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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Dia de resenha pelo aniversário do presida Brand, aproveitei para uma incursão anterior ao evento. Minha escolhida foi a Isis Borboleta, uma menina de quem eu já via confrades que sei terem o gosto parecido com o meu falarem muito bem, que tem um biotipo bem dentro daquilo que gosto, mas que por algum motivo eu sempre ia deixando para depois (durante a madrugada me dei conta do porque, mas vou botar em um Post Scriptum ao final do texto). Tinha tentado marcar com ela no mês passado, mas acabamos não encontrando horário e ficou para hoje.
A marcação foi tranquila, local também já conhecido por todos nós, o santuário chamado Castelo das Princesas. Acabei perdendo o metrô e me atrasei um pouco, mas sempre me comunicando com ela. A Isis é bem tranquila no contato, direta e de fácil trato para resolver qualquer questão que surja. Chego ao seu ap, um espaço amplo, com uma antessala, um quarto grande, com uma baita cama de casal, e um banheiro ótimo, com chuveiro de água quente, toalhas ensacadas e sabonete líquido.
Indo ao que interessa, a Isis me atende apenas usando um robe translúcido levemente escuro. Ao vê-la, minha expectativa pelo encontro subiu exponencialmente. Ela é baixinha como eu esperava, mas com carne pra pegar, seios médos, durinhos e lindos, bunda idem. Um rosto bonito com um sorriso de que destaca. Não tive muito tempo para admirá-la, já logo que estávamos aos beijos.
E que beijo gostoso. Com vontade, entrega, uma boa proporção de uso de lábios e língua - para mim algo próximo de 60% e 40%, respectivamente, é o ideal para um beijo de qualidade. É verdade que batemos dente com dente umas duas ou três vezes, mas acho que foi mais por voracidade do que qualquer outra coisa, e não me incomodou nem um pouquinho.
Fomos fazendo nosso caminho da antesala até o quarto, revezando entre esses beijos e conversas rápidas, até que ela manda eu me despir, e rapidamente obedeço. Ela me pergunta se pode chupar, um contraste com a voz de comando para me despir que me atiçou. Aqui tenho que dar uma parada no relato pois é difícil lembrar exatamente o que aconteceu quando ela começou o oral, pois acho que eu atingi o nirvana durante aquele momento. Um boquete de qualidade extraordinária. Chupou o pau, chupou e massageou as bolas, fez garganta profunda na medida certa do que gosto, entendeu meus direcionamentos e os executou a perfeição.
Quando volto à terra, ela já está por cima de mim, novamente me beijando. Vou para seu pescoço e chego em seus lindos seios, onde eu queria firmar residência se me fosse possível. Ela pergunta se já quero a camisinha, mas antes preciso provar sua buceta. Ela gosta de um estilo mais devagar, que não é muito minha especialidade, mas ainda assim é uma buceta linda e muito gostosa de chupar. Eventualmente ela me diz que quer que eu meta, entendo o recado e ela volta a um boquete rápido antes de encapar o garoto.
Começamos no PPMM, para eu poder controlar melhor e não me deixar queimar a largada. Fico em um ritmo mais lento, que ela parece curtir, mas vou acelerando aos poucos e depois alternando as velocidades, sempre enquanto nos beijamos. Quando canso, peço para ela vir por cima e, correndo o risco de ficar repetitivo, que cavalgada gostosa. Peço uma vez para ela diminuir a velocidade, mas conforme vamos nos animando, não consigo segurar na segunda vez que a vontade vem e dou uma gozada daquelas de tirar a alma do corpo. A Isis se encolhe dobrando os joelhos e me abraça, ainda comigo dentro dela, como uma mochilinha de prazer sexual intenso. Ficamos um bocado assim, e depois ficamos conversando o resto do meu tempo.
Além da foda maravilhosa, a Isis tem um papo muito divertido. Conversamos sobre várias coisas, inclusive de nossas vidas particulares, que não cabem serem expostas aqui, mas que tornaram toda a experiência ainda muito mais satisfatória. Agradeço a todos os confrades que me indicaram ela, mesmo que indiretamente, e faço aqui o mesmo: vá experimentar o efeito Isis Borboleta. Vocês não irão se arrepender.
Sem mais, deixo abraços para os confrades e mordidas nos pescoços das musas.
P.S.: Durante a madrugada pós-festa, pensando em como escrever este relato, percebi que o motivo de ter demorado a ir na Isis é que ela lembra muito a minha ex.
O jeito de sorrir, algumas feições do rosto, alguns maneirismos e até o corpo, altura, medidas e etc. Me toquei disso quando lembrei de ter feito com ela um comentário sobre prender e soltar o cabelo que eu também fazia para a ex.
Enfim, já superei, juro.
Mas meu inconsciente postergou o quanto pode.
