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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
No mar de opções que o mercado da massoterapia oferece resolvi me afogar nas mãos de uma mulata de olhinhos brilhantes, lindo sorriso largo e corpo sarado. Esculpida no cross fit do dia a dia, com nutrição orientada por especialistas, Sarita faz o tipo brejeira, escondendo em seu jeito simples a mulher deliciosa que é - da pessoa bem humorada e inteligente, à GP sedutora, foguenta e maliciosa. Verdadeiro achado, por isso peço licença para me alongar…
Passista profissionsl, com trabalhos em países da Europa, Sarita passou anos dividida entre Itália e Suíça até decidir voltar ao Brasil. Investiu em cursos de massoterapia e passou a assumir a “massacanagem” após alguns meses de trabalho na sala da Helene, no oitavo andar do 232 da CdB. Hoje, com idade entre 35 e 40 anos, atende na sala que divide com uma amiga no 377 da CdB, próximo à Praça Saenz Peña, na calçada do Banco do Brasil. Prédio com subida liberada.
O lugar é simples: duas cabines refrigeradas que acomodam os dois corpos sem atropelos. O banheiro não é apertado, mas não tem o box para evitar a molhação. Mas é bem cuidado e limpo. O único senão: as toalhas não são ensacadas. Sarita havia acabado de chegar do treino e ainda tinha o corpo aquecido. Os cumprimentos formais na recepção logo denunciaram pele lisa, sedosa e cheiroso do creme pós banho…
Gostei.
Ducha, troca de olhares, sorrisos recíprocos e logo me acomodo para a massagem. As mãos pequenas produzem uma pegada segura, de média intensidade, bem relaxante. Sarita tem papo agradável, gosta de interagir, e a primeira esbarrada me pegou de surpresa. Ela pediu desculpas, mas deixei-a à vontade e ela entendeu o recado. À partir daí o jogo foi outro. Me contorci toque após toque tentando disfarçar meus encanto e desejo.
Percebi que antes mesmo de virar o corpo Sarita já se desnudara, tendo apenas uma provocante calcinha a adornar a cintura esculpida pelos exercícios. Acreditem, confrades: ela deixou sobre minhas costas e quando suspirou em meu pescoço pude sentir os músculos de suas coxas e seus mamilos, enquanto as mãos acarinhavam meus bíceps e tríceps. O termo é exatamente este: acarinhar! O silêncio denunciava: já não era mais uma massagem.
Pedi licença para me virar e sentei-me na maca, trazendo o corpo dela junto ao meu para beijar-lhe a boca e mergulhar no pescoço perfumado. Com o sorriso aberto, pude reparar no dentes bem tratados fazendo brilhar seu sorriso angelical. Beijos, carícias, gemidos… e a coloco na maca. Beijo seus pés, coxas, virilhas e barriga… até mergulhar no grelo entumecido, saliente e convidativo. Sugava-o com vontade, por ora passeando com minha língua pelo ânus perfumado da dama.
Depois que a vi com os olhinhos revirados, me puxando pela nuca e se abrindo, generosamente. Subi para mais uma sessão de beijos, olhando fundo nos olhos dela e pedindo o EPI para penetra-la. Ela mesmo me vestiu, se empinou na maca e me guiou para dentro de sua grutinha. Com rosto grudado no estofado, ela revirava os olhinhos e mexia os quadris. Eu tentava ir mais fundo com estocadas firmes e um medo de explodir num gozo intenso.
Tirei de dentro como se tivesse escapulido e na hora de retornar, sem querer, o pau escorregou na direção do anus. Ela sentiu o tranco e virou o rostinho reclamar. “No cuzin….?” Antes de terminar a indagação já mergulhou o rosto na maca e soltou um gemido que me fez gozar mares e oceanos, enquanto empurrava para trás os quadris bem trabalhados.
Conversamos, sorrimos, trocamos experiências de vida… Sendo bem sincero, confesso que não tinha grandes expectativas. Foi, porém, um dos melhores atendimentos que recebi este ano. Pelo conjunto da obra, incluindo proximidade e o jeitinho diferente da menina. Uma experiência daquelas que cativam e fazem com que a visita seja uma rotina em nossas vidas…