10 de Maio de 2024 às 15:05
DÉBORA RAMALHO
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Débora é massoterapeuta das antigas, da pré-história desse mundo de massagens felizes. Estive com ela pela última vez bem antes de entrar para o Arena. Ela usava outro sobrenome na ocasião. Depois de anos fora do ar ela voltou à atividade no fim do ano passado.
Tentei contato com ela algumas vezes, sem sucesso, e deixei quieto. Aí o relato do confrade Horus me inspirou a insistir. Sucesso: No início de abril agendamos um horário pouco antes do almoço.

Me recebeu em uma sala bacana, na Alcindo Granabara, prédio tranquilo, iluminado, seguro.

Seu rosto está exatamente como era há uns 10 anos. Eu a acho bonita – é minha opinião – e tem um sorriso fácil, envolvente. De fato, ganhou um pouco de peso, mas ela era bem magrinha, está com o corpo de mulher só um tiquinho mais larga na cintura.

Após o banho – que para mim é obrigatório - fui matar a saudade da massagem da Débora. Ela era – e ainda é - uma excelente massagista. Comigo de bruços ela passeia por meu corpo com suas mãos firmes, pés, pernas, glúteos, costas, pescoço, braços, com resvaladas “sem querer” no saco e, no final, um poderoso underground. Nesse momento. A meu pedido, ela usou a ponta da língua para provocar a cabeça do pau e o saco – que tesão!

Relutantemente virei-me, ficando de costas, e ela tirou a roupinha que usava eprosseguiu com uma rápida massagem. Quando iniciou uma peniana, a puxei para cima de mim, deitada sobre meu corpo e iniciei uma sessão de beijos deliciosos. Ela foi descendo e iniciou um competente oral. Maravilha.

Para não terminar o assunto antes da hora, a puxei de novo, com mais beijos e chupadas em seus (agora mais) generosos seios naturais. Pedi para deitar de bruços, beijei vários pontos de suas costas, pernas e bunda. Aí separei as bandas com a mão e caí de língua em seu cuzinho. Fiquei um bom tempo, no qual ela gemia deliciosamente. A virei novamente, agora de barriga para cima, e partir para fazer um oral nela. Ela cutiu, seus gemidos foram aumentando até ela arfar de prazer em um lindo (acredito) orgasmo.

Deitei a seu lado para deixá-la respirar (adoro essa parte em que elas ficam praticamente vulneráveis e sem saber o que dizer...). Logo se sentou na cama e recomeçou um oral muito bom. Camisinha posta, cavalgada supercompetente. Pedi que ficasse de quatro e me aproveitei de sua boceta gostosa. Confesso que, como sempre, fiquei de olho naquele cuzinho, mas – talvez pela primeira vez na vida – não perguntei se rolava...

Quando chegou a hora pedi para gozar em sua boca. Ela deixou, porém foi meio de boca aberta, então o esperma meio que escorreu nos seios dela até o chão.

Pausa rápida rápida para recuperar o fôlego, banho, pagamento, beijinhos e abraços de despedida.

Recomendo? Sim, para quem gosta de uma boa massagem e um sexo carinhoso.

Repeteco? Possivelmente, mas com minha baixíssima frequência neste tipo de aventuras, a lista só aumenta.

Abraços a todos.