28 de Abril de 2024 às 13:25
BEIJO

NãO

ORAL

NãO SEI

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Esse relato vai ser interessante. Mais um dia de bobeira e eu doido por uma boa foda... apesar de todas as dificuldades!

Acontece que eu fiz uma cirurgia no joelho há menos de 20 dias e ainda estou completamente dependente de muletas. Então imaginem a limitação de posições que eu me encontro? Nem o simplíssimo ppmm eu to conseguindo... das poucas posições viáveis, deitado com a gata por cima é a mais confortável. Sem contar que qualquer deslocamento a pé ou de carro é um saco...

Apelei então para o minha lanchonete fast ‘fornicfood’: a BB146. Estupidamente perto de onde moro... E dessa vez, resolvi experimentar o serviço de privê online da Ju Panteras. Mandei mensagem para zap e obtenho rápida resposta. Pergunto quais meninas estavam disponíveis e recebo fotos de três GPs (era fim de semana... creio que durante a semana há mais opções). Me encanto por uma branquinha de cabelos negros. Seu nome é Anna. Ela é nova na casa e ainda não está no site e outros anúncios online. Pergunto o preço e o que ela topa fazer: beijo na boca, oral sem camisinha, anal, etc. Sou informado que todas beijam e topam oral sem camisinha mas, das três disponíveis, Anna era a única que não fazia anal. Mas tudo bem. Insisto em Anna.

Chegando lá, sou recebido pela gata de lingerie vermelha e salto. Olhar um pouco tímido, aparentando uma idade em torno dos 30 anos. Olhos castanho claros (não chega a ser verde, mas são de uma cor muito bonita), magrinha, mas com um quadril larguinho, bem longe de ser magra-tábua. A única coisa que atrapalha um pouquinho a harmonia do rosto de Anna, é a sua mandíbula um pouco recuada. Só que mesmo com essa característica, está anos-luz de ser feia... Enfim... uma verdadeira gatinha! Ah sim, e estatura mediana...

Falando em estatura, permitam-me uma fazer uma digressão aqui... estou doido pra encontrar uma gata da mesma altura que eu (tenho 1,83m), pois nunca tive a oportunidade... quero muito ser recebido com a gata de salto e ter a sensação de beijar uma mulher olhando pra cima! Tesão, viu?! Li por aí que a senhorita Rayane Coimbra pode ser exatamente aquilo que estou procurando, recomendam?

Mas voltando a gatinha da Anna. Seu jeito meio tímido combinou muito bem com seu sotaque... mineirinha! Com todo o respeito as mineiras claramente espevitadas e desinibidas como a Day Mineirinha que é outra rainha dessa maravilhosa plataforma que estou louco pra conhecer no sentido bíblico! Sacárstico Olha eu desviando o assunto aqui... foi mal... a culpa é do meu eu-lírico!

Anna me leva ao quarto (padrão bem +-, típico dos privês desse prédio, onde inventaram de botar um ar-condicionado split pra gelar 2 quartos fazendo um buraco entre eles e botando o condensador no meio. Economia porca! Pelo menos a cama era firme e com lençóis limpinhos.) Eu me sento e retiro a tala de proteção da minha perna enquanto ela busca um copo d’água. Quando volta, conversamos um pouco... conto minha história triste de como arrumei essa lesão no menisco. O gelo vai derretendo e tento beijar a gata. Anna desvia para que eu a beije no pescoço. Tive um mal pressentimento. Será que ela não beija? Puxa... mas eu adoro beijar... Mas não desanimo. Elogio a belíssima tatuagem de borboleta no colo do seu peitoral e ataco aqueles pequenos seios redondinhos. Um deles possuía um piercing. Pra mim, isso é sempre um sinal amarelo, pois a sensibilidade na região aumenta tanto para o bem quanto para o mal. Mas no caso da Anna, foi sinal verde!

E foi nesse momento que o encontro começou a ficar interessante! Só de abocanhar seus seios, o rosto da gata se contorceu em um imenso tesão. Aaaah... como eu gosto disso! É hoje que eu me acabo! Vou explorar cada centímetro desse corpo e vê-la se contorcer com os meus carinhos! Ataquei seu pescoço novamente buscando seus lábios... mais uma vez ela se desvia do meu beijo. Aí, eu paro e pergunto: “puxa, você não beija na boca?”. Daí a mineirinha me sai com essa:

“Ai... é que sempre que eu beijo na boca, acabo me apaixonando...” Hmmmm... essa reposta me atiçou horrores!

“Bom, se eu não posso beijar a sua boca, vou ter que beijar essa bocetinha!”

Primeiro ela me deita e senta na minha cara, uma delícia. Ela se contorce e geme baixinho, mas não aquele baixinho no sentido de baixa intensidade. É aquela gemida de quem tá se segurando pra não gritar de tesão. E eu estava decidido a fazer essa gatar delirar... ponho ela deitada e começo novamente a beija-la desde as orelhas visando chegar ao seu sexo com a minha boca novamente! Chegando pertinho da sua boca com a minha, ela se permite me dar um beijinho de canto de boca... era pouco, mas muito era excitante! É interessante como quando não temos uma certa coisa, aquilo se torna nosso maior objeto de desejo... e um mísero “meio-selinho” se torna excitante! Tinha um recadinho implícito alí... algo como “estou louca pra te beijar. Mas não posso!”.

