BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Fim de ano, semana tranquila no trabalho, eu e os poucos colegas que estavam presentes no último dia de expediente, começamos a conversar e a prosa inevitavelmente chegou no ponto onde todos concordavam: o quão tedioso seria esperar a hora de ir embora, afinal não tínhamos absolutamente nada pra fazer naquele momento. Eis que nosso supervisor profere as seguintes palavras mágicas: "Galera, quer saber? Vamos meter o pé que eu abono as horas de vocês.
Em 15 minutos estávamos todos prontos. Enquanto caminhava até a saída da empresa, os pensamentos libidinosos começaram. Uma oportunidade dessa não cai no nosso colo com frequência. O plano se desenrolou rapidamente: local definido, faltava só a cúmplice. Considerando a hora, teria que ser um tiro no escuro. Então, era torcer pra me dar bem tal qual a desbravada anterior. No trajeto até o local, fui pesquisando quem atendia nas cercanias do Pólo Norte (a saber, escolhi o Bariloche por questões logísticas). Quando bati o olho no anúncio da Layla [o](que já tinha visto anteriormente) entrei em contato para saber mais detalhes sobre o atendimento e, mais importante, se ainda estaria disponível. Tudo acertado, dúvidas sanadas, fechamos pouco antes de eu chegar no motel.
Ao chegar, mando foto da chave e vou ao banho. Mesmo tendo dito que chegaria em poucos minutos durante a conversa inicial, avisou que se atrasaria um pouco pois estava com dificuldade pra conseguir um Uber. Logo, ela informa que está a caminho e em menos de 10 minutos a recepção informa sua chegada, devidamente autorizada. Seguiram-se aqueles momentos de apreensão até que a campainha toca e abro a porta. A menina é fidedigna às fotos que publica: cabelos longos com algumas mechas loiras, magra de corpo esguio, um pouco mais baixa que eu (diria que tem aproximadamente 1,70m), seios grandes e volumosos, e uma bunda não muito grande, mas boa de apertar.
Trajando um vestidinho preto e salto, Layla me cumprimenta com um sorriso e um selinho. Batemos um rápido papo e ela vai tirando a roupa pra tomar banho. Sai se sentindo mais refrescada e comentamos sobre o calor que estava fazendo. Pergunto se ela quer beber algo e a resposta foi: "Nunca vou negar uma cervejinha". Fomos bebendo, conversando e chegando mais perto. Dali a pouco, os copos foram deixados de lado e começamos a pegação. Seus beijos não são intensos, com aquela entrega toda, mas ela não refuga nem se esquiva.
Quando sua mão acha Rudolph, sua boca vai ao seu encontro. Chupada boa, iniciando pela cabeça com movimentos circulares e depois desce até a base. Ficou um tempo ali até que peço pra invertermos as posições. Depois de beijos em sua boca, pescoço e naqueles seios voluptuosos, desço até sua bucetinha, depilada, carnuda e com um piercing no grelinho. Chupei muito, ela foi se contorcendo e gemendo, apertando os mamilos ... Quando achei que ia gozar, ela diz: "Mete! Agora!". Mesmo não tendo terminado meu trabalho, achei por bem atender o anseio da jovem dama.
Vestimenta colocada, ela continua deitada de costas. Entendi que queria começar assim. Então, fomos de PPMM. Que bucetinha apertada. Passo meus braços por trás dela e a seguro pelo ombro, dando estocadas mais firmes. Ela entrelaça as pernas na minha cintura, me segura pelo ombros também e geme mais alto. Sinto ela ficando bem molhada (o lençol confirmou depois) e finalmente goza. Demos uma pausa, pegamos mais umas cervejas e ficamos conversando, rindo e bebendo.
Depois de esvaziarmos os copos novamente, Layla me olha com uma cara de sapeca dizendo: "Sua vez de gozar, né?". Já mete a mão no meu pequeno companheiro de aventuras mais uma vez e chupa, só que com mais intensidade que antes. Segurei-a pelos cabelos e acariciava seus seios até ela conferir que seus lábios cumpriram a missão de deixar Rudolph a postos. Nova capa, pensei em pegá-la de quatro, mas lembrei como ela é apertada e achei que seriam dois HO HO HO e o Mau Velhinho esvaziaria o saco. Pedi pra ela vir por cima. E ela veio. Com vontade. Começou num vai-vem pra ajeitar o encaixe, depois deu umas reboladas de fazer inveja à muita odalisca. Aí, ergueu os joelhos pra iniciar as quicadas e foi a minha ruína. A cada descida, os olhinhos deste que vos escreve reviravam e não demorou muito pra inundar o preservativo.
Ainda em êxtase, estirado na cama, ela me ajuda a limpar o "estrago" e pergunta se gostaria de mais uma cerveja. Concordei, ela nos serviu e ficamos papeando. Próximo do fim do nosso tempo, tomamos nossos banhos, pago a conta do motel e fomos embora no mesmo Uber. Deixo Layla na porta de casa e sigo meu caminho.
Num rápido resumo, Layla é uma companhia muito agradável. Tão boa de papo quanto de transa. O contato no WhatsApp é bem tranquilo e, comigo, não demorou muito. Recomendada pelo Mau Velhinho.
