17 de fevereiro de 2016 às 16:42
NANDA NINFETA
http://ninfetananda.wix.com/nandaninfeta
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

NANDA NINFETA (22) 99799-3093

http://ninfetananda.wix.com/nandaninfeta

Temporada - I LOVE RIO.

Na temporada anterior (VIDA LOKA), depois do primeiro encontro inesquecível, pela bela surpresa: A presença da Deusa com ar de menina no Rio de Janeiro. Fiquei buscando informações para a abertura da nova temporada (I LOVE RIO) na cidade maravilhosa. Ficamos trocando mensagens e informações. Minha intenção: Ser o primeiro na nova temporada.

Até que, após o carnaval. Exatamente, na quarta de cinzas; recebo a seguinte mensagem via wsapp:

Benhê, está decidido. Estou me programando para estar no Rio em 16 de Fevereiro.

Vc não quer ser o primeiro dessa nova temporada?


Já enlouquecido pela boa nova, respondi:

Adoraria. Será uma honra. Um grande prazer. Com certeza, mais que grande prazer. Melhor, se for mais que infinitos prazeres.

Praticamente, todos sabem aqui que dificilmente tenho interesse por repetecos. A lista de beldades a explorar, a cada dia, está sempre maior. Mas este pedido, confrades! Eu não resisti.

A Nanda tem um jeito tão envolvente de ser. Tão especial. Uma voz tão feminina. Então, marcamos para esta terça-feira, dia da sua chegada. 16 de fevereiro. Em nossas conversas via wsapp, ela confidenciou-me que o motel preferido é o “Pandal”, em Botafogo. E por incrível que pareça, ela gosta da ala daqueles apartamentos vermelhos. Os mais antigos. Clássicos. Com decoração do final do século passado. E depois de muitas mensagens de voz, marcamos o nosso encontro secreto. E sempre com aquela costumeira simpatia, característica marcante da Nanda.

=> Dicas valiosas aos confrades. Descartem perguntas idiotas. Não usem palavrões e ou grosserias. Por favor, também não me enviem MP perguntando se a Nanda é realmente bonita. Há fotos caseiras no site informativo. A beleza está nos olhos de quem a vê. Então, tirem suas próprias conclusões. Sobre o atendimento, os detalhes estão no site. “Tudo pode desde que seja permitido”. Vai depender de atitude. Do clima. Da educação. Do jeito que se pede. Da higiene. Repito: Não façam perguntas idiotas. E vasculhem bem o site da Deusa com ar de menina:

www.ninfetananda.wix.com/nandaninfeta

Na troca de mensagens, escrever corretamente é importante para se conseguir um “UP” no atendimento. Fotos de partes íntimas, ela não tem interesse em recebê-las. Ela confidenciou-me mais de dois mil bloqueios de usuários do wsapp com perguntas idiotas, e ou envio de fotos nada interessantes. Finalmente, ela trabalha no nosso instrumento do prazer pessoalmente... e como trabalha bem. Relembrando. O meu instrumento acabou de me dizer.

- Quero a Nanda! Quero a Nanda! Quero a Nanda!
- Eu sei, pintoso! Também quero! Vamos voltar ao relato.

No dia e com antecedência da hora combinada, encaminho-me ao Panda em estado de puro tesão. O trânsito, na cidade, está um inferno. Cada dia que passa, uma verdadeira loucura.

Na chegada, com o costumeiro pedido inicial da expressão “por favor”; solicito à recepcionista, que prefiro a ala de apartamentos vermelhos. Aqueles mais antigos e clássicos.

- Por favor, mocinha! Quero o apartamento que esteja em melhores condições. Lógico, dos que estiverem desocupados; quero o melhor.
- Todos estão em bom estado, senhor.
- Então, que me seja dado o mais perfeito possível.
- Senhor, os apartamentos novos são melhores.
- Senhorita. Eu quero os apartamentos da ala vermelha. Os antigos. Aqueles clássicos com a decoração do fim do século passado. A minha companhia, que ainda está por chegar, prefere assim. Eu quero agradá-la! Entendido?
- Perfeitamente, senhor. – Pensei. Que recepcionista bonita! Mas está se perdendo aqui. Pegável. Muito pegável. Só que precisa de um bom corretivo pela petulância em oferecer-me o que não foi solicitado.

