BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
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REPETECO
SIM

Ser um homem velho é maravilhar-se pouco, porém, quando um acontecimento qualquer nos surpreende os sentidos, experimentamos o assombro da ressurreição.
A atmosfera noturna parecia prestes a incendiar-se, o calor era intenso, as ruas exalavam um hálito fumegante. À meia-noite, quando Pérola desembarcou do táxi em frente ao meu chalé nos alpes tijucanos e eu ressuscitei com a força das paixões da juventude.
Bem-vestida, com uma roupa justa delineando as curvas vertiginosas do próprio corpo, Pérola se aproximou e me ofereceu um beijo. Entramos no chalé. O silêncio da madrugada envolvia tudo, eu já não era o Highlander andarilho vagando pelas ruas escuras e desertas, caçando vampiras, driblando as adversidades. Eu estava com Pérola, a joia da coroa.
Ela entra no chalé, não perde tempo, se despe, exibe o seu corpo sinuoso e provocante, o orgulho da mulher jovem. Pérola é espontaneamente sensual, a pele é revestida por um bronzeado que nunca se desfaz, coxas grossas, bunda empinada e volumosa, barriguinha zero.
Diz que quer uma foto junto aos livros, são poucas as que eu permito compartilharem da minha biblioteca, somente as especiais, as educadas, as que sabem demonstrar carinho e respeito. Ela se posiciona e fotografo uma obra de arte entre as obras de arte.
Na cama, dividimos uma garrafa de uísque, Pérola gosta de beber uísque e isso nos aproxima ainda mais. Embolamo-nos em beijos famintos, com gosto de malte escocês, nossos corpos se roçavam, friccionavam-se na fome afrodisíaca da libido. Deslizei sobre a menina e engoli os relevos da sua boceta, lambi, chupei, mordisquei. A garota se contorcia, gemia alto, apertava a minha cabeça entre as coxas. Puxei o meu aparelhinho de eletrochoque e o apliquei sobre o clitóris, Pérola quase levita na cama, revira os olhos, murmura palavras que não entendo, goza em espasmos incessantes.
Recupera-se e avança para me aplicar um boquete. Engole o meu combalido pênis, lambe o meu saco com a língua quente, me masturba. Eu resisto. Então, prepara o caminho, vem por cima e monta sobre o meu pau, rebola, quica, esfrega. Sinto as ondas vulcânicas se aproximarem.
Peço que ela fique de quatro, não há paisagem mais erótica do que a Pérola de quatro. Ajoelho-me como quem faz uma oração, penetro na vagina morna e úmida, começo as estocadas, Pérola volta a gemer, se empina mais, o tobogã erótico se arma diante dos meus olhos, continuo deslizando para dentro, socando forte o meu pau contra a boceta enxarcada de tesão. Não consigo mais segurar, arremesso a minha história genética para dentro do látex. Desabo no colchão. Noite perfeita. Fim de jogo.
Bebemos, conversamos mais um pouco e Pérola precisa ir embora. Embarca no táxi e adeus... Retorno ao interior do Chalé com a sensação de leveza. O silêncio volta a me envolver, mas estou longe da aridez das ruas, das inquietações das esquinas, do negrume do asfalto. Até quando? Até a próxima batalha, pois um Highlander só morre se lhe cortam a cabeça e a espada de um Libertino só cai se ele não renova o brilho do aço. Libertine-se.
HIGHLANDER