25 de fevereiro de 2024 às 18:58
MARIA LUIZA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Malu

Novo encontro com Malu, desta feita (pela segunda vez) em seu privê. Chego, e ela ainda está arrumando suas coisas, pois resolveu se mudar para a sala vizinha, mais aconchegante, porém sem minha maca. Tudo bem. Nada relevante. O que importa é que Malu esteja saudável e que me receba como sempre me recebeu, maravilhosamente.

Uma semana sem vê-la parece uma eternidade. Gosto de ficar na frente dela, só encarando. Ela encara de volta. É tinhosa, a danada. Mas, com o passar do tempo começa a ficar sem graça, desvia os olhos e ri um pouquinho. Assim consigo desarmar uma camada de blindagem dela. Parece besteira, mas me divirto com isso.

Gosto também de acariciá-la bastante. Na verdade, gosto de cuidar dela, ser gentil, aconselhá-la, pois o início dessa vida de GP no Rio é complicado, cheia de armadilhas. Acredito que seja recíproco o cuidado dela comigo; tenho percebido alguns gestos que reforçam essa suposição.

O importante é que ficamos sempre um tempão nos dedicando aos carinhos. É impressionante como essas preliminares são suficientes para excitar Malu. Não tarda muito, e ela fica bem molhadinha ..... uma delícia.

Começo a percorrer sua curvas e algumas reentrâncias, isso sem esquecer de seus super tesudos peitinhos, cujo bicos chegam a ser indecentemente sensíveis, quase como a ppka. A bunda de Malu (imponente e rígida) me deixa meio perdido, sem saber o que fazer com tudo aquilo. Sua fenda interglútea (crena interglutealis, sulcus glutealis) é super profunda, o que acaba servindo de muralha de defesa a incursões mais ousadas rumo ao seu furico. Nunca vi algo parecido. É uma barreira natural, vegana.
 exemplo de sulcus glutealis
Não me canso de percorrer seu tronco, cintura e pernas, com as mãos, com a boca. São curvas fabulosas, cheias de armadilhas letais.

Mas tudo tem o seu limite. Nessas minhas brincadeiras, quem sai sempre perdendo, é o pobre Watson, meu inseparável companheiro. O coitado fica em riste desde o início do rala rola, sem que receba qualquer atenção especial; às vezes por mais de uma hora. É demais para ele, tadinho. Quando chega a hora do “vamos ver”, já perdeu o viço. Preciso encontrar um meio termo para essas preliminares. Talvez dividir em duas seções, não sei.

Malu, alma sensível, ainda tentou aliviar o sofrimento de Watson com um oral de responsa. Mas eu não gozo só com oral; só me instiga a retribuir na ppka. Foi o que fiz, para a felicidade dela, que depois de uma meia hora gozou copiosamente, pra variar, bem encharcada.

Chegou a vez de Watson (finalmente). Dessa feita tentei começar a trepada na posição de ladinho, por trás, mas não deu encaixe. “Pouco pau pra muita bunda” - disse eu. Rimos muito e partimos para o papai mamãe (em tesoura), com encaixe pra lá de gostoso. Em seguida Malu me monta de frente e me come (como gosto) com umas beijocas carinhosas sempre que nos aproximamos mais. Aí quase me rendo; mas tenho muita dificuldade em gozar com camisinha.

Partimos então para uma das minhas finalizações preferidas. Uma salada Waldorf, combinando o pau roçando os super bicos de seus seios, punheta e oral “nimim”, siririca nela. O tesão de Malu nessa sarração se estampa claramente em seu rosto. Ela curte muito. Logo logo gozamos juntos numa explosão de prazer que se estendeu bastante pois, apesar do cabeçote ficar bem sensível, adoro quando seu trato continua por mais ou menos um minuto “pós ectoplasma”. É preciso saber administrar (e Malu sabe). Bom pra caralho! Quase que gozo duas vezes nessa finalização.

Habemus repeteco, no máximo, em dez dias. Fotos autorizadas pela modelo