27 de Maio de 2024 às 06:03
PANTERA CARIOCA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Capítulo 1:
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Capítulo 2:
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Capítulo 3:
E mais uma vez, irei trazer um resumo dos meus últimos encontros com a Pantera que aconteceram, ambos, no Hotel Station.

Como já temos certa intimidade, a Pantera já sabe como me dar uma experiência sensorial, chegando no meu ouvido e me deixando aguçado com suas conversas ousadas regadas a “besteirinhas” e frases excitantes, se utilizando de uma voz bem sexy.

Ela beija quando entra no quarto, antes de tomar banho, durante o ato, após o ato. Para quem gosta de beijo, certamente está bem servido pois são beijos ardentes daqueles que não deixam o clima esfriar nunca.

Quem está acostumado a ler meus relatos já deve ter notado que eu tenho fixação em oral e nisso ela me deixa bem saciado. Ela usa a boca toda: língua, bochechas e engole/engasga sem medo de ser feliz variando velocidade e pressão. Ainda bate com o pau na cara, olhando no meu olho e com um sorriso bem sapeca.

A sentada dela é com vontade, com entrega, ela costuma inclinar o corpo para mudar o ângulo da sentada e fazer com que ela fique mais profunda. E quando ela senta de costas, aí vira desespero porque eu tenho que me segurar muito pra não gozar. Ver aquela bunda subindo e descendo, quicando com força, me deixa desestabilizado.

O anal da Pantera é abundante, sem miserê. Ela aguenta em todas as posições sem reclamar e ainda pedindo mais e com força, além de jogar a bunda na sua direção. Gozar no cu da Pantera é um padrão de todo atendimento meu com ela.

Já esporrei a Pantera todinha, menos a cara, vou tentar o facial na próxima. Se vou conseguir, eu não sei, pois a preta tem a buceta e o cu quentes. Fica difícil sair pra gozar fora quando, na verdade, eu quero morar lá dentro.

Lembrando dos meus momentos com a Pantera, me deu vontade de chamá-la outra vez.

Morena tropicana
Eu quero teu sabor
Ai, ai, ai, ai🎶