29 de Julho de 2024 às 15:32
LANA LIRA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Prezadíssimos confrades do GPzismo, um salve a todos!

Nesse relato, descreverei para a confraria, meu TD com a bela e charmosíssima, LANA LIRA! Abraço

Já cultivava um Interesse em ter contato com essa cheirosa há certo tempo. Eu já tinha visto a Lana em eventos do Arena, assim como em resenhas no Bar do Zezé, mas sempre de passagem, e muito rapidamente. Mesmo assim, a beleza dessa linda ruivinha, ficou fixada em minha mente.

Não teve um motivo certo para a demora em ter tal contato com essa lindeza, apenas acontecia de marcar algum outro encontro com outra cheirosa aqui, outro encontro com outra cheirosa acolá, e aí o tempo foi passando sem que eu percebesse, até que tal objetivo encontrar a Lana acabou caindo num limbo. Contudo, em tempos recentes, estava eu naqueles dias em que nós homens costumamos ficar mais indômitos, por conta do acúmulo sêmen decorrente de não estarmos desrespeitando o sexto mandamento, quando resolvo ver os anúncios aqui no Arena e me deparo com as lindas fotos da Lana, o que me levou a sentenciar para mim mesmo: "o encontro com essa princesa vai sair essa semana!" Piscada

Entrei em contato com ela via Zap, e nossa conversação se deu de maneira tranquila. O único contratempo, é que não havia brecha imediata em sua agenda, o que me levou a ter de esperar alguns dias. Mas adianto, valeu a pena!

Nosso encontro deu-se mais ou menos, a uma semana. Ela atende no consagrado AA 37, num apartamento que julgo diferenciado. Ele possui ar-condicionado operoso, uma ducha quente excelente. A cama ampla e macia, fica atrás de uma divisória de madeira, e ao chegar no recinto, já estava rolando numa TV uma playlist sensual num agradável volume ambiente.

Chego pontualmente no horário estabelecido. Lana usava um roupão preto (já aberto), que revelava uma lingerie também preta. Essa vestimenta combinou lindamente com sua pele cor de âmbar. Ela me dá um sereno beijo no rosto, e pede que entre no apartamento.

A Lana é exatamente o que vemos nas fotos. Uma linda mulher na casa dos 25 anos, rostinho charmoso, baixinha com cabelos cor de cobre e corpo levemente torneado.

Iniciamos uma conversação bem amena. Em seguida, ela pergunta se quero banhar-me. Aceito a sugestão, mas antes, faço o devido pagamento do cachê. Ela reluta em receber, pois disse preferir receber o justo pagamento no final. Eu insisto, pois disse a ela que prefiro que as cheirosas estejam com os pensamentos voltados inteiramente na cópula quando estão comigo. Ela recebe seu cachê, e eu vou para o banho.

Confrades, assim que saio da ducha apenas de toalha, não sei o que aconteceu, mas eu senti um frio da porra. Estava tremendo e batendo os dentes. O que fez com que a transa com a Lana começasse de maneira inusitada. Perguntei a ela se não haveria uma coberta ou algum edredom disponível, pois naquele estado em que eu me encontrava, o bicho não ia ficar de pé em hipótese nenhuma. Ela achou o pedido curioso, mas me atendeu.

Já debaixo da coberta, o enrosco começa. Comecei alternando beijos naqueles lábios macios da Lana com mamadas em seus belos e rijos seios siliconados, e ela enquanto correspondia com vontade meus beijos, percorria com sua mão, primeiro o meu torso hirsuto, depois a minha pica napolitana, que já começava sair do estado de hibernação em que se encontrava e começava a dar sinais de vida. Aproveitando essa dinâmica, eu já ponho a mão dentro da calcinha da Lana e começo a massagear a xotinha dela.

Ficamos nesse enrosco ardente debaixo da coberta alguns minutos, até que a Lana exclama estar "com um calor do caralho", e puxa a coberta que estava sobre nós, e cai de boca no napolitano. Senti um prazer um inaudito com a Lana percorrendo minha pica com sua boquinha macia.

Depois de ser mamado, peço para retribuir a gentileza. Puxo a Lana para a beira da cama, tiro a calcinha dela, e caio de boca naquela xotinha totalmente depilada e com um grelinho levemente protuberante. Após me deleitar na xotinha da Lana, peço que ela pegue o preservativo, pois havia chegado o momento propício para macetação.

Pica devidamente encapada, Lana automaticamente empina sua linda bundinha, e oferece a bucetinha para mim. Introduzo a piroca devagar, e começo a macetar cadenciadamente.

Meto a pica na Lana por bons minutos, e suando pra cacete. Até que depois de muito varar a xotinha da Lana, ela avisa que está prestes a gozar. Eu então resolvo me colocar por cima dela, de modo que minhas estocadas viessem de cima pra baixo. Macetada vai, macetada vem, e enfim, a Lana goza.

Confesso que eu já estava satisfeito, e voltei a me deitar na cama para buscar o gozo na punheta, só que a Lana, me surpreendendo, resolve sentar em cima da pica, de costas para mim, e começa a quicar gostoso. Observando o vai e vem daquela bundinha da Lana deslizando no meu pau, eu senti como se estivesse diante da oitava maravilha do mundo. Então alternamos, ora a Lana dava umas sentadas gostosas na minha pica, ora eu estocava a xotinha dela de baixo para cima. Quando eu senti que o gozo estava prestes a vir, avisei-a, ela então saiu de cima para eu dar aquela punhetada final, e jorrar a seiva na capa. Sessão encerrada! Palmas

Assim que eu dou a gozada, a Lana se levanta e vai buscar água para nós dois. Enquanto nos hidratávamos, conversamos um pouco, e eu aproveitei para tecer loas a beleza dessa princesa. Quando me restabeleço, vou tomar outra ducha, por minha roupa e partir.

Lana me conduz até a porta. Trocamos ali mais uns beijinhos, até que me despeço definitivamente.

Confrades, elogiar a Lana é chover no molhado. Ela é uma gatinha, uma baby mesmo. Saí desse enrosco com ela um tanto renovado.

Nota: 9,5! Piscada

Relato encerrado, confraria. Um abraço cordial para todos! Abraço