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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
EXPEDIÇÃO SELVAGEM - VOLUME 01
Neste relato de um sobrevivente da excursão à selva libertina, trago em detalhes a aventura que foi confrontar essa felina fogosa e insaciável, a Pantera Carioca. Lembro bem de ter ficado muito interessado nessa lindíssima preta com naipe de passista quando ela surgiu no nosso meio há pouco mais de um ano atrás com uma proposta irrecusável de desfrute de um mundo completo de prazeres na modalidade 3 por 1, três horas de trepada raiz pelo valor habitual de 1h cobrado por muitas meninas, e com os primeiros relatos atestando a qualidade e a potência de seu jogo, mas como estava com o caixa comprometido pela crise do meu patrocinador, a empresa que contrata os meus serviços laborais, fui impedido de embarcar nessa viagem sexual por sequer ter condições de financiá-la no crédito. Nos meses seguintes, ao mesmo tempo que eu priorizava os embates com as combatentes do topo da minha lista quando pingava um trocado no bolso durante os tempos de vacas anoréxicas, via essa fabulosa promo da Deusa do ébano evaporando com os sucessivos reajustes do seu ticket, pondo fim ao meu desejo de vê-la de imediato.
Ao longo de 2024, vários contos sobre as suas investidas solo e de ataques sincronizados junto da tigresa da Gabi Torres ajudaram a mantê-la no meu draft de possíveis duelos a realizar no futuro e quis o Cosmos que o sorteio do prêmio de 2h de atendimento oferecido por esse Diamante Negro para os cabras presentes na última festa do Arena tivesse este que vos relata como vencedor. Dias depois, um resfriado persistente me impediu de encontrá-la na data original, o sábado seguinte ao resultado do sorteio, e de antecipar o combate em 1 semana para atender a libido em chamas da tarada da baixada, e quando fiquei 100% a delícia teve compromissos pessoais que a afastaram da sacanagem por alguns dias. Destaco que, desde o primeiro contato a beldade não só demonstrou simpatia e compreensão pelos contratempos como me atiçava sempre que podia em meio aos papos que revelaram muitas coisas em comum entre nós. Até que numa data improvável, o domingo eleitoral onde decidimos qual das cobras candidatas tem o veneno mais fraco contra nós trabalhadores, a gostosa me chamou no Zap para jogar conversa fora e sondar quando eu iria comê-la. Depois de lançar com sucesso a isca de que tava com vontade de me dar naquele mesmo dia, refiz os meus planos e agendei com ela no Carícia, e ao contrário da tarefa de mesário, atuar como bombeiro e lidar com o incêndio da diabinha com a minha mangueira era o trabalho voluntário do qual teria imensa satisfação em executar. Com o ringue escolhido e o período de 6h fechado, fiz os últimos preparativos para receber a minha convidada.
O toque estridente da campainha foi o sinal da chegada da felina da cor do pecado e a abertura dos portões revelou a jovial dama no estilo casual, blusinha amarela curta que deixava a barriguinha de fora e uma saia florida enrolada nos quadris que ocultava do público das ruas a nudez por debaixo das vestes. O giro da fechadura foi a deixa para engatarmos um caloroso boas-vindas com um Beijão que deu liga no primeiro segundo e enquanto nossas bocas se apresentavam, Pantera arrancou a minha toalha, me encostou na parede e de roupa e tudo começou o seu espetáculo de boquete. Cadenciado, na pressão moderada (exata para levar o cara sem escala à lua), babado, com encaradas nos olhos, pirocadas na cara e alternando linguadas por todo o pau com a engolida do mesmo, entendi rápido os alertas de nocaute precoce dados por vários confrades caso pego de guarda baixa e ao mesmo tempo o quão premium é a chupada da gata. Dei os primeiros tapas na sua bunda maravilha antes dela retornar aos meus lábios numa segunda beijação para então saírmos da entrada e eu mostrar a ela o ginásio.
A pica rígida era o indício claro da minha vontade em saboreá-la e assim que a delícia tirou a saia dei leves mordidas no seu derrière e um beijo grego, aos elogios de safado. A preta fabulosa, no esplendor de sua nudez, me olhava de cima a baixo de dentro do box enquanto se banhava e, captando a mensagem dada, me juntei à devassa para auxiliá-la naquele relaxamento íntimo passando o sabonete pelo seu corpo, pegando nos peitos e na ppk enquanto a abraçava por trás roçando a vara na sua raba e a beijava. Depois de ajudá-la a se enxugar, deixei o vestiário e ela fechou por um instante a porta para me surpreender com um dos adereços reservados para mim naquele fim de tarde. Fazendo jus ao Outubro Rosa, Pantera me encantou ao se revelar com a lingerie fio-dental na respectiva cor destacando a volúpia de suas curvas, de deixar muita aspirante a passista de escola de samba quadrada de inveja.
