31 de Agosto de 2023 às 17:39
BRUNINHA - RJ
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Prezados amigos GPzistas, um salve para todos.

Volto a esse prestigiado espaço para relatar aos amigos de GPzismo mais uma gratíssima experiência que tive. Dessa vez com a celebradíssima BRUNINHA. Sei que sua fama já foi decantada em verso e prosa por muitos foristas, diga-se de passagem, com toda justeza que existir nesse mundo. Venho apenas me somar a essa legião de afortunados.

Antes do ato em si, quero narrar como essa deusa de pele cor de canela, e sexo sabor de mel, entrou no meu radar.
Estava eu num dia como outro qualquer, enfrentando a modorrenta rotina que se abate sobre 99% dos homens brasileiros, quando resolvo dar uma olhadela na parte da postagens de stories do meu Zap. Eis que me deparo abruptamente com uma bundinha, cujas formas estavam artisticamente realçadas, pois que ela se encontrava contra a luz de uma janela, o que fazia com que a silhueta de sua belíssima anca ficasse mais ressaltada. Senhores, foi amor a primeira vista!

Então solicito a uma queridíssima amiga que me fornecesse o contato da beldade dona dessa obra de arte produzida pela natureza. Número do contato passado, me comunico imediatamente com a nereida, que é muito objetiva, receptiva e atenciosa, e assim sendo, marcamos a sessão para dois dias depois. Só que o dia entre aquele em que marcamos, e aquele dia em que consumaríamos a cópula, foi o dia em que ocorreu a festa promovida pelo GP ARENA. Por isso a bela musa me ligou com antecedência para desmarcar nosso encontro, pois ela havia exagerado um pouco no consumo de “suco de laranja” na festa, o que fez com que ela tivesse acordado indisposta no dia seguinte. Coisas da vida, e vida que segue. Todos nós estamos sujeitos a esses imprevistos.

Mas a imagem daquela formosíssima “onion butt”, persistia em voejar graciosamente na minha cabeça, o que me leva a tentar mais um contato, para marcamos um encontro para exatamente uma semana depois. Bruninha mais uma vez me atende de maneira singela, e garante que dessa vez não iriam aparecer mais óbices que impedissem nosso encontro. Confesso que os dias que me apartavam desse encontro foram uma verdadeira tortura, porque a ansiedade fazia com que o sono demorasse a chegar, e eu não contava com nenhuma voz amiga para aliviar minhas indagações, nem com uma mão carinhosa para abrandar minhas tormentas.

Enfim, chegamos no dia “D”. Como todos devem saber, Bruninha atende num dos endereços que compõem o famoso "O Triângulo das Bermudas do ordenado dos GPzistas" (mais especificamente na AA-37). Fui pontual, como costumo ser sempre em minha vida. E lá estou eu na frente do Bar do Zézé esperando a autorização da princesa. Ela então apenas pergunta, “você já está aqui?”, no que respondo, “sim, apenas aguardando sua autorização”. Ela então fica silente. Dado que os minutos avançavam, e ela não mais entrou em contato comigo, resolvo tomar a iniciativa e ir ao local. Chegando na porta do apartamento, meu sentido de Aranha começa a tilintar, pois que ouço vozes vindo lá de dentro a conversar. Discretamente me retiro para longe da porta, quando recebo enfim a mensagem da Bruninha autorizando meu acesso.

Ao adentrar em seu recinto, que é bem confortável e funcional, ela se preocupa em me explicar as motivações de tal fato inesperado. Mas a beleza dela impactou-me de tal forma, que me encheu de torpor, e assim não consegui prestar atenção em nada de suas explicações. Eu apenas passei a mão tenramente em seus cabelos e disse, “esqueça tudo, minha bela. Todo calvário que percorri até esse momento valeu a pena”. Ela pergunta se quero tomar um banho, e digo que acho que não preciso, mas que ela ficasse a vontade para inspecionar-me, e dar um veredito sobre se precisaria ou não tomar banho. Ela começa a tirar minha camisa, minha calça, me deixando apenas de sunga, e em seguida percorre meu todo corpo com seu nariz de um modo um tanto libertino. Eu pergunto se estava aprovado, no que ela me olha de um jeito maroto e diz: “aprovadíssimo!”.

Essa foi a senha para que começássemos o coito. Ela me conduz, já aos beijos, ao seu leito das delícias... Senhores, doce é a vitória longamente desejada!!!

Estando na cama, ela me beija por inteiro. Minha boca, meu pescoço, meu peito hirsuto, tudo isso apalpando meu membro viril. Ela tira a minha sunga, e cai de boca. Confesso que meu membro ainda não estava em completo estado de ereção. Ele estava naquele estado que eu chamo de “semi-mole”. Me dêem um desconto, afinal, não sou mais um menino.
Os que conhecem a Bruninha sabem, ela tem um jeito muito meigo e delicado. Isso até começar a trepada, pois no momento do sexo, a faceta perva da Bruninha vem à tona.

Depois de muito mamar a minha pica, e ter deixado-a endurecida, peço para que ela vire de bruços, pois gostaria de retirar sua linda lingerie vermelha, que era do tipo que saia totalmente ao desfazer o laço que a prendia em seu corpo, como se tivéssemos tirando um bombom de sua embalagem. Nada mais apropriado, pois sua bundinha morena maravilhosa é tão macia e arrebitada, que bem lembrava um Sonho de Valsa.

