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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
TALVEZ
A cheirosa que protagonizou o TD, em cujo relato os porei ao corrente, é a alva e singela BÁRBARA GAÚCHA!
O evento deu-se a coisa de 4 ou 5 dias atrás. Estava o velho Grisalho aqui com aquela conhecida sensação de agonia, típica daqueles momentos em que estamos com um certo acúmulo de sêmen, quando resolvi recorrer ao catálogo de cheirosas VIPs aqui do Arena, tendo em vista a resolução desse problema.
Pouco antes de começar a procura, a única condição que me impus, foi de que tal encontro não seria um repeteco. Após uma rigorosa varredura pelo acervo, deparo-me com aquela dama, branquinha e de cabelos claros, que eu nunca havia visto por ali. Confesso que o fato dela se dizer gaúcha, foi determinante em minha escolha, afinal, já fazia bastante tempo que eu não transava com alguma mulher que não fosse aqui do RJ. Pronto, decidi quem iria arrancar-me da letargia em que eu me encontrava.
Peguei o Zap da princesa, entrei em contato com ela, e finalmente, marcamos o encontro.
O local de atendimento da Bárbara é na rua Evaristo da Veiga, bem próximo ao AA 37. É um prédio moderno, que no momento em que fui, não exigiu nenhum tipo de identificação sequer. A única coisa que o porteiro perguntou, é em qual andar eu iria. Ao chegar na porta do apartamento da cheirosa, uma curiosidade: Ela obriga os clientes a tirarem os seus calçados, e entrarem descalços em seu apartamento. Achei um pouco estranho tal procedimento, mas resolvi não questionar.
A Bárbara já me aguardava usando uma lingerie preta bem convidativa. Me apresentei a ela, e imediatamente, ela perguntou se eu gostaria de tomar um copo de água e ir tomar um banho. Aceitei a água, mas disse a ela que havia acabado de tomar banho (e tratava-se de uma noite bem fresca, portanto, não havia suado nada do caminho de casa até o local). Ela então disse que eu não precisava me banhar, mas que deveria ao menos fazer um "lava pau". Não vi problema no pedido, até porque, eu já queria ver como era o chuveiro do apartamento, e ele estava bem nos conforme, água com pressão e bem quentinha.
Ao sair do chuveiro, apenas de toalha, ela pergunta para mim se a nossa sessão iria ser "completinha ou não". Saquei o envelope com o seu cachê, e disse que o valor ali contido, iria dar tal resposta. Explico ao confrades: Bárbara cobra 200 Reais pelo programa básico, mas com direito anal, ela cobra 250. Ao conferir o valor posto no envelope, ela dá um sorrisinho travesso e diz, "hum, já vi que você é safadinho".
Aproveitando o ensejo, concluo a descrição da Bárbara para os amigos: Ela é bem branquinha, baixinha e delgada. Trata-se de uma balzaquiana, que eu diria ter uns 38 anos. Ela fala com um sotaque gaúcho bem pronunciado, mesmo assim, para puxar assunto, eu pergunto se ela era realmente gaúcha. Ela então aponta com sua cabeça em direção a uma estante, onde estava uma cuia com uma bomba, que os gaúchos utilizam para beber o Amargo. Bárbara então indaga se eu gostaria de conhecer tal bebida no pós programa, eu aceito a oferta, mas disse que não seria o caso de conhecer, pois já sou familiarizado com a bebida, por ter tido amigos do Rio Grande do Sul. Enquanto ela vai adiantar o preparado, eu fico aguardando a cheirosa em pé, ao lado da cama.
Minutos depois, vem a Bárbara, que senta na cama, e pede para eu abrir a toalha, quando ela dá uma examinada na minha rola, para ver se estava tudo bem. Só essa apalpada dela, já foi suficiente para deixar a minha pica animada. Pergunto se está tudo nos conforme, se está tudo ok. Ela balanceia a cabeça, assentindo que começássemos então a foda. Eu já subo na cama, e fico de pé frente a ela, que não perde tempo, e engole a minha piroca com garra. Ela mama gostoso, sem fazer facefuck, mas não regula não. Chupa, lambe, cospe, masca o saco e volta a chupar com muita voluptuosidade. Depois de alguns minutos, eu digo, "então gauchinha, pelo que sei, muitas de suas conterrâneas sonham em mamar pau de carioca. O jeito que você está me mamando confirma tal boato". Ela diz que não pode falar pelas gaúchas, mas que ela especificamente, adora pagar um boquetão para a cariocada. Então eu arremato: "Princesa, aproveita então, e mama a pica desse carioca aqui, que hoje, é só sua". E ela continua sugando gostoso.
