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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A cheirosa sobre a qual irei discorrer nesse humilde relato, é a saborosa e contagiante, MARCELA LEAL!
Embora o encontro seja recentíssimo (deu-se na quinta, 07/03), o desejo de ter comércio com a Marcela sempre foi uma ideia encarcerada em minha mente. Demorei a materializar tal desejo, pois sempre achei-a linda demais, e isso atuou como um fator intimidador para mim.
Como essa semana estava com a cabeça cheia, e o espírito um tanto angustiado, e sou daqueles que consideram consagrada teoria, aquela que quando temos problemas com o espírito, que cansemos o corpo para aliviá-lo, achei que era o momento de tornar realidade esse intenso desejo que há tempos cultivo, o de encontrar essa beldade.
Meu contato com a Marcela pelo Zap, ocorreu dias antes do encontro propriamente dito. Apesar de ter sido sempre solícita, gentil e atenciosa, em todos os contatos que tivemos, houve alguma dificuldade, pois como qualquer GPzista não atoleimado deve presumir, a agenda dessa lindeza é um tanto concorrida. Como senti firmeza em seu profissionalismo, e um desejo genuíno de não me deixar a ver navios, insisti no contato, e finalmente, consegui a minha tão desejada marcação.
Para os que não sabem, Marcela atende no conhecidíssimo AA 37. O seu apartamento, é um gosto. Bem espaçoso, com as paredes limpas, bem organizado, cama ampla e macia, ar-condicionado funcionando plenamente, toalha ensacada, banheiro asseado e chuveiro quente bem gostoso. Indubitavelmente, um dos melhores apartamentos que conheci no Castelo das Princesas.
Chego pontualmente ao ocal, e antes de subir, compro uma latinha de Coca Zero no Bar do Zezé. Toco a campainha da porta do apartamento da Marcela, e quando ela abre, parecia que eu estava diante do próprio Sol, tamanha foi a intensidade da simpatia com que me recebeu e da beleza da anfitriã. Não o usei o adjetivo "contagiante" no início desse relato para descrever a Marcela, em vão. Eu que sou um coroa um tanto sisudo e circunspecto, não pude conter meu entusiasmo, diante tão efusiva recepção.
Além do carinho e da alegria na recepção, o fato dela estar usando uma micro lingerie, que realçava todas as formas de seu corpo, também colaborou bastante. Não posso deixar de ressaltar que a Marcela é muito bem servidas daquelas partes tão comumente apreciadas por nós GPzistas.
Conforme a conversa inicial ia transcorrendo, Marcela alternou entre se despir e me beijar. Quando ela ficou nua, confesso que fiquei paralisado. Percebendo meu encantamento, ela disse, "E então querido, vou ter que dar um convite, para você se despir também?" Expliquei a ela que estava me recuperando do choque, daí antes de começar a tirar minha roupa, saquei da mochila o envelope com o pagamento devido, pois prefiro sempre pagar o cachê das princesas, antecipadamente.
Já estando apenas de sunga, pedi que ela fizesse uma avaliação da minha higiene, e que se fosse necessário, iria tomar outro banho (eu havia acabado de tomar um, 30 minutos antes). Ela cheirou-me de cabo a rabo, e após constatar que eu estava limpinho, ela sentenciou: "Vem!"
A pegação começou com beijos intensos. Como beija gostoso a safada, disse a ela que seus lábios eram doces e macios, como se fossem feitos de cereja. Fui beijando seu pescoço e passando o áspero da minha face no pescoço dela. Percorri suas costas com minhas mãos calejadas, até chegar na sua bunda macia. Enquanto massageava aquela rabeta gostosa, senti o néctar quente da sua bucetinha escorrendo entre os meus dedos.
Em seguida, suguei, beijei e lambi muitos seus rijos seios. Ficamos um bom tempo nesses termos, até que ela vem por cima de mim, me deita, baixa minha sunga, e começa a boquetear meu pau. Minha pica ainda não estava plenamente viçosa, estando naquele estágio intermediário, em que não está molão, mas ainda não está totalmente rígido.
Fiquei ali deitando, admirando todo o empenho e esmero com que a Marcela tratou de trabalhar meu pau. Enquanto me mamava, ela ficava falando umas putarias e fazendo carinha de putinha safada para mim.