O apartamento está em perfeito estado de conservação. Chegando com uns cinquenta minutos de antecedência do horário combinado, britanicamente; estou pronto, dez minutos antes do horário da chegada da Nanda. Estou arrumado, mas não pelado. (Em minha opinião, não é politicamente correto, esperar uma acompanhante, pelado ou enrolado numa toalha). As Unhas estão, perfeitamente, lixadas, sem cantinhos cortantes ou sujeirinhas. Barbeado duplamente (raspadinho, em cima e embaixo). E muito bem perfumado. Isso é muito importante para se ganhar mais atenção da Nanda. Ela se sente muito mais confortável para atender quando a higiene é o ponto alto que, em hipótese nenhuma, pode ser desprezado.

Em seguida, passo uma mensagem via wsapp, Informando o número do apartamento à Nanda. Recebo o OK de confirmação do entendimento do local. E no minuto seguinte ao horário combinado, 17:01, o fone toca. A recepcionista me informa.

- Senhor! Sua companhia chegou! – Pensei - Vai morar assim na PQP da Inglaterra, Nanda!
- Muito obrigado. – Respondi à telefonista!

Em poucos segundos, escuto passos e um subir delicado dos degraus da escada. Abro a porta! Quem chega? Quem chega? Quem chega?

A ninfeta! A Nanda! A Deusa com ar de Menina!

Linda. Sorridente. Em um belo vestidinho de enlouquecer. Na cor rosa. Como é difícil decifrar a emoção sentida. Só vejo menininhas, ainda criancinhas, usando vestidinho rosa. A ninfeta chega com seu jeito encantador. Toda bela e radiante! Em um belo vestidinho esvoaçante. Na cor. Rosa.

Êxtase. Me aproximo com carinhos automáticos. Costas da mão direita em seu belo rosto juvenil. A Mão esquerda procura envolver-se em pequenos toques de sedução. Que se iniciaram nos ombros delicados. Pescoço. Costas. Até chegar às grandes e belas curvas. O Vale do coração está totalmente coberto. Mas tenho que tocá-lo quase que sem querer, querendo muito. Seios convidativos, Duros. Dois pães-de-açúcar. Trocamos vários olhares, em silêncio, por preciosos segundos. Pequenos sorrisos. Um leve descair de nossas frontes. Então, um beijo de saudade acontece. Simplesmente, delicioso.
Perdi-me em loucos e longos beijos. E em abraços indecifráveis de sofreguidão. Quando paramos. Abri os olhos. Gritei:

- EU ESTAVA LOUCO DE SAUDADE! - Acredito que o Motel, hóspedes, funcionários, vizinhos, todos escutaram a frase.
Ela sorriu e disse:
- Louco! Você não estava louco! Você é louco! Pare de gritar, Benhê!

Querendo demonstrar minha boa ventura, ainda em tom alto de voz, continuei a proclamar:

- E EU NEM SABIA QUE ESTAVA ASSIM COM TANTA SAUDADE – Automaticamente, a olhei profundamente. Olhos nos olhos. Só que agora, sussurrando, continuei - Sinto um louco tesão por você, Nanda. Por acaso, você é uma espécie de feiticeira, bruxinha linda? - E toda serelepe. Dando voltinhas rápidas em torno das almofadas do pole dance. Dançando e mostrando um belo par de coxas torneadas, girando quase que loucamente até levantar o vestidinho rosa naquela velocidade circular; a Nanda expõe um belo sorriso nos lábios e diz:
- Sou bruxinha. Sim. Eu sou. Mas ainda nem comecei a enfeitiçar você.
- Nossa! Vc me deixou sem fôlego. Sem ar. Seus olhos em mel de tom claro. Seus cabelos. Quanto brilho. Quantos mil tons de caramelos. Cada fio mais lindo que o outro.

Ela retorna ao meu encontro e diz sussurrando ao meu ouvido:

- Só você para me elogiar dessa forma. Dizer que meus cabelos são mil tons de caramelo. Você é o único que diz isso.
- Seus cabelos são uma loucura, Nanda!
- Ok, Benhê! Vou me arrumar para você. Especialmente para você. Tenho uma surpresinha.
- Surpresinha?! Que bom!
- Sim. Vou tomar uma ducha rápida. Pelo seu cheirinho gostoso, você já está bem limpinho. Espere-me na cama prontinho para a surpresa. Não entre no banheiro, até eu estar pronta. Combinado?
- Claro. Combinado.

O som da água do chuveiro. O resto é silêncio nos meus mais profundos pensamentos. Até que resolvo quebrar totalmente todos os sons percebidos e viajo pela minha imaginação: Que surpresa será essa? Fecho os olhos. Vejo a Nanda nua. Como na nossa primeira vez. Ou com algum lingerie. Mas de qual cor? O que será que ela está aprontando? E, finalmente, retiro todas as minhas roupas. E estou preparado para o atendimento AAA da Nanda. Em poucos instantes. Não sei quanto tempo. A Nanda pergunta:

- Você está preparado?

