03 de Dezembro de 2024 às 13:37
LOREN ANDRADE
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Loren – A Feia

Resolvi usar esse título pois é a adjetivação que mais sai da boca de Loren quando se olha no espelho. Acreditem ou não, ela acha defeito em quase tudo que é seu.

Por exemplo: sendo dona de uma bunda de estética mais que perfeita, apenas agora, bem recentemente, reconhece que passou a gostar dela. Vai entender.

Com um rosto redondinho, olhos quase orientais, e uma boca belíssima, ainda assim, se auto denomina “cabeça de Cebolinha”. Chega a ser impagável. Um confrade recentemente comentou que dá vontade de colocá-la em uma camisa de força quando ela começa a fazer essas autoavaliações.

Desta vez a recebi no Barão do Flamengo, dado que provavelmente faltaria água no bendito BL 184. Além disso, estava morrendo de saudades dela (quase dez dias sem), e, para compensar, havia agendado um encontro longo, de cinco horas. Para encontros longos, prefiro Motéis e minha residência

Loren me surpreendeu ainda na garagem, quando eu conversava com o manobrista. Subimos juntos para a suíte já começando a namorar no elevador. Fomos ambos direto para uma boa ducha, pois o calor era de bode. Loren gosta de água mais fria, e eu de água mais quente. De bom grado, negociamos um ponto intermediário.

Adiantando desde já um resumo: a ênfase do encontro (em todas as cinco horas) foi o namoro. Namoramos pra caralho ! Beijos, elogios, muitas carícias, olhares, juras, cheiradas, palavras, festinhas, mais beijos e carinhos por todo o corpo. De pé, no chuveiro, fora dele, sentados, deitados de todo jeito. Homenageei a Mulher Loren da pontinha da cabeça aos pés, e dela, como sempre, recebi retribuições generosas.

Nossas longas sessões de namoro foram interrompidas poucas vezes: primeiro para um longo oral no qual bati recorde de tempo, durante o qual Loren, pelas fortes contrações que fazia, gozou algumas vezes. Cama encharcada e capa posta, seguiu-se o inevitável franguinho, e foi a minha vez.

Intervalo para uma segunda chuveirada, e ainda no box já retomamos a vibe do namoro puro, que uma vez mais, se estende por uma tempão, abrigados por um lençol, pois o ar condicionado estava poderoso. Quase dormimos, de tanto aconchego.

Mesmo assim, não sei o que acendeu a fagulha de Loren, que a fez se enroscar devagarzinho em mim, e a começar a me sarrar com sua perolazinha. E ela quando começa assim, somente os eleitos sabem como acaba. É simplesmente indescritível a montada que se sucede. Não conheço nada igual, nem em cenas de filmes XXX de boa qualidade. Por falta de palavras me abstenho da descrição. Os(As) interessados(as) que se reportem aos relatos anteriores.

Loren só parou quando sua bateria de Litium descarregou. Seu suor me banhava. Seus beijos me afogaram. Que fogo foi esse?! Nocaute simultâneo. Chuveirada final (desta vez separados), e momento gastronômico.

Havia preparado, com todo carinho, um poderoso sanduíche inspirado nos famosos “tapas” espanhóis. Abrigados em 1/3 de baguete roustiquette, embuti fatias super generosas de frios ao picles, mozzarella de búfala, muita rúcula, metades de tomate cereja perfumadas com orégano, tudo generosamente regado ao azeite português de baixíssima acidez.

Cinco horas no Paraíso. Alguém, em sã consciência, pode querer coisa melhor da vida ?