um dos endereços mais manjados por aqueles que são adeptos do GPzismo, no número 37 da AA (endereço que compõem aquilo que chamo de "O Triângulo das Bermudas do ordenado dos GPzistas" (AA-37, 13/05-47, SD-117). O segundo, deu-se em outro local, um sobrado em cima da Lanchonete Tip Top, na São Francisco Xavier, atrás do estádio Maracanã e exatamente em frente a sede da Firjan. Pelo que pude compreender, ela está testando alguns locais, averiguando qual lhe oferecerá melhor custo-benefício, antes de se fixar.

Acho de bom alvitre fazer uma rápida abordagem sobre o local de atendimento. O local em si é muito bom, apesar de uma atmosfera um tanto rústica (tem uma estátua do Zé Pilintra ao lado da porta de entrada, dado que respeito as religiões de matrizes africanas, não me incomodou em nada), ali tem tudo o que um GPzista necessita: Uma confortável cama de casal, quarto com total privacidade (apesar do sobrado ser compartilhado), banheiro, um bom ar-condicionado, água, cafezinho, etc. O único problema que constatei foi o acesso ao sobrado. Porque entre a porta de entrada que dá acesso a escada, e a porta do estabelecimento em si, existe um espaço que a lanchonete utiliza como depósito de bebidas, e por isso, passei por um pequeno perrengue. Primeiro porque havia um pinguço apontando para mim que "era ali mesmo" a entrada para o local que eu estava procurando (ou seja, os locais sabem bem o que se faz no sobrado), segundo, que acabei entrando junto de um funcionário da lanchonete no exato momento em que ele carregava uma caixa de cerveja na cabeça, caixa que ele quase derrubou sobre mim, pois estávamos nos acotovelando em busca de espaço naquele lugar estreito. Para quem for discreto como eu, trata-se de contratempo chato, porém, facilmente contornável. Basta apenas que se esteja devidamente coordenado com a acompanhante, para ela abrir a porta no exato momento em que se chegar no local. Como ela havia chegado ali naquele exato dia, ou seja, nem ela estava familiarizada com o ambiente, não deu para combinar tal esquema.

A partir daí, finalmente, chegamos a parte que julgo interessar a todos, que é o encontro com a nereida.

Toquei a campainha, e a Lorena me recebe usando um lindo baby-doll vermelho. Ela sorri gentilmente, me pega pela mão, e me conduz até ao quarto onde sentei na extremidade da cama. Relato a ela o ocorrido, mostrando-me um pouco contrariado com a situação. Sendo a Lorena pessoa gentil e preocupada com o bem-estar alheio, ela então resolve tirar o baby-doll, revelando a linda e pequena lingerie vermelha que estava usando, o que me fez esquecer do tal contratempo de modo instantâneo. Percebendo que eu estava deslumbrado com suas formas exuberantes (a dificuldade em concatenar os pensamentos me fez gaguejar, o que denunciou a minha condição), ela então resolveu sentar em meu colo, e me beijar avassaladoramente (de tal modo que mais um pouco, e ela teria descoberto o que eu havia comido no almoço). Ato contínuo, ela tira a minha camisa, minha calça, enquanto eu tirava meu calçado com meus próprios pés. Ela me empurra sobre a cama, e apalpa a minha sunga box preta, como que para avaliar meu estado de ânimo. Sentindo que eu estava eufórico (pois meu membro viril pulsava dentro da sunga), ela lança um sorriso maroto e diz, "quero que você me coma, meu delícia" (é assim que ela me chama, apesar da minha modéstia, e da minha idade já um pouco avançada, fazerem com que eu ache tal adjetivo imerecido).

Como não sou homem de negar pedido de dama nenhuma, fiz o que ela solicitou: Beijei e mordisquei levemente seu pescoço, já fui tirando seu sutiã e caindo de boca em seus lindos e rijos seios e deitei-a na cama para tirar sua calcinha. Daí fui beijando seu abdômen, até chegar em sua linda bucetinha. Mas que bucetinha lisinha, cheirosa e absurdamente melada. Caí de boca e sorvi todo seu néctar, sem deixar que me escapasse uma nódoa sequer daquela bucetinha saborosa, e isso enquanto ela envolvia minha cabeça com suas coxas torneadas, tomada pelo tesão que estava. Quando vi que ela estava em ponto de bala, disse que havia chegado o momento de penetrá-la. Ela pega o preservativo, encapa meu membro viril, e fica de quatro. Senhores, que bunda é aquela? Rígida, macia e aerodinâmica como se fosse a cauda de um avião. Não de um avião qualquer, mas de um Boeing. Deveríamos até ser obrigados a tirar um brevê, antes de pilotarmos uma anca como aquela.