Depois de uma sequência babada de boquete e de bolete, finalmente, minha rola fica totalmente túrgida. Aí eu fiquei de joelhos na frente da Marcela, e ela de quatro de frente para mim. Eu metendo na boquinha dela, e passando um dedo libertino naquele cuzinho quente dela, enquanto ela mamava a piroca como se fosse uma bezerrinha. Algumas vezes, coloquei meu pau bem na goela da safada. Ela resistia o quanto lhe era possível, mas depois engasgava, e dava umas lacrimejadas. Depois de vários minutos assim, Marcela pega o preservativo, e ela coloca a camisinha na minha pica, como se estivesse enchendo uma daquelas bexigas de aniversário.
Aí senhores, chegamos ao clímax da foda. A Marcela que estava de frente para mim, vira aquela bunda linda e panorâmica dela em minha direção, e suplica que eu penetre a bucetinha dela. Antes de penetrá-la, eu busco preparar o terreno, e meto primeiro a língua naquele cuzinho apetitoso, e depois, dou várias linguadas na xotinha dela. A bucetinha da Marcela estava muito, mas muito encharcada, mesmo. Minha face chegou a ficar lambuzada.
No exato momento precedente a penetração, juro ao confrades que fiz o seguinte ritual, tamanho foi meu espanto diante de tanta beleza: Primeiro, fiz o sinal da cruz tal qual fazem os jogadores de futebol antes de entrar em campo; segundo, beijei o crucifixo que sempre carrego junto ao meu peito hirsuto; e finalmente, e pedi ao bom Deus que me guiasse com a sua mão misericordiosa naquela jornada que eu iria fazer. A bunda da Marcela é simplesmente esplendorosa.
Cravo a pica naquela buceta melada, e começo a macetar. Conforme vou macetando, a Marcela dedica palavras não muito lisonjeiras para mim ("Vai seu puto, come minha buceta seu filho da puta safado, mete a pica nessa piranha aqui, vai, fode minha buceta porra!"), e enquanto vou metendo, estou suando para um caralho. Minutos depois, a Marcela urra, e goza a primeira vez.
Assim que ela goza, eu puxo ela para a beirada da cama, arreganho aquelas pernas torneadas que ela possui, e caio de boca na sua buceta. Ela pede para ir devagar, pois fica muito sensível quando goza. Eu fico de joelhos no chão, trabalhando aquele grelinho levemente protuberante dela com a minha boca. Parecia que eu estava lambendo uma perolazinha de carne.
A bucetinha da Marcela estava tão melada, e ela é tão perfumada, que me deixou inebriado. Fosse possível, eu estaria lambendo aquela buceta até a esse momento. Minutos depois, ela se contorce, grita feito uma vadia, e goza uma vez mais.
Agora chegara a minha vez de gozar. Eu me deito e pego a Marcela pelo cabelo, fazendo uma espécie de coque nela, e então boto ela para me mamar de novo. Ela engolia a piroca, pedia para bater com a pica na cara dela, fazia bolete, e depois voltava a engolir a piroca. Quando eu senti que meu gozo estava por vir, começo a punhetar freneticamente, até que gozo no rosto da Marcela, que para sacramentar aquele encontro, faz questão de limpar a porra do meu pau com a língua, deixando ele reluzente, de tão limpinho que ele ficou. Fim de foda!
Enquanto a Marcela foi fazer sua higiene bucal, eu fui pegar sabonete e toalha, para tomar banho. Depois dela fazer sua higiene, e eu me banhar, conversamos um pouco enquanto eu me vestia.
Ela perguntou o que eu havia achado dela, e do nosso encontro. Disse que nunca havia conhecido mulher tão bela e alegre, e que são raras as filhas do belo sexo que são tão formosas e atraentes como ela. Marcela disse que eu estava exagerando, que no máximo, daria uma nota 7 para si. Retruquei-a, dizendo que todas as criaturas de Deus são perfeitas do jeito que foram concebidas pelo Criador, mas que ela era especialmente linda, e que uma nota 7 seria uma consumada injustiça. Disse que ela merecedora de um 7 x 10. Nos beijamos um pouco mais, até que ela me conduziu até a porta, onde nos despedimos definitivamente.
Confrades, concluo esse relato com o devido aviso: O maior risco que podem correr, indo ter um encontro com essa lindeza, é de saírem de tal encontro apaixonados por ela.
Relato encerrado! Paz e bem para todos...