26 de Setembro de 2023 às 23:55
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

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SIM

ANAL

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REPETECO

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Dentro do elevador de um prédio localizado no miolo da Praça Saenz Peña, no centro da bucólica Tijuca, eu estava me sentindo desconfortável com um velhinho me encarando como se fosse o exorcista.

— Meu filho, qual a sua religião? — o sujeito me pergunta do nada dentro de um elevador.

— Olha, não sei. Acho que a minha religião é a vida — respondo como quem estivesse abafando.

— Você não tem fé? — o vetusto insiste.

— Vou citar a Rita Lee, meu senhor: “não acredito em nada, até duvido da fé.”

O andar não chegava e meio delirante pelo calor que me assolou na rua e pelo semblante tenso do ancião, eu o imaginei sacando um crucifixo, uma bíblia, um colar de alho, uma estaca e partindo para cima de mim. A porta se abriu antes que a cena do terror se confirmasse. Corri para o corredor do andar e o velho seguiu sua saga de ascensorista do Van Helsing.



Carol me convidou para conhecer uma de suas amigas, a Bianca Santos. Convite de Carol é ordem, me desloquei pelas brasas da Conde de Bonfim e alcancei o prédio na hora marcada. Após escapar do exorcista, toco a campainha e a porta se abre...

Bianca deve ter 1,60m, cabelos negros cacheados, rosto simpático, sorriso carinhoso, me recebeu com alegria e me conduziu a sua cabine. Lugar espaçoso, ar-condicionado perfeito, do jeito que os pinguins curtem. A moça me trouxe uma toalha. Ducha e cama.

Eu me atrevi a dispensar a massagem logo de início e saltei para beijá-la, Bianca não recuou, encarou. Bons beijos, língua com língua, um bom amasso para despertar o meu diminuto Pikachu — o Breve.

Bianca tira a roupa e exibe o corpo no melhor estilo saradinha. Seios pequenos e firmes, bunda de capa de revista, barriguinha zero, coxas grossas, um filé mignon que faz a gente salivar como um canibal faminto.

Eu me deitei e ela veio por cima, lambeu meu tórax, beijou meus mamilos, deu mais linguadas em minha boca, enquanto isso o seu corpo roçava no meu, talvez produzindo faíscas e pequenas ameaças de incêndio. De repente, sinto o meu combalido pênis sendo abocanhado com entusiasmo. Orei aos Deuses da Ejaculação Precoce que me poupassem. Bianca chupa como se o pau fosse resultado de uma receita gourmet, ela saboreia como se estivesse diante de uma peça de churrasco, lambe como um sorvete recém-comprado numa carrocinha de rua, o engole até o talo como se quisesse nos engolir junto. Boquetão.

Interrompi sua boca antes que fosse tarde demais para mim. Ajeitei-a na cama e explorei sua vagina com a minha língua, o grelo em alto relevo eleva o prazer daquele que chupa, lambi, apertei com os lábios, mordisquei... Bianca gemia, se contorcia e demonstrou gozar. Delícia.

Bianca ajusta o gorro no breve Pikachu e vem por cima. Esfrega-se alternando com quicadas, seu rosto se contorce no tesão, rebola, esfrega mais, pressinto a síndrome do vulcão peniano e peço para que ela volte a me chupar. A menina me atende, cai de boca e gozo todas as páginas do roteiro de Titanic em sua boca.

Quase sem fôlego, me levanto, me visto, pago e me despeço com aquele gostinho de quero mais. Retorno às ruas fumegantes da bucólica Tijuca. Bianca vale e irei voltar.