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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Maria Luiza, uma Edição Especial
Por motivos diversos passei exatos três meses sem ver Malu; o reencontro acabou ocorrendo nesta semana. Como já havíamos completado mais de vinte encontros até então (23 para ser exato), nenhum com menos de duas horas de duração, é compreensível que já tivéssemos um razoável grau de familiaridade.
Conversamos bastante tempo, e assim, sentados frente a frente, começamos a colocar as dezenas de assuntos em dia. A inteligência de Maria Luiza, e seu interesse permanente em adquirir conhecimento torna nosso papo sempre muito agradável. Na metade da conversa Malu já estava com sua perna lançada sobre meu colo, me permitindo continuar o papo acariciando seus pés e pernas. Não sei se são meus olhos, mas achei que Malu está mais bonita ainda. Percebi também que está se empenhando na academia.
Esgotados os assuntos mais importantes, peço uma massagem relaxante; Malu prontamente topa (até então não havíamos trocado qualquer beijo, nem nas bochechas). Já pelado, deito de bruços; Malu (também já nua) monta em meus quadris, espalha o insubstituível o óleo de amêndoas e inicia uma gostosa massagem. A certa altura ela começa a se deitar sobre mim, empregando seu corpo para me massagear, e me dá uns beijinhos bem sensuais no cangote e adjacências, o que me permite perceber nitidamente que sua respiração está acelerando, me deixando excitado pra caralho. O pau duro já incomoda a minha posição de bruços. Começo a me virar; Malu se ajeita, e o namoro assim começa.
Lembrei então das coisas que mais gosto de Maria Luiza: seus beijos são muito doces, macios; seu corpo gostoso de acariciar; os peitinhos bicudos então! Ai papai do Céu, que coisa mais tesuda de chupar, lamber, acariciar! ..... e ainda por cima escutando aqueles gemidinhos de prazer, tão discretos quanto autênticos.
Minhas mãos começam então a procurar aconchego entre as pernas de Malu. Lá, já estava bem quentinho e mais do que lubrificado (gel vegano, sem aditivos). Depois de muito carinho, não resisto e parto logo em seguida para um oral. Me ajoelho frente à cama sobre um travesseiro que Malu me passa, e início a sessão com todo entusiasmo, matando saudades. A produção de gel é grande. Maria Luiza aumenta um pouquinho o tom dos gemidos, de vez em quando se revirando sobre si mesma, suas mãos apertando com muita força meus dois pulsos. Com uma de minhas mãos pressiono levemente sua pélvis, expondo mais meu objeto de desejo e facilitando encontrar os discretos “srs. Sken” e Bardot”. Entramos então em estágio de equilíbrio quando o oral é reforçado pelo “vem cá G point”. É aqui que me acabo; me deliciam as expressões tesudérrimas de prazer de Malu, antes mesmo de atingir o clímax. Não fosse minha falta de preparo físico, acho que ficaria pelo menos uma hora provocando e curtindo essas fortes reações que Malu tem.
Não entro mais em detalhes a partir daí. Em resumo, com certo tempo mais, e com alguma imaginação adicional Maria Luiza chega ao clímax, em uma demonstração que quase me leva a loucura de tanto tesão que me dá. Após uns dois longos e profundos suspiros, Malu nem precisa dizer nada. Sob o efeito das endorfinas descarregadas, quer descansar. Recuo dos meus desejos mais eróticos, respeitando o relaxamento da Guerreira.
Mas é óbvio que eu não deixaria a peteca cair após essa sessão inicial. Não demora muito, minha mente safada já recomeça a me comandar, e os carinhos mal intencionados ressurgem, mesmo sabendo que talvez ainda fossem precoces. A “paudurescência” aos poucos se manifesta, Skin instalada, e lá estamos nós, de início apenas na esfregação, descambando logo em seguida em um clássico papai mamãe. É minha posição preferida (e da torcida do Flamengo) dado que facilita beijos e a admiração visual das expressões que vão passando pelo semblante de Malu. Sinto muito prazer nisso tudo.
Por um longo período ensaiamos algumas variações adicionais até que Malu começa a se tocar novamente, o que me faz perder o controle. “Quero ver ela gozar novamente, e desta vez vou junto, nem que seja na punheta”, pensei. Dito e feito; após poucos minutos lá estou eu curtindo cada espasmo do gozo da siririca de Malu e, solidariamente, me esvaindo todo ..... gemendo que nem uma alma penada sofrendo uma leve tortura. No silêncio posterior que se instalou, caímos duros, cada um para um lado.
Esse nosso retorno serviu, entre outras coisas, para me confirmar um aspecto que sempre destaquei com relação a Maria Luiza. Definitivamente, ela é uma “Edição Especial de Mulher”. Acho difícil que permaneça entre nós por muito tempo. Certamente um sortudo deverá apadrinhá-la. Só não o fiz até agora por conta da nossa abissal diferença de idade. Não seria razoável para ela.
Observação: o valor especificado no relato não incluiu o Uber de ida e volta, o qual paguei separadamente.
