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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Volto aqui para trazer mais um relato. A musa da vez é a inefável YVY.
A história desse encontro remonta uma tentativa frustrada de contato há alguns meses. Vi seu anúncio no site PA. Achei interessante pois ela atende em minha região, então entrei em contato com ela. Como ela teve certa dificuldade em me responder, acabei deixando-a de lado, pois achei se tratar de mais um costumeiro engodo daquele viveiro de fakes. Ledo engano.
Tivemos a oportunidade de nos reencontramos aqui no chat do ARENA, dias atrás. Obviamente, não fazia ideia de quem se tratava, mas me interessei pois ela disse atender aqui perto de minha paróquia. Quando fui inserir seu contato em meu telefone, vi que o número já aqui constava, quando percebi de quem se tratava. Bom, fizemos uma rápida conversação pelo Zap, onde ela me passou o endereço do atendimento, e outros dados necessários para o encontro. Tudo acertado, encontro marcado. Agora era ir para o abate.
Como sempre faço, comentarei o local de atendimento. A Yvy me atendeu em Olaria, numa rua paralela a Av. Brasil. É uma casa 100% residencial, mas que tem um espaço improvisado para a realização de massagens. Tal espaço conta com um sofá, maca, e um operoso ar-condicionado. Não é o tipo de ambiente que aprecio, pois depois de uma certa idade valorizamos uma boa cama, mas também não fico sofrendo por conta desses detalhes menores. Segundo a Yvy, ela vai começar a fazer boa parte de seus atendimentos no 184 da BL, lá no Largo do Machado. Portanto, talvez os próximos que marquem com ela, já seja em seu novo local de atendimento.
Agora falemos do encontro propriamente dito.
Chegando ao local, Yvy já me recebe com muita alegria e afeto na porta da casa, dando-me um meigo e doce beijo na boca. Ela me convida para entrar, e pergunta se quero beber algo. Não gosto de dar trabalho, mas como ontem fazia um calor inclemente, aceito um copo de água. Ela pergunta se quero tomar um banho, digo não haver necessidade, pois tinha acabado de tomar um. Daí então, bem rapidamente, Yvy me leva para o tal espaço de massagens. Sentamos ambos no sofá, conversamos um pouco para quebrar o gelo, até que num momento ela coloca a mão no meu pau, apertando-o com muita ênfase, e me pergunta: "Querido, você vai querer fazer uma massagem, ou vamos logo para o finalmente?". Eu opto pela segunda possibilidade.
A Yvy, imediatamente, ajoelha-se em minha frente, tira minha calça, minha sunga preta, e começa a mamar minha pica como uma bezerrinha faminta. Senhores, a mamada estava tão intensa que eu comecei a sentir o poder do pecado sobre mim. Com a mesma intensidade que mamou meu pau, Yvy começou a mascar o meu saco, e também a fazer uma gostosa massagem prostática (ela tem certificado de massagista real). Ela ficou ali por um bom tempo. Quando eu já não aguentava mais, e com receio de gozar antes da hora, a tomo-a pela nunca, e trago ela para perto de mim, para que pudesse beijá-la. Enquanto eu a beijava, passava a mão em sua xota, e deslizava os dedos no seu botãozinho. Ela como uma voz sussurrante disse em meus ouvidos que "eu era um coroa putão gostoso". Minha modéstia me restringe a concordar com esses elogios, mas aceitei-os de bom grado.
Depois de pé, mando que ela fique de joelhos, para entupir a boquinha dela com a minha pica, mais uma vez. Ora eu enterrava a rola de cima para baixo, quase enfiando o saco na goela dela, ora ela mandava eu bater com rola na cara dela, pois ela diz gostar muito de sentir um pau batendo em sua face.
Sentindo que a minha pica estava latejando, e que eu suava como um porco, ela pergunta se eu queria meter nela naquele momento. Respondo-lhe, "Por bondade, minha bela, é que estou sentindo meu corpo fervendo aqui". Coloco ela de quatro no sofá, e começo a trabalhar a bucetinha e o cuzinho dela com a minha língua. Em seguida, digo pela ela pegar o preservativo, pois queria comê-la. Ela coloca a camisinha na minha pica com uma habilidade pouco vista por mim, então virando a sua bundinha bronzeada com marquinha de biquíni em minha direção, para que eu pudesse penetrá-la. Amigos, as bombadas estavam tão gostosas, que eu já estava quase enfiando o saco na xota dela. E isso com a Yvy gemendo, e pedindo "para eu meter gostoso na cadelinha safada". Quando minhas costas começaram a doer, pedi para mudar de posição, ela se vira, e arreganha bem as pernas no ppmm. Volto a meter a pica, até que eu já exausto e sentindo minhas pernas ficarem bambas, resolvo tirar a pica, e cair de boca naquele bucetão. A xota dela estava tão melada, que lambuzou a minha testa!
Depois de muito lamber, ela passa a se masturbar no grelinho, enquanto eu meto dois dedos naquela buceta melada dela, quando ela dá um urro, até brotar um sorrisinho gostoso em sua face. Ela diz que havia gozado, que estava exaurida, que eu esperasse um pouco para ela se restabelecer.
Assim que se recupera, ela pergunta qual seria a melhor forma de me fazer gozar. Eu respondo que vou punhetar, e que ela me auxiliasse lambendo a minha pica. Enquanto eu fico punhetando o meu pau, com uma perna no chão e outra em cima do sofá. a Yvy fica de joelhos mamando meu saco, minha pica, e a minha virilha. Quando ela sente que vou gozar, ela engole a minha piroca, para eu poder despejar minha seiva dentro da sua boca. Caio semi-morto no sofá, e a sessão está encerrada.
Enquanto me visto e peço o Uber, conversamos mais um pouco. A Yvy é uma mineirinha simpática, atenciosa e muito comunicativa. Ela tem um interesse genuíno em querer agradar o cliente. Quem quiser uma foda gostosa e sem frescuras, essa baixinha das Minas Gerais é uma ótima pedida.
Então é isso, meus caros. Até o próximo relato!