Depois de vários minutos recebendo um boquete vigoroso, peço para retribuir a gentileza, e fazer um oralzinho nela. A safada deita, e já arreganha as pernas, então eu tiro a lingerie dela, vou ao seu pescocinho para dar uns beijinhos, desço até aos seus seios pequenos, percorro o seu abdômen, até chegar na xotinha, que a essa altura, já estava meladaça.
Depois de lamber a xotinha da Bárbara, solicito a camisinha, pois queria penetrá-la de quatro. Ela encapa minha pica, e vira aquela bundinha branca e macia dela em minha direção. Coloco a rola gentilmente, e começo a macetá-la, de modo bem cadenciado. Fico macetando a gostosa por vários minutos, e começo a suar muito, muito mesmo. Aproveitando que eu não queria gozar naquele momento, pois estava amarradão em comer o cuzinho da Bárbara, tiro a pica da xotinha dela, e peço para ela averiguar se tinha algum problema com o ar-condicionado. Ela vai ver, e constata que o aparelho estava ligado na potência mínima, e por isso não estava dando vazão. Problema contornado, aviso que vou querer degustar o cuzinho dela.
Ela pega outro preservativo, e quando volta, a minha pica está meio amolecida por conta do nosso pit stop. Ela volta a mamar meu pau para reanimá-lo, enquanto eu fico apertando e abrindo aquela bundinha dela, que estava bem de frente pro espelho. Aquela imagem encantadora da raba macia dela sendo massageada pelas minhas mãos ásperas, somado ao boquete babado dela, reanimaram o meu pau, momento em que ela voltou a encapar minha pica e a ficar de quatro, dessa vez, para dar o botãozinho.
Coloco a pica no rabinho da Bárbara, bem devagar, e assim vou estocando por alguns poucos minutos, e ela gemendo bem gostosinho, indicado que estava gostando de ser comida pelo rabo. Só que, quando faço menção de aumentar um pouco a velocidade, afinal o intuito ali é gozar, ela começa a demonstrar receio, e fica dizendo para "eu ir mais devagar". Eu fui indo, fui indo, fui indo, até um momento em que eu disse: "Minha filha, mais devagar que isso, só parando". Então eu perguntei a ela, como ela iria se sentir mais confortável, para fazer anal. Ela me pega pela mão, me faz deitar do lado de trás dela, e diz que vai encaixar minha pica, de modo que eu faça anal nela de ladinho.
Aí a coisa melhora, pois enquanto vou metendo a pica na Bárbara, e falando umas putarias em seu ouvidinho, ela vira a cabeça para me beijar, ao mesmo tempo em que toca siririca. Ela então começa a se contorcer, até que finalmente, goza. Eu espero ela se restabelecer um pouco, quando ela pede para voltar a ser penetrada, até que eu gozasse. Eu agradeço a oferta, mas como eu estava ciente de que o tempo acordado por nós estava chegando ao fim, aviso que vou tirar o preservativo, para me punhetar, e então gozar. Ela fica um pouco chateada, pois disse preferir que o cliente goze enquanto penetra ela. Para compensar essa frustração, ela fica ao meu lado, e coloca a xota dela bem na minha boca, para que eu chupasse a bucetinha dela, enquanto me punhetava. Calculo que uns três minutos depois, despejo a seiva da pica... Então a sessão está encerrada.
Enquanto estou me recuperando da foda, a Bárbara deita ao meu lado, para fazer carinho em meu peito suado e peludo. Minutos depois, me levanto, e aí sim, vou tomar um banho geral, enquanto a Bárbara vai pegar o Amargo que havia prometido me servir.
Banho tomado, e já devidamente vestido, vou até a Bárbara para tomarmos o Amargo juntos. Ficamos conversando amenidades, até que acabo de sorver o preparado feito pela Bárbara, agradeço a hospitalidade, e rua!
Companheiros, quem tiver vontade de conhecer uma mulher meiga e gentil e tem um certo fetiche em comer uma bucetinha sulista, a Bárbara é uma ótima pedida.
Fim de relato. Abraços cordiais para todos!