Dalí, coloco minha boca entre suas pernas e me delicio com muita calma. Introduzo um dedo em sua boceta e ela se treme toda. Ponho o segundo e ela se contorce mais ainda! Sua linguagem corporal é simplesmente incrível. Que entrega! Ela puxa meus cabelos, olho para o seu rosto e observo seu êxtase com os olhos bem fechados. Por vezes, sua mão vai a boca, como se quisesse abafar um grito que ecoaria por todo o Largo do Machado. Mesmo depois de um bom tempo curtindo cada reação desse oral, fico na dúvida se ela já tinha atingido o orgasmo... com a língua quase dormente, eu paro um pouco e pergunto com honestidade:

“Você já gozou ou quer que eu te chupe mais um pouco?” Ela me dá um sorrisinho bem gostoso e timidamente pede pra eu continuar. Zero problemas! Pra mim, aquilo estava incrível! Dessa vez invisto mais nos dois dedos e a resposta vem! Ela se contorce mais e mais e não tenho dúvidas que desta vez ela havia chegado a sua petit mort (adoro essa expressão francesa para o orgasmo: “pequena morte”).

Me deito do lado de Anna e converso mais um pouco enquanto acaricio seu corpo. Ela me fala que é de Belo Horizonte, mas que prefere o Rio. Digo que embora ame o Rio, gosto muito de Minas e de BH. Anna argumenta que não tem muita coisa pra BH a não ser sair pra beber nos botecos. Digo que é justamente isso que me encanta na cidade! Eita cidade boa pra sentar num barzinho com os amigos e tomar uma cervejinha com uma boa proza! Ela não me deixa esquecer da cachacinha, patrimônio cultural de Minas Gerais! Adoro!

Aos poucos, sinto que as forças de Anna vão voltando com os meus carinhos. Ela alegou que eu a havia deixado com as pernas moles. Mas meu tesão estava lá no teto e ainda tinha bastante coisa pra rolar, né? Meu pau tava a ponto de começar a doer de tanto tempo duraço e sem gozar... Mas eu seguia acariciando seu grelinho proeminente e deslizava meu dedo até o botãozinho do seu ânus (esse sim, eu sabia que não estava pra jogo, mas gosto de provocar). Até pergunto se ela não gostava da carícia que eu lhe fazia. Pois eu mesmo acho essa zona entre o anus e o saco super erógena. Como resposta, ela faz uma careta que claramente significava “no cú, não”, e diz que estava gostando mesmo era da parte que meu dedo passeava em cima da sua bocetinha. Então pensei: “não seja por isso, ainda dá tempo de mais uma dedada!” e enfiei os dois dedos em sua bocetinha suculenta novamente! A reação de êxtase foi imediata! E lá vamos nós! Aproveitei para abocanhar novamente seus seios e depois respirar fundo do ladinho do seu ouvido e lamber sua orelha. Confesso que mais uma vez a provoquei para ganhar um beijo. Mas dessa vez, ela resistiu.

Creio que mais um orgasmo veio pelos meus dedos. Eu estava maravilhado. Só faltava uma coisa... o meu gozo! Acho que eu já tava merecendo uma boa gozada né. Mas o tempo já tava no finzinho... Falei pra Anna me cavalgar, pois desse modo ia gozar facinho! Nessa hora, achei fofa a sua preocupação com o meu joelho:

“Mas eu sou muito bruta! Vou te machucar!”

“Não vai não. Confia em mim.”

Ela veio por cima de mim e começou bem de vagar e com muito cuidado. Aí, teve uma hora que eu não aguentei e puxei o quadril dela contra o meu. Um pedaço significativo do meu pau penetrou a sua vagina, e a reação de prazer expressa naquele rosto foi imediata. Ela foi cavalgando com mais intensidade quando resolvo levantar o meu tronco deitado para beijar os seus seios e provoca-la com aquele beijo que ainda não tinha acontecido mais um pouquinho. Mais uma vez ela ficou preocupada de me machucar se seu bumbum se aproximasse de mais do meu joelho. Mas segurei firme no sua lombar e não permiti que ela se afastasse de mim nem um centímetro! Depois de curtir um bocado a posição, me deitei novamente e curti o meu gozo!

Tempo esgotado, Anna sai pra se lavar, pois teria novo encontro em 20 minutos (vida dura, né?). Aproveito e me arrumar rapidamente. E quando ela volta pro quarto, já estou pronto para partir. Me despeço dela. E finalmente ganho um beijo na boca. Não foi de língua. Mas foi gostoso e senti que tinha significado pra ela. Não pude deixar de comentar:

“Ah, finalmente eu ganhei um beijinho. De despedida, pelo menos!”

Com um sorriso, Ana me responde:

“É pra você voltar!” Amor