Depois de umas boas linguadas naquela bucetinha lisa e formosa, e também em seu botãozinho apertado, eu a pego pela cintura e penetro sua buceta gostosa. Começo estocar sua bucetinha, e ela começa a gemer. Como geme gostoso a Lorena, acreditem. Estocada vai, estocada vem, e ela rebolando na piroca, e suplicando para que eu não parasse em hipótese nenhuma! Até que num determinado momento eu resolvo trepar sobre a Lorena, encaixando a pica na sua bucetinha, de modo que as estocadas viessem de cima para baixo, como se fosse eu um cavaleiro tomando pelas rédeas uma égua arredia. Aí senhores, ocorreu um momento que considero ser o mais sublime na trajetória da maioria dos GPzistas: Eu e ela gozamos EXATAMENTE ao mesmo tempo. Enquanto ela urrava e mordia o lençol onde sua face estava enfiada e sua xotinha apertava minha rôla, eu jorrava leite na capa. Momentos como esse na vida de um GPzista, são tão raros, como as visitas que o Cometa Halley faz ao nosso planeta. Com isso caí transitoriamente desfalecido ao seu lado, e ela abraçou-me, enquanto beijava meu pescoço e acarinhava meu torso hirsuto. Vocês acham que acabou? Ledo engano.

Enquanto estávamos deitados, nus, conversando sobre frivolidades da vida, meu membro viril voltou a dar sinal de vida. Afinal, aquela gostosa estando enroscada sob meu corpo, com aqueles seios que pareciam querer saltar sobre mim (e eu ávido por ser o anteparo deles),obviamente, fez com que meu membro voltasse a pulsar. Ao perceber tal situação, a Lorena diz, "quero segundo round, vamos trepar mais". Obedecendo ao seu comando, me levanto e fico em sua frente com a rôla ereta, enquanto ela se ajoelha e engole a pica com voracidade. Senhores a mamada da Lorena tem pressão tal, que eu pensei que a minha pica havia sido tragada por uma daquelas bombas de sucção que a Petrobras utiliza para explorar o petróleo que está localizado no Pré-Sal. Tive que me contrair como um caramujo para não queimar a largada. Tentei de um artificio visando diminuir o ímpeto vigoroso que a mamada da Lorena exercia sobre meu membro: Peguei-a pela nuca, e coloquei a pica até o talo. Ela fitou-me com seus lindos olhos como se dissesse, "mesmo que você colocasse até o saco, ainda assim eu aguentaria". Como vi que minha tática não deu certo, e eu não queria gozar ali, saí de cima da cama e fui para o chão, e lhe disse que queria comê-la de quatro uma vez mais. Ela preocupou-se, pois comentou que eu iria perder o ângulo em que se vê sua bunda gostosa pelo reflexo do espelho. Eu então lhe disse: "Não se preocupe, pois estou vendo in loco a oitava maravilha do mundo, e isso me basta".

Nesse instante, aviso que agora eu iria comer o cuzinho guloso dela. Ela pega preservativo e gel, e diz: "Finalmente. Pensei que você não iria comer meu cu, como você comeu na primeira vez". Eu então penetro seu cuzinho apertado e macio vagarosamente, até que ela dá um ok, e eu começo a brocar. Tivesse eu alguma intimidade com o BRAND, eu sugeriria que ele dividisse a categoria "ANAL" em "ANAL" e "CURTE MUITO FAZER ANAL", pois é nessa categoria que a Lorena mereceria estar inserida.

E lá estou brocando aquele rabinho apertado e quente da Lorena, e ela ora gemendo, ora dizendo "me come delícia, hoje esse cuzinho é só teu, mete gostoso". E eu brocando, brocando, e nada da Lorena fazer qualquer menção de que quisesse que eu parasse. Eu já estava suando como um porco (calculo que devo ter ficado uns 10 minutos brocando aquele cuzinho da Lorena), e aí meu velho corpo alquebrado me traiu, pois tive uma câimbra na panturrilha direita, o que me levou a ceder posição. Então eu proferi a Lorena com autoridade, como se fora o próprio autor do Pentateuco quando revelou as tábuas dos Dez Mandamentos ao povo escolhido, a seguinte sentença: "Desce, e fique de joelhos no chão!". Ela obedeceu sem titubear. Eu tirei a capa do meu membro, dei uma punhetada e gozei mais uma vez, mas dessa vez no lindo rostinho da Lorena.

Tamanho esforço fez-me tremer como se eu estivesse tendo uma síncope. A Lorena amparou-me e ajudou a sentar-me na cama. Ela perguntou para mim se estava tudo bem, e eu disse que "sim, mas que precisava de uns três minutos, para que desse tempo da minha alma voltar para o meu corpo". Depois que me refiz, conversamos mais um pouco enquanto eu me arrumava, e nos despedimos com um cálido e singelo beijo.

Quero dizer que o primeiro encontro com a Lorena foi maravilhoso, mas o segundo foi sublime. Ela reúne qualidades que todo homem busca numa mulher: É delicada, meiga, belíssima, atenciosa e ardente. Ela é uma mulher genuinamente amorosa, do tipo que almejamos ter sempre ao nosso lado. Enquanto ela quiser, e enquanto houver um sopro de vida em meu corpo calejado, outros encontros entre nós ocorrerão.

Então é isso... Até a um próximo relato. Abraços a todos! Piscada

P.S.: Rapaziada, sobre sexo anal é o seguinte: Ele nunca pode ser cobrado, mas solicitado. Lembrem-se, cu não é buceta. Nem sempre às acompanhantes estarão com disponibilidade para fazerem essa modalidade sexual. Portanto, certifiquem-se de que a acompanhante está disposta a fazer naquele dia, e se ela não estiver disposta, respeitem.