BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
RESERVA PRIVADA * 100 pontos DB - Dionízio Bacco
Só mais um dia no paraíso!
TD 3 Kelly Red - 2º DIA DE MISSÃO
ATENÇÃO: Nível Mano do céu de PQP!
Segundo dia de missão, alguns compromissos de trabalho na parte da manhã e já consigo estar livre por volta do meio-dia, combino encontrar com o amigo LP para almoçar e seguir para Red.
Depois do almoço, aproveitamos o bom tempo e fazemos o percurso a pé, até para ajudar a digestão. Chegando na Red vem apresentação, casa estava cheia, mas estava seco na Kelly, ela estava disponível, então vamos de repeteco em terras paulistanas.
Sou conduzido para outra suíte, também muito boa e ampla, Kelly entra logo em seguida, PQP que delícia, estava com uma lingerie preta minúscula, nos beijamos e depois vou tomar uma ducha.
Continuamos conversando, ela já está peladinha na cama – PQP QUE VISÃO!
Deito-me ao seu lado e começa o enrosco, PQP, que beijos gostosos, muitas carícias e preliminares. O corpo da Kelly se encaixa como uma luva no meu – PQP, pernas, braços, literalmente nos enroscamos intensamente.
Após esse enrosco sigo beijando seu corpo até sua ppk – PQP muito molhada e cheirosa, abocanho como se fosse minha última refeição, vou alternando pressão e sorvendo, ela geme, grita e se abre toda, minhas mãos percorrem seu corpo, acariciam os pequenos e deliciosos seios, ela se inclina gemendo alto e como vem mosto – PQP como é doce.
Kelly me puxa e nos beijamos, em seguida ela prende os cabelos me encarando e inicia um oral delicioso, suave, mas com pressão, cadenciado e fica segurando o Bago pela base – PQP, paramos ou eu queimava na largada.
Camisinha posta ela vem por cima cavalgar, Kelly senta devagar, o Bago entra justo e apertado – PQP 1.000X!
Kelly começa devagar, movimentos cadenciados que aos poucos aceleram, PQP como encaixa bem, eu a pego por baixo, seguro seu quadril e começo a socar de baixo para cima, ela geme muito e cola seu corpo ao meu – PQP, fui desacelerando para não queimar.
Estava quente, apesar do frio que fazia aquele dia, a suíte parecia uma sauna, mudamos de posição, seguro ela e vamos virando sem tirar de dentro.
Agora engatamos um ppmm que PQP como encaixa bem com a Kelly. Foi um ppmm intenso, com variações e muitos beijos, ela por vezes gritava alto quando eu acelerava, fiquei o tempo todo alternando e administrando para não finalizar logo, assim mudamos novamente e ficamos de ladinho.
PQP 1.000X! Como encaixa bem, o corpo dela foi feito sob medida, corpos bem colados ela enrosca as pernas com as minhas, fico abraçado ao seu corpo, socando cadenciado, ela geme, grita e vira para me beijar – PQP! Eu já estava no limite do limite, vem o primeiro aviso, faltavam 10 minutos, larguei o freio e fixo socando até finalizar aos urros.
PQP permaneci acoplado a Kelly alguns minutos até o segundo aviso, não queria sair dali, no final trocamos mais beijos e rimos bastante.
Me levanto para tomar uma ducha e sinto o bafo saindo do ar-condicionado, estava no aquecedor PQP! Kkkk
Os dois ensopados de suor e rindo bastante, ducha rápida e saímos juntos da suíte. Nos despedimos na recepção onde encontro o amigo LP que estava tomando conta da minha garrafa de vinho, com uma cara de quem havia acabado de voltar do paraíso, portanto a missão não acabou aqui, mas fica para o próximo relato.
A Kelly é maravilhosa, deu vontade de trazer para o Rio de Janeiro. Voltando em São Paulo será inevitável o repeteco.
Após me despedir do amigo LP, fecho a noite caminhando pelas ruas de Moema ainda extasiado pelo repeteco com a Kelly.
A Kelly é uma intensa, deliciosa e inesquecível Petit Verdot!
A Petit Verdot foi usada, historicamente, durante muitos anos como parte de blends para vinhos Bordeaux. Na região francesa de Medoc, ela era uma das uvas mais populares até o século XVIII, quando um grande surto da Filoxera devastou as regiões vinícolas da França.
Durante a reestruturação das plantações, a Petit Verdot perdeu espaço, pois seu cultivo era menos rentável e mais difícil de ser feito. O pouco que restava da casta na região foi destruído em uma grande geada em 1956. Basicamente a Petit Verdot virou uma uva em extinção. Até que vinicultores da Califórnia, nos EUA, passaram a apostar nela na década de 70.
Após quase sumir das garrafas, essa casta voltou com tudo e encontrou espaço em regiões vinícolas Americanas (Chile, Argentina e Califórnia), além da Espanha e da Austrália.
Os vinhos feitos com a Petit Verdot possuem coloração bem intensa, são densos e apresentam um marcante aroma de fruta madura e toques florais. Seu paladar é carregado de personalidade e potência.
Kelly meu amor, até a próxima degustação!!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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Há duas coisas que precisam ser degustadas com muita calma e paciência para serem devidamente apreciadas: vinho e mulher.
Santé!
DLIX