A felina avançou em mim devorando a minha boca com a sua nos conduzindo à cama e ficamos nesse love por um bocado quando então ela se posicionou D4 com o pandeirão ao alcance de minha mão para que eu pudesse dar boas batidas e apertadas no tantan enquanto cuidava da minha baqueta. Como o gongo era nosso aliado, investimos bastante tempo nas preliminares, primeiro deixando-a degustar o doce no talento nato de uma craque das artes sexuais enquanto alimentava o seu tesão a cada palmada no rabetão, para depois trocar de posição quando senti que aquele samba podia atravessar antes da hora. Já por cima da gostosa, fiz o caminho da alegria partindo da boca, passando pelos melões que excitam bastante a gata quando chupados e chegando à iguaria entre as coxas. Durante o meu banho de língua pelo seu corpo e na sua flor, Pantera pediu que eu desse a metida de três dedos na xota e não só executei esse truque como dei leves batidinhas no seu rosto (consentido, é claro), e após esse combo de prazer, a musa mamou mais um tanto antes da encapada.
DE CARA COM A FERA
Demos o start na trepada selvagem no amorzinho do PPMM na buceta, algo que durou poucos segundos, pois rapidamente o hard tomou conta da parada e os pedidos de mais vigor na martelada subiram conforme a libido dela aumentava. Logo emendamos um frango assado comigo segurando os peitos e abraçando as pernas quando não estava com a minha boca atracada na dela. Breve também foi o sexo na ppk, pois sem demora tirei da frente e enfiei no recuo da bateria sem lubrificante, dispensado pela tarada (lembro, inclusive, de ter lido em um conto passado que a safada curte a sensação de sentir a rosca ardida). Enquanto sentava a madeirada naquela raba, a danada pedia que eu lhe desse uma enforcada, tudo na medida certa para fazê-la delirar sem machucá-la. Esse ataque em específico permeou grande parte do combate, ora por desejo dela, ora por iniciativa própria, e no reforço do prazer a beldade se masturbava com o vibrador no grelo ao mesmo tempo que sentia a queimada na rabiola.
No ato seguinte arrombei o cu da cachorra D4 no puro suco de putaria hardcore: trash-talk, tapas no pandeirão, puxada de cabelo, pressão na nuca e a prendida das mãos atrás, movimento que incrivelmente rolou pouco e que tanto eu quanto ela gostamos bastante numa transa (a atentada confidenciou após o fight que é chegada na arte da submissão e do BDSM). A ninfomaníaca mandava socar cada vez mais forte me estimulando com provocações de que eu estava lá para isso e tinha que corresponder e respondi emendando com a trepada de bruços posicionando a bunda dela na beira da cama com as pernas esticadas para fora e o travesseiro na pelve para ao mesmo tempo dar conforto a dama e empinar mais a sua traseira, recurso que permitiu que eu enfiasse melhor a vara até o talo naquele buraco, dando espasmos de excitação à delícia toda vez que cravava fundo a estaca no rabo.
A felina veio por cima de mim sentando com o pau na porta dos fundos e descendo o corpo para me encher de beijos e me ofertar os peitos. Variando o jogo de quadril com reboladas, sarradas e quicadas, Pantera começou a me levar próximo do limite e para recuperar o domínio contra-ataquei levantando ambos para fudê-la em pé com ela no colo sem tirar de dentro. A investida não foi um primor de qualidade, bem longe disso, mas serviu para distensionar a vontade de gozar e já no controle dos impulsos a posicionei de pé em frente ao espelho segurando no suporte para comer o precioso com gosto, pegando nos peitos e no pescoço intercalando com tapas e beijos enquanto ela mandava meter mais e mais forte. Cheguei a imprensá-la no vidro com a pressão da meteção antes de deixarmos esse esquema tático com ela me mandando sentar na beira da cama para me aplicar mais uma surra de bunda.
A parada técnica se fez necessária para ligarmos o ar-condicionado que tempos depois mostrou não ser suficiente para a onda de calor que emanava de nossos corpos com a combustão do nosso sexo. No reinício a delícia passou a arranhar o meu corpo cada vez que me agarrava e brincou com o pirulito usando variados estilos de pressão e movimento, e junto do boquete eu a estimulei com a consagrada metida de três dedos e depois com o dedão da outra mão no cu fazendo uma espécie de DP com ambas as mãos. O vibrador também marcou presença nesse combo lascivo e, satisfeita com tudo isso, a diabinha simplesmente lançou um desafio picante para mim: ficou D4 com a bunda virada para lua e o corpo abaixado e, ao mandar que eu metesse no rabo montado nela, afirmou categoricamente: Vem domar essa Pantera! A falha nos treinos de pernas nas últimas semanas cobrou o seu preço aqui e pouco pude fazer devido às dores advindas da falta de preparo físico que complicaram a fluidez dos meus movimentos de descendente no precioso dessa Deusa do ébano. Contudo, mais a frente tive a chance de me redimir dessa derrota.