Como assim preparado. Que pergunta doida. Quem está se aprontando e se preparando é a Nanda! Mas como eu adoro uma brincadeira...

- Nanda! Você é quem está se preparando. Eu estou aguardando a surpresa. - (rs) sorrio pela pergunta boba. O que ela queria saber se eu estava pelado. A hora de ficar pelado é quando a acompanhante volta do banheiro.
- Então, seu chatinho, bobinho e louquinho! Você está preparado para a surpresa? Não vai gritar que nem um louco!
- Ok! Estou sim! Não prometo nem silêncio. Nem gritos. Depende da surpresa!

A Nanda me sai do banheiro. Mas não me parece mais a Nanda! Ela foi abduzida outra vez? - O QUE É ISSO! – Gritei. A Deusa com ar de menina adentra majestosa em direção às almofadas do Pole Dance. Não sei se devo contar a surpresa. Não sei se quero dividir os maravilhosos momentos a seguir. Posso dizer apenas o seguinte.

Os saltos.
As meias. Rendadas do tipo arrastão.
A Calcinha. Minúscula. Com filetes de metal prateado.
A máscara do tipo de um dos livros da trilogia dos 50 tons de cinzas.
Um Chapéu, imitando um tipo dos anos 20.


Tudo em vários tons de rosa.

Ela estava sem sutiã. O Vale do coração à mostra.
Que surpresa!


A partir deste ponto, tudo foi puro êxtase.

Noventa minutos se passaram. Mais que rapidamente. Pareceram apenas dez. Fizemos sexo loucamente. Como namorados apaixonados. Até como dois animais em puro cio.

O primeiro gozo, da Ninfeta, foi em meus lábios.

O Meu, foi num belo cavalgar oferecido pela deusa com ar de Menina. Gritei em puro desfastio.

- NAAANNNNDDDDDDAAAAAAAA! LIIIIINNNNNDAAAAA! GOSSSTTTTOOOSAAAAA!

Após o segundo gozo. A Nanda derretida. Completamente suada. Sussurra aos meus ouvidos num abraço derretido:

- O nosso tempo. Acho que passou.

Fui dar uma olhada no relógio. Realmente passamos bons e calorosos minutos dos primeiros noventa combinados. Resolvi fazer um pedido.

- Nanda! Eu não gostaria que este momento acabasse agora. Foi maravilhoso! E eu ainda tenho mais gás para gastar. La plata, também.
- O que você quer, Benhê?
- Eu quero mais um período. Você tem compromisso agora?
- Você é um homem de sorte. Eu marquei encontro, hoje, apenas com você.
- Então, você pode ficar mais um período?! OBA! – Gritei sentindo pura felicidade.
- Posso ficar. Eu estou adorando estar com você outra vez, Benhê. Você é educado. Muito gentil. Cavalheiro. Sabe pedir como poucos. Sabe ser carinhoso e safado na hora certa. Levando-me ao êxtase por duas vezes. Será que você consegue uma terceira?
- Claro que sim. Seu desejo é uma ordem! Mas tenho que pedir algo mais.
- Peça, Benhê! Peça-me o que quiser. Mas vc sabe, nem tudo poderá ser permitido, principalmente para todos. mas, você...
- Nanda, eu vou pagar esse primeiro período em espécie. Vi no seu site, que você aceita débito ou crédito. Eu posso pagar no débito? Eu deveria ter sacado mais dinheiro. E olha que um outro confrade avisou (hjtoterrivel). Noventa minutos, com você, voam.
- Sem problemas. Eu sempre trago a maquininha. Mas você se incomoda em passar o cartão agora?
- Claro que não, Nanda! Não tem problema. Mas eu não poderia pagar tudo no final?
- Pode, mas veja bem! Na última vez que usei minha maquininha, ela falhou por falta de sinal de cobertura. Deu uma trabalheira sem fim. Porque se falhar de novo, vamos ter que procurar um local com banco 24 horas. Imagine! Vamos ficar rodando por aí. Além de perigoso. Poderá ser desagradável. Eu recebendo dinheiro das suas mãos fora deste ambiente. Eu, novinha! Bonitinha! De Rosinha! Você, com essa cara de lobo mau tarado! Já pensou?

Morri de gargalhar com a possibilidade. E por ter sido chamado de lobo mau tarado. Entendido como lobo mau tarado comedor de novinha.

