BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
NãO
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Voltei à Dark Room, conforme contei no relato anterior, gostei do elenco da casa e a Pérola já era um alvo antigo, do qual eu vinha monitorando há um tempo, desde que a casa postava na área do fórum seu time de beldades. Não sei porque pararam de postar, mas tudo bem... Gostava do que via naquela mulata com ar de menina e pandeiro protuberante, logo, tratei de adicionar seu nome à lista de desejos. Na primeira oportunidade no local, lembro que a vi na saída e até trocamos um papo rápido, quando manifestei a ela minha intenção de vê-la a sós e entre quatro paredes. Ainda mais, que na ocasião eu topei com a mesma de civil e atestei que não havia roupa que fosse capaz de esconder seus fartos atributos.
A marcação foi tranquila, rápida, objetiva e atenciosa com a gerente. Esse foi um dia de intermináveis reuniões no trabalho, minhas costas doíam, porém eu precisava entrar em ação. Chegando no prédio, peguei o cartão da catraca após ligeira identificação e rumei ao elevador. A secretária me recebeu e logo fui encaminhado para uma das cabines. Fiquei na de número 6, acho que lá existem 6 saletas para atendimentos. Mesmo esquema do relato anterior, ar condicionado potente, cama de boa altura e limpa. A menina chegou de lingerie preta e eu vi pela primeira vez o tamanho daquele rabo apenas de calcinha, meu membro começou a salivar e se agitar na cueca. Paguei o programa, recebi a toalha e fui fazer a assepsia. O banheiro estava limpo e seco como da outra vez.
QUE ABUNDÂNCIA:
De volta ao quartinho, a Pérola avisa na recepção que poderia começar a cronometrar o atendimento. A menina tem mais ou menos 1,55 de altura, diria que não passa dos 25 anos, é uma chubby girl muito da gostosa e toda durinha, seios com tudo em cima, coxas firmes e grandes, a bunda é dura e um espetáculo colossal que deve medir no mínimo 1,10m, seu corpo mulato ostentava uma bela marquinha de biquini, possui algumas tatuagens. Ah, a menina é bonita de rosto também, tem cabelos encaracolados e seu púbis estava depiladinho.
Nos apresentamos rapidamente, apesar de que logo o papo se enveredou sobre já termos nos visto antes. Aquela rápida última arrumada na cama e começamos os trabalhos. Fui logo a beijando, abraçando e jogando minhas mãos em direção aquele rabo. Elogiei bastante seus glúteos e ela riu e respondeu que todos falavam da sua bunda, isso soou até um pouco desdenhoso ou como incrédulo da parte dela, que ousou me dizer que o pessoal só ia nela por causa do seu tamborzão. Eu a rebati e disse que não a escolhi somente por isso e que a achava uma menina bonita e que ela havia se mostrado simpática em nosso primeiro contato. Enfim, eu não precisava e nem estava ali pra convencê-la disso...
A Pérola beija bem e não refuga, tem lábios macios, uma pele sedosa e cheirosa, e após um tempinho de pé, automaticamente fomos para a cama.
Perguntei pra dama quais eram suas restrições e ela disse que não tinha, que era de boa e topava quase tudo. Malandramente eu toquei no assunto anal, Pérola falou assim: olha, eu faço e até curto, mas você vai precisar pagar uma taxa, desconversei, pois não sou adepto de pagar essas taxas. Voltamos para nossas carícias, chupei seus seios, beijei sua barriga, costas, coxas e cheguei na sua ostra, pequena, cheirosa e com um grelinho que vai ficando durinho ao ser estimulado. A Pérola tem uma vibe mais na dela, começou a gemer baixinho e apertar os próprios seios, fiquei ali praticando sexo oral até ela ficar bem relaxada, perguntei se ela gostava de dedinhos lá dentro e ela disse com sinceridade que não curtia. E apesar do meu esforço, não acredito que ela tenha gozado, apesar de ter ficado molhadinha. Nem quis que ela fizesse oral em mim, e a garota também não pediu ou fez menção de fazer.
A essa altura, eu já queria meter e perguntei se podia e ela disse ok, você que manda. A safadinha já se colocou de quatro, e me disse que geralmente o pessoal já inicia pegando ela dessa forma. Aquela bunda grande parece dobrar de tamanho. Antes de inserir, aproveitei pra chupar mais um pouco sua genitália e não perdi a chance de linguar aquele cuzinho.
ADENTRANDO A CONCHA EM BUSCA DA JOIA:
Finalmente fomos pra cópula propriamente dita. A Pérola se empina toda e é outra que gosta de se olhar no espelho enquanto é penetrada. Bombei até as pernas doerem (e pra isso nem precisou de muito tempo). Virei ela de frente, e na beirada da cama dei continuidade as metidas, fui inclinando meu corpo pra frente e cada vez mais fomos deslizando pra cima da cama. Bateu uma curiosidade se eu conseguiria com a minha pequena ferramenta o encaixe nela de bruços, devido àquela bunda estratosférica, e até que rolou. O pau não entrava todo obviamente, mas era pressionado de uma forma gostosa naquela bucetinha pequena e apertada, fazendo a vontade de gozar começar a surgir.
Para aproveitamento total do seu canal vaginal, sugeri descambarmos para o ppmm, posição em que pude curtir mais do seu corpo tesudo, voltando a beijar seus lábios, seios e tudo o que se apresentasse, estoquei sem piedade, encaixe muito bom naquela buça apertada e quente. A vontade de gozar batendo na porta outra vez e as manobras pra evitá-la cada vez mais se mostravam ineficientes.