Não lembro quais posições fizemos na sequência, mas pouco depois do rodeio frustrado chamei a tarada para nos atracarmos no cavalinho. Primeiro com o corpo agachado e depois erguida, Pantera tomou nova dose de madeirada no toba, com o mesmo esquema de tapas, puxadas de cabelo, xingamentos e provocações de antes. Após essa putaria, convidei a preta fogosa para o jogo de solo deitando no chão de frente ao espelho para que ela viesse por cima na cavalgada e no estilo invertido ela plugou o anel no garotão na quicada de pirar o cabeção com a visão do sobe e desce do rabão no pirocão. Tive a intenção de aplicar um dos golpes do Kamasutra desejados pela gostosa numa das nossas conversas pré-combate, mas senti que a pica tava pedindo arrego ao começar a ratear e para não perder a viagem abri mão desse truque e mandei que a cachorra ficasse D4 no chão em frente ao espelho, uma cena deslumbrante de se ver. Montei nela enfiando a pica no cu e com o auxílio do suporte no vidro pude meter realmente forte na piranha, xingando-a de tudo quanto é nome. Ora pegando no cabelo, ora fazendo pressão na nuca, Pantera enlouquecia de tesão com a arrombada estilo filme pornô com direito à enfiadas da rola até o talo naquele rabo, e após essa erupção de luxúria gozei na boca da vadia indo um pouco no rosto conforme desejo dela. Ainda brincou um pouco com o leite que tava na língua antes de engolir e chupar o dedo com a porra que ela limpou do rosto... Que Mulher!
Tendo finalizado as 2h de atendimento 0800, a dama foi se lavar e novamente mostrei o meu cavalheirismo ao ajudá-la a se ensaboar junto do boca-a-boca preventivo, no caso de alguém se afogar naquele oceano de prazer. Enquanto a gente se arrumava para partir, batemos um longo papo pós-foda de assuntos ligados ao mundo libertino e da vida em geral, que mostraram aquilo que eu já tinha percebido durante as conversas que antecederam esse encontro, de como a beldade é inteligente, bem resolvida, focada... resumindo, uma mulher diferenciada. Depois de um elogio mútuo sobre o prêmio ter ficado em boas mãos, demos um último Beijão para saideira do duelo e... quem disse que acabou? De tão bom que estava, ninguém quis parar com o Beijão e por consequência começamos a ficar bem excitados, com a Pantera se tocando por debaixo da calcinha e depois com a outra mão alisando o garotão, ao notar que o mesmo tava bem armado. Ainda aos beijos e sem cerimônias, a fera sexual abriu o cinto e a minha bermuda, pôs a rola outra vez para jogo e começou aquele boquete fantástico comigo ainda semi-vestido com as calças abaixadas. Via-se claramente uma expressão sapeca e alegre na cara da tarada com o doce novamente na boca, tomando pirocadas no rosto e tapas na bunda enquanto perguntava: Pra que a gente se arrumou mesmo?
Paramos alguns segundos para nos recompor desse início de hora extra e com as roupas em cima e pelados embaixo, deitamos na cama com a gostosa por cima para uma longa atracação de línguas, mãos e sarradas entre os nossos quadris. Depois de um tempo demos um 180° e continuamos nesse amasso até encaparmos o aço na prorrogação da pancadaria, primeiro no estilo clássico do PPMM e depois na sentada, ambos na buceta que estava em brasa segundo a safada. Por muuuito tempo, Pantera quicou na rola e esfregou com vontade o seu sexo no meu, e junto desse jogo de corpo lascivo me encheu de beijos e de mãos dadas exerceu o seu lado dominadora ao prender as minhas aplicando pressão com as suas fazendo-as de apoio para melhorar a potência da sentada. Junto desse artifício, a atentada por vezes ficava com o corpo erguido para que eu pudesse alisar o seu corpo e peitos por debaixo da blusa e dar uma apertada no seu pescoço, e num dado momento a musa tirou a camisa para subir a temperatura esfregando a sua comissão de frente no meu peitoral, comigo arrancando fora a minha última peça de roupa logo depois para sentirmos ao máximo o calor humano um do outro naquela mútua sarração com profunda penetração.
Com o relógio já batendo 21h, tive a intenção de enrabá-la mais uma vez de bruços antes de jorrar o leite novamente na sua boca ou no cu, mas a fadiga bateu e joguei a toalha, encerrando o duelo depois de deixá-la mamar um bocado. No tira-teima lançado no pré-combate para ver quem estava em melhor forma, reconheço que a beldade venceu ao me cansar primeiro, gerando uma baita desculpa para o repeteco. Afinal, grandes contendas sempre são resolvidas em melhor de três e, mesmo com todo esse tempo de luta, muitos truques ficaram pendentes de serem testados e outros foram tão bons que precisam ser repetidos outra vez. Fechei a conta após passar a régua na Pantera e na portaria do Carícia me despedi da delícia aos beijos com a certeza de que o match do sorteio casou perfeitamente para ambos.
O alívio para o desafio de matar os leões de cada dia nessa selva de pedra tá logo ali, na surra de bunda e no chá de xota da insaciável Pantera Carioca.