A Nanda veste um roupão. Tira da bolsa, a maquininha. Eu insiro meu cartão na máquina. Ela comanda o valor a débito. Digito a senha. E a máquina diz:

- TRANSAÇÃO APROVADA.

Tive uma boa ideia! Essa máquina é fantástica! E sugiro à Nanda:

- Vamos começar, então, uma nova transação. Você aprova?
- Agora mesmo, querido. Mas vamos fazer o seguinte. Vamos começar um novo período de noventa minutos, depois que tomarmos uma ducha. Porque eu estou tão suada. E preciso de um bom banho.
- Puxa, Nanda! Você é demais! Não sei se mereço tanta atenção. Tanto carinho. Tantos mimos.
Nanda responde piscando os olhos.
- Você é querido! Você nem imagina, o quanto você é querido. Você é compreensivo. Você sabe agradar uma mulher.

Tomamos um bom banho. Mil carinhos. Sabonete deslizando nas curvas da ninfeta. Xampu. Cabelos molhados. Abraços. Desejos sendo desvendados. Beijos desvairados. No vale do coração. No sexo. Todo o restante foi mais que desatinado.

Trouxe a Nanda, do chuveiro à cama, em meus braços. Molhada. Despida. E outra vez, límpida.

Enxuguei-a com o maior carinho do mundo. Depois de inteiramente seca, com os dedos; fui redesenhando todas as suas curvas. Até que ela me diz, com um olhar muito carinhoso:

- Vamos contar o tempo do outro período, a partir de agora?

Como negar um pedido desses: Como vou negar? Isso é praticamente uma ordem. Não há como negar. Então, respondo:

- Você é quem comanda, Nanda! E você sempre esteve no comando. Estou todo a seu dispor. E a seu inteiro prazer.

Tivemos outros noventa minutos, ultrapassados, do mais ardente sexo. Onde nada havia sido combinado. Onde tudo foi permitido. Tudo, loucamente, abusado. Sexo sem vergonha. Safado ao extremo. Sem pudor. Sexo ultrapassando os limites da mais pura sacanagem. Enfim, levo a Ninfeta ao terceiro round de prazer.

Foram momentos maravilhosos, que jamais deveriam ser compartilhados com um bando de sonegadores.

A Nanda chegou ao motel às 17:01 em ponto. O táxi a levou, pontualmente, às 21:15. Até tomarmos outro banho. Ela conseguir ajeitar os longos cabelos. Até fazermos um lanche rápido, porque sexo bom dá uma fome! Até o garçom chegar com a conta. Até arrumarmos tudo e verificarmos se não havíamos esquecido alguns dos nossos pertences. O tempo voa ao lado na Nanda.

A surpresa especial. A Ninfeta surpreendendo até o fim.

- Querido. Quando eu faço uma surpresa especial, gosto de doar o conjunto de lingerie ao surpreendido. Você mereceu. Para você nunca mais se esquecer de mim. Tome. Guarde a calcinha, as meias, o chapéu. Quando sentir saudade. É só pegar no fundo da gaveta. Fazer carinhos. E lembrar dos momentos que vivemos aqui. Ou... só me chamar outra vez. Eu uso tudo de novo. Só para você.

Fico perplexo. Envergonhado. Não trouxe nada. A minha pressa de chegar. Então, resolvo perguntar:

- E você? O que você vai ter para lembrar de mim, Nanda! Eu não trouxe nada! Absolutamente, nada!
- Você trouxe o seu carinho. A sua atenção. O seu suor. O fruto do seu trabalho. A dedicação com que você me levou ao prazer. Isso basta.

Fico em êxtase emocional, sentado à cama, admirando as peças de lingerie. O Chapéu. O Suor. Nossos cheiros.

Finalizando, somente pelo acerto de nossas contas, em nenhum momento, senti estar na presença de uma garota de programa.
No final do jogo do prazer, empate técnico: 3 x 3. E o meu bolso e conta com furos de R$ 450,00, cada um.

E mais o período do apto do Panda com os gastos dos lanches R$ 260,00.

E se você chegou até aqui, mais uma vez; parabéns.

Obrigado pela leitura do relato. Esse não foi tão longo, mas somente nos melhores atendimentos, me dou o direito de ser o que sou.

Uso a oportunidade, que o fóruns me dão, para treinar o que mais amo fazer, depois do que relatei acima.
Repetindo. Fazer sexo é bem mais fácil do que escrever. Os dois são prazerosos. Mas sexo é muito mais.


Obrigado, Nanda!

Trepeteco. Será que vai acontecer?!

O grande risco: O vício

Ela é Ninfeta. É mulher. É linda! Deusa com ar de menina.

Escritor X.