https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15023
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mais de dez dias sem vê-la, estava com muitas saudades da Loren. Acabamos nos reencontrando na data do tão anunciado dilúvio no Rio. Desta feita, por segurança, o enrosco voltou a ser no seu privê.
Toco a campainha e anuncio: “entrega do AIFUDIIII”. De fato, na minha mochila estava um par de sanduíches que havia preparado especialmente para nós. Foram feitos com o fantástico pão multicereais da padaria Nema, ovo caipira estrelado, presunto, muzarela derretida, orégano, tomate italiano e muita rúcula.
Loren (de tubinho preto) abre a porta, desconfiada, e ataca com volúpia o entregador assim que a porta se fecha. Este (euzinho, no caso) reage, e a imobiliza com um abraço de urso, cortando o seu barato, obrigando-a a ficar quietinha e grudadinha nele, em silêncio, sem proferir qualquer palavra. Assim, parados, os corações aceleraram. Nossa comunicação é bem sensorial, independe de maiores ações.
Acho que Loren também curte essa quebra de rotina, pois rapidamente se adapta à proposta, ficando imóvel (quem a conhece sabe bem que isso é mais do que raro), molenga e toda dengosa. A entrega do AIFUDI continua no chão do seu corredor de entrada por algum tempo ainda (esfriando a comida e esquentando as bebidas).
Ficamos grudados por algum tempo mais, até que os batimentos se normalizaram. Loren me encaminha para o quarto, pois a essa altura o corredor já havia esquentado.
Quando afinal pude lhe olhar por inteiro, de cima à baixo, com uma luz mais intensa, Loren me pareceu ainda mais bonita do que o usual. Nada a ver com roupa ou maquiagem, na qual a única novidade era a cor do batom. Nas horas que se seguiram, essa minha impressão se transformou em certeza: definitivamente Loren havia ficado mais bonita ainda. Não me atrevi a perguntar se estava apaixonada, pois se respondesse afirmativamente meu coração não aguentaria. Preferi ficar somente na constatação.
Desse momento em diante recomeçamos a namorar, inicialmente de pé (com muita sarração do meu pau em seu grelo), e em seguida, comigo deitado sobre ela, quando já iniciamos um papai mamãe lento, pleno de carícias, olhares, beijos e palavras. Que coisa mais gostosa essa curtição! Por mim, ficaria horas assim, mas o desejo de incendiar sua "fofureza" é tamanha que escorrego minha cabeça entre suas pernas. Desta vez Loren me proíbe de ajoelhar no piso, como costumo fazer. Obedeço e me ajeito confortavelmente para cumprir o que me propus fazer: um oral bem lento e suave de início, contemplando toda a região pepekal e adjacências. Decorrido algum tempo, Loren parece gozar a primeira vez.
Na base do “bate pronto”, ela já me arrasta para a horizontal, e sem que eu pudesse esboçar a mínima reação, monta em mim, iniciando (a meu ver) seu maior golpe morta): a montada de frente (com o cenho franzido, boca sofrida e palavras incompreensíveis). Essa montada é foda. Ainda há de nascer o homem que a ela resista. Decidida a me abater, como se não bastasse, Loren emenda um oral babadão que interrompo por já estar morto.
Desse momento em diante, deitados, voltamos ao namoro, que na verdade é o que mais aprecio, e o que mais me marca. Trocamos umas ideias sobre assuntos de interesse mútuo, e continuamos a namorar até que Watson (meu inseparável companheiro) me convence a iniciar uma massagem no dorso de Loren, obviamente com segundas intenções que logo viriam a se confirmar.
Desta vez ela preferiu óleo de coco. Após forrar a cama com uma toalha, espalhei lentamente o óleo desde a pontinha dos pés até as pontinhas dos dedos, massageando-a levemente em movimentos circulares com minhas duas mãos, seguindo sempre que possível o ritmo das músicas (francesas) da minha play list. De olhos fechados Loren viaja, sorri o tempo todo, suspira. Adoro essa entrega dela. É muito bom ver a Guerreira relaxar.
A essa altura o sempre mal intencionado Watson me cochicha: “agora, agora, vai, aproveita que ela está relaxada e parte pra bundinha”. Segui os conselhos e derramei bastante mais óleo no lindo bumbum de Loren, iniciando assim uma massagem extremamente mal intencionada, abrangendo toda a região entre a alta xereka e o cóocix. Imediatamente Loren começa a gemer e a empinar sua bundinha com sinais que para bom entendedor ....
Deixo os detalhes para a imaginação de cada um(a) dos(as) leitores(as). Mas posso acrescentar que em seguida continuamos de ladinho, com um mini sugador atracado no lugar que lhe é devido. Acho que Loren viu estrelinhas. O mal intencionado Watson, desta vez, venceu.
Com se não bastasse, após um pequeno intervalo fomos logo para o gran finale. Quis gozar presenciando Loren gozar também. Ela topou. Armamos uma logística maluca, digna de um Kama Sutra tupiniquim, que ao final acabou funcionando. Não descrevo porque ainda não patenteei ; )
Ah sim. O sandubão estava show (regado a Coca Zero)