Vendo que não demoraria a finalizar, resolvi jogar suas pernocas sobre meus ombros, e foi nessa posição que eu acelerei as estocadas ao máximo, enquanto beijava as coxas da menina, até resultar fatalmente numa gozada farta, com direito aquele cheiro de porra invadindo o local kkk.
ROUND 2, NEM TÃO DOIS ASSIM:
Tirei o preservativo bastante cheio, fui ao banheiro e me limpei. A garota saiu rapidinho e voltou ao quarto. Ficamos deitados batendo um papo. Senti nela um certo cansaço e durante a conversa acabei descobrindo o motivo. A menina é bacana, de fácil trato, um pouco tímida sim, mas com o tempo se solta e é atenciosa, um tanto zoeira também, característica que admiro.
Meu pau tinha entrado em situação de adormecimento. Mas comecei a acariciar a pele de Pérola, beijar seus lábios macios e a maquinaria começou a querer dar partida novamente. Porém nesse outro round eu senti que estava bem mais a fim de transar do que a menina, faltou iniciativa da parte dela para que as coisas acontecessem. Não sei se foi o jeito dela submisso ou parado demais, o cansaço, o fim do expediente ou a falta de algum elemento para ocorrer a reação. Pérola não me negou nada, mas também não sugeriu ou agiu para apimentar mais aquela foda. Faltou maior envolvimento e sensualidade. E isso inevitavelmente influenciou no meu tesão.
Vendo que eu não tinha muito a fazer naqueles 20 minutos, fui chupar a preta novamente até o pequeno guerreiro se por de pé. E até que ele se pôs, entretanto, eu cometi o erro de logo vestí-lo com o preservativo e aí o cidadão deu aquela ratiada. Cheguei a introduzi-lo meio mole na xana da garota, porém aquela localidade apertada acabou naturalmente o expulsando, porque não aceitava visitante fraco por ali. Pedi a Pérola que se virasse nos 4 apoios pra ver se a situação melhorava, mas não rolou. Aproveitei pra ficar masturbando ela nessa posição, sua buceta estava quente e úmida, esperando pra ser invadida novamente, mas eu ainda me encontrava em condições desfavoráveis.
Resolvi respirar, e deitei minha cabeça sobre os ombros de Pérola. Esse momento foi gostoso, e a menina se demonstrou carinhosa e adepta a receber carícias também. O toque dos nossos lábios fazia meu desejo se acender, o pau ficou duro ainda dentro da camisinha, não perdi tempo e enfiei naquele xerequinha apertada no ppmm. Comecei a meter com mais pressão, perguntei a garota se ela sabia apertar e ela de forma safada fez o pompoar e relatou: isso aqui a gente aprende na aula 1 kkk.
Mas aí eu cometi o erro de tirar meu pênis daquelas acomodações quentinhas buscando uma troca de posições, eu ia pedir pra Pérola se colocar de quatro novamente, queria mais uma vez socá-la admirando a imensidão daquela raba. Antes que eu pudesse sugerir, senti a paumolecencia novamente, tentei uma última investida, mas sem sucesso, me dei por derrotado.
Voltamos a ficar de ladinho na cama, jogando conversa fora e trocando alisamentos. Curioso que quando a beijava e pelos beijos serem bons, subia-me aquele tesão, mas não chegava a ser suficiente para uma boa penetração. Por isso eu vejo que faltou um algo a mais, a tal da química. Por mais que eu tenha a achado gata, muito gostosa e boa gente, creio que a menina poderia de alguma forma ter colaborado mais para que o clima voltasse a esquentar nessa segunda foda. Eu não estava nos meus melhores dias também e nem com tanta disposição, porém tenho a sensação de que poderia ter sido melhor.
CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Deu a nossa hora, a guria perguntou se eu ia deixar uma caixinha pra ela. Achei engraçado, pq se eu não quis pagar a taxa de anal, deveria ter ficado subentendido que tampouco a caixinha iria rolar, apesar de a moça nem ter falado em algum valor. Educadamente falei pra ela que estava duro, ao contrário do meu membro, e ela aceitou de boa, não fez nenhuma objeção ou cara feia, e até riu. Terminei de me vestir e ela gentil e simpaticamente me levou até a saída, agradeceu minha visita e demos um selinho de despedida. Peguei os elevadores e caminhei até a Cinelândia, pois um Encontro me esperava.
No geral, avalio o atendimento como positivo, pois a primeira foda foi boa, importante dizer que a menina me tratou bem, nos divertimos ali no quarto, inclusive nas conversas, e os momentos já pro final (ainda que eu estivesse de pau mole) foram legais. Gosto dessas horas, pois é quando podemos enxergar o outro lado de uma acompanhante e não a vê-las apenas como um simples ser sexualizado.
Talvez em outra oportunidade, o cômputo geral do sexo pudesse rolar mais naturalmente, porém a primeira impressão é a que fica, tornando o repeteco improvável, mas não impossível. A casa é repleta de moças bonitas e é certo que eu vá lá conhecer outras gostosas.
E assim encerro o meu relato de número 50, curioso que somente agora me dei conta dessa marca e mais curioso ainda foi o meu jubileu não ter funcionado muito bem kkkk. Dizem que 51 é uma boa ideia, e esse encontro já até aconteceu, só posso adiantar que foi foda demais.
Até a próxima DigAventura!