Peço para ela ficar de quatro, e aí, tome linguada naquela xana melada e naquele botãozinho quente dela. Nossa, como ela gemia gostoso. Depois se alguns minutos nessa posição ela se cansa, e pede para deitar um pouco, me convidando para invadir sua xota e seu botão vindo de cima. Enquanto eu me lambuzava do mel de buceta enquanto a devorava com minha boca, e penetrava seu lindo cuzinho com um dedo (lubrificado pelo próprio néctar que vinha de sua xota saborosa), eu empurrava a pica na sua boca. E ela engolia sem esboçar nenhum incômodo. Eu metia na sua boquinha como estivesse metendo numa buceta, e ela toda abertinha curtindo o meu desbravar entre suas pernas. Depois de vários minutos assim, peço para que ele pegue o preservativo, pois queria possuí-la. Enquanto ela colocava o preservativo na minha rôla, eu beijava e mordicava seu pescoço, o que aparentemente a deixou mais excitada.

Ponho-a de quatro na cama, e penetro sua buceta vagarosamente. Depois de uns dois minutos, após vários gemidos, ela pede para meter com mais força, o que faço com total diligência. E tome pica naquela buceta. Ela gemia, se contorcia, e rebolava. Chegou a um certo ponto em que tiro a pica, pois estava prestes a gozar, e eu não queria gozar sem comer aquele lindo rabinho dela.

Enquanto ela pega o gel, eu saio da cama e fico de pé, fazendo menção de queria comer ela dali. Após passar o gel, ela fica de quatro, e solicita então que eu a comesse. E lá vou eu meter pica naquele cuzinho suculento da Bruninha. Eu vou bombando aquele cuzinho dela bem gostoso, mas o furor sexual da Bruninha é tamanho, que quando dou por mim, é ela quem está bombando minha pica com o seu cuzinho. Ela então se cansa, se deita em posição de frango assado e pede que eu continue a meteção.

Dou lhe mais umas lambidas em sua xota melada, e no seu botão quente e apertadinho. Me posiciono, e passo comer o cuzinho dela, uma vez mais. Enquanto eu brocava seu cuzinho formoso, parece-me que ela teve um insight, pois ela do nada soltou, “a nossa conhecida disse que você era conversador, mas me dei conta que comigo você conversou quase nada”. Então lhe respondi de chofre, “o que estamos fazendo nesse momento, não deixa de ser uma conversa. Afinal, os corpos não se pronunciam apenas pelas palavras, mas também por outras vias, como pelas mãos, pelos beijos e pelo sexo.”. Bruninha então me presenteia com um belo sorriso, e me diz de modo bem imperativo, “me come gostoso!”. Volto a penetrar seu cuzinho, enquanto ela abraçava minhas costas alvas e hirsutas me apertando contra ela, lambendo meu ouvido e sussurrando dentro dele, “filho da puuutaaa, filho da puuutaaa, come sua cadelinha, come...”.

Continuo trabalhando como um cafre o cuzinho apetitoso da Bruninha, até que meu velho corpo dá sinais de desgaste, e sinto câimbra em minha coxa direita, uma dor lancinante que me faz ceder posição (preciso urgentemente passar num hortifruti para comprar bananas. Dizem que o potássio dessa fruta é um santo remédio contra câimbras. Comprarei três cachos).

Bruninha que estava em posição de frango assado na cama, passa a ficar deitada virada para cima, com a cabeça de fora da cama, de modo que sua boquinha ficasse disponível para mim. Retiro então o preservativo da pica, e passo a alternar entre enterrar a rôla na boquinha dela, e dar uma punhetada vigorosa, voltando a colocar a pica em sua boca. Faço isso até gozar... A Bruninha como pessoa zelosa que é, abocanha a minha vara para deixá-la limpa e lustrosa.

Depois dessa mini maratona sexual, vou em direção a cama estando um tanto trôpego, enquanto a Bruninha se levanta para fazer higiene bucal. Logo em seguida Bruninha pergunta se quero tomar uma chuveirada quente, o que aceito de bom grado. Saio do chuveiro, e enquanto me visto, a Bruninha fica me beijando e fazendo carinho em meus cabelos grisalhos. Depois me levanto, beijo-a de maneira reverencial e digo que poucas mulheres haviam me proporcionado prazer tão intenso e majestoso, e que ela era muito especial. Depois de tais afabilidades, me despeço, e rua.

Elogiar a Bruninha é chover no molhado. Ela é bem conhecida por aqui, merecidamente. Além de linda, perfumada e formosa, Bruninha exerce seu ofício com muito afinco e alegria. Recomendadíssima!

Então é isso, queridíssimos amigos do GPzismo. Abraços, e até a um próximo relato. Valeu! Yes

P.S.: Sempre gosto de comentar sobre a questão do sexo anal. Lembrem-se amigos, não é porque ela fez comigo, que ela será obrigada a fazer com todos. É sempre preciso perguntar de maneira franca, se a acompanhante está disposta a essa modalidade sexual naquele momento, pois elas nem sempre estarão. Sexo anal não se exige, mas se solicita. Tudo é questão de conversar.