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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

—1—
Eis que este velho escriba, este vetusto forista, este ordinário membro do GPArena que revelou à nossa efervescente comunidade os açucarados mancebos do internacional “Clube do Café com Bolo”, eis que foi este antediluviano personagem que aqui escreve, amado e repudiado em todas as eras forísticas, que descobriu uma pérola além das fronteiras que o Florista de Sapatilha frequenta. Sim, intrépido leitor, o legítimo libertino navega por mares obscuros do universo mundano, desbrava as brumas noturnas atrás dos tesouros subterrâneos que a mesmice do Florista de Sapatilha jamais descobrirá ou acreditará.
Registrem, existe uma diferença essencial entre o Florista e o Forista que até o corretor ortográfico conhece, tão essencial que é óbvia. O Florista de Sapatilha é o mofo eternamente neófito. Já o libertino é o lobo sem matilha, é aquele que crê no milagre e trepa com mulheres além da compreensão minguada e restrita do presunçoso Florista. O libertino é o renascer da controvérsia, pois só os medíocres almejam a unanimidade da irrelevância.
Quando avistei pela primeira vez a pérola, o meu valioso Pikachu — o breve — me alertou para a exuberante ninfeta através de um sinal de ereção. A menina vestia uma bermuda cavada e um exíguo top branco, as poucas peças não economizavam pudores para exibir as curvas exuberantes e vertiginosas da falsa magra. Pasmei.
Como o mundo só favorece os ousados, avancei para abordar a garota. Seu nome é Viviane, 22 anos de deslumbrante luxúria emoldurada por uma beleza juvenil, lembrou-me as alunas sexys e angelicais do Instituto de Educação armadas com aquelas mortais minissaias de estudante.
Viviane é uma fêmea em alta tensão, perigosamente provocante. Trocamos o número do celular. Muito atenciosa, conversamos por uma semana e marcamos o encontro.
A chuva incessante não ameaçou o destino que estava traçado, eu e Viviane comungaríamos do calor da pele, do fogo da penetração, da doçura úmida dos beijos inevitáveis.
—2—

Toca o telefone do quarto do motel Éden, na bucólica e romântica Tijuca...
— Viviane está aqui embaixo. Pode subir? — questiona-me a recepcionista.
— Pode subir — confirmo.
O estranho é que autorizei que subisse, mas Viviane demorou para chegar ao quarto, pois me contou que suspeitaram que ela fosse menor de idade e exigiram a identidade. Veja, afeiçoado forista, desconfiaram que a moça era de menor, Viviane é a encarnação fiel de uma ninfeta do estilo Lolita. Comprovação etária realizada pela gerência, ela se apresentou à minha alcova.
Abro a porta e me deparo com uma morenaça bronzeada, cabelos lisos na altura dos ombros, olhos cheios de uma pureza maliciosa, lábios em forma de coração, pernas longas e bem torneadas, barriguinha chapada, rosto de traços finos e bonitos. Os membros deste longevo e rodado forista estremeceram num misto de comoção e desejo irrefreável. Parti para cima e beijei a boca da ninfa, fui plenamente correspondido.
Viviane vai para o banho e retorna na nudez dos cabelos molhados. Monta sobre o meu tronco e começa a me despir como se estivesse com mais fome de sexo do que eu. Deixa-me nu e abocanha meu combalido pênis como uma vampira sugadora de sêmen. O boquete é magistral, com variações de garganta profunda, lambidas delicadas, unhas arranhando o saco enquanto os lábios macios mastigam a glande. Tive que apelar para a meditação budista como proteção contra a ejaculação precoce.
Prestes a pedir arrego, pedi que interrompesse o boquete. Vivi então prepara o caminho e monta sobre o meu pênis com a fúria das amazonas. Senta de costas para os meus olhos, admira-se através do espelho e quica, e rebola, e esfrega... Eu estava sem fôlego acompanhando a raba incansável se movimentar como um pêndulo, sentindo as vibrações vulcânicas do orgasmo irem e voltarem.
Peço que a ninfa fique de quatro, ela me atende e se posiciona empinada, com a bunda virada em um ângulo celeste, fazendo com que seu corpo tomasse a forma e a curvatura de um tobogã erótico.
Ajoelho-me, pois Viviane é mulher para comermos ajoelhados e orando pela graça alcançada. Penetro lentamente naquele templo meloso e úmido da vagina. Começo a estocar em ritmo lento, a menina geme, se empina mais. Prossigo com estocadas mais fortes, profundas. De repente, Viviane geme alto e goza em convulsões.
Quase num estágio de pré-infarte, deixei acontecer e ejaculei hectolitros de espermas acumulados na minha uretra conhecida como Guandu 2. Vivi ficou surpresa com a quantidade de sêmen liberado pelo meu enrugado pinto.
Preenchemos o resto do tempo com sarradas, amassos, beijos e esfregadas de deixar qualquer psicólogo maluco. Conversamos um pouco e pude constatar que Viviane é uma fêmea safada e sem preconceitos na flor da existência. Apaixonante. Apaixonei-me. Não venha querer me dizer que um libertino não pode se apaixonar, o coração libertino é um fogão de seis bocas.
—3—
Paguei a conta, pedi um táxi para a menina e nos despedimos. Chovia fino, uma brisa fria cortava a icônica Praça Saenz Peña. Sem guarda-chuva, a água escorria pelos meus fartos cabelos, molhava a minha roupa... A luz das lâmpadas de vapor de mercúrio multiplicava os brilhos ao esbarrar com as gotas que caiam suaves. Emparelhei o meu aparelho auditivo com o celular e a melodia que invadiu os meus ouvidos fez os meus tímpanos saltarem em êxtase.
EVERYBODY'S FREE
Não hesitei. Ergui os braços em direção às nuvens apocalípticas e soltei a franga como um Fred Astaire sem Ginger Rogers, no palco amplo e deserto de uma praça iluminada por holofotes lacrimejantes e fragmentados. O libertino é feliz porque é livre.
