https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24183
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Boa madrugada, confrades, pois essa é a hora do morcego.
Esse TD começa a acontecer na resenha da última sexta no Zezé. Conversava eu com o grande Mr.69 e outros confrades ainda no início do evento quando ele solta a bomba: Beatriz Campos estava com uma promoção. Como a beldade já piscava no meu radar faz tempo, não perdi a oportunidade e naquela hora mandei mensagem já deixando tudo marcado para a tarde de hoje.
Chego ao Centro levemente adiantado, de forma que fico matando tempo ali na entrada da Matrix. Ainda antes do meu horário, a Beatriz me libera pra subir e eu rumo para o seu local, na RB185 (sim, o mesmo do meu último TD; nunca havia ido lá e agora fui logo duas vezes seguidas). O espaço da Beatriz é amplo, mas com algumas peculiaridades: o vaso é separado da ducha (tem um lavabo próximo da entrada e um chuveiro depois de atravessar a cozinha) e achei a proporção dos cômodos meio estranha. Mas como não sou arquiteto, o que vale é que o ap tem todo o suficiente pro enrosco (e o box é largo!!).
A Beatriz me recebe com um conjunto vermelho consistindo de um robe semi transparente, meias até as coxas, calcinha e sutiã. Ela é encorpada, peitos grandes e maravilhosos, bunda idem, realmente voluptuosa. Faço o pagamento adiantado e vou fazer minha higiene. Quando retorno, recebo uma ligação no pior momento possível, mas consigo desenrolar e empurrar o problema surgido pra frente. Me sento então ao lado dela na cama e ela me pergunta se eu beijo na boca, ao que respondo: "por favor".
No instante seguinte estou sendo devorado, engolido, quase que fagocitado pela Beatriz. O beijo dela é voraz, quase que feral, em um bom sentido (talvez um pouco mais de dente do que eu gostaria, os batemos uma ou duas vezes, mas nada que desabone), e a pegação é no mesmo estilo. Viramos quase que um ser disforme de braços e mãos se agarrando e apalpando. Não sei quanto tempo ficamos nisso, mas foi um período considerável. Vario entre beijar seus lábios, pescoço e deliciosos peitos. Vou aos poucos descendo e descendo até que chego em sua buceta.
Começo a chupar e a resposta é instantânea. Ela começa a gemer alto, agarrar minha cabeça, me apertar com as coxas e rebolar na minha boca. Das duas uma, ou ela estava sentindo um prazer absurdo, ou ela merece um Oscar pela atuação ali, porque ela realmente me convenceu com sua performance (e olha que eu sou bem reticente sobre minhas capacidades, devido à baixa autoestima). Fico ali tanto quanto ela me deixa, até que ela me puxa e pergunta se pode me chupar.
Fico em pé na cama e ela fica de quatro para me boquetar. O oral dela é tão intenso quanto o resto. Ela me chupa com pressão, na velocidade 5 do créu. Chupa as bolas, engasga no meu pau, parece uma pessoa sedenta ao ver um copo d'água, ela te chupa parecendo que teu pau é o mais gostoso e talvez o último do mundo. A seguro pelos seus cabelos cheios, a pressiono contra mim e vou aproveitando o momento. Depois eu a subo para um beijo e voltamos a pegação com ela me punhetando, primeiro em pé e depois com ela deitada sobre mim. Peço pra ela diminuir o ritmo da punheta e ficamos mais um tempo nisso antes de pegar a camisinha.
Garoto encapado, começo com ela por baixo. Vou metendo e metendo, ela gemendo no meu ouvido, me agarrando com as mãos, me entrelaçando apertado com as pernas, quase que me forçando ainda mais para dentro dela. Ponho ela de quatro e ela quase deita, deixando apenas a bunda empinada, uma bela visão. Começo a meter e ela corresponde, e depois a ponho de bruços metendo tão fundo quanto consigo enquanto a agarro e beijo seu pescoço.
Quando minha estâmina acaba, ela vem por cima cavalgar. Fico variando entre beijá-la e agarrar seus seios enquanto ela quica, mas de vez em quando a seguro apertado e faço eu o movimento, e ao mesmo tempo ela rebola no meu pau e geme cada vez mais forte (de novo, se foi fingimento, foi uma puta performance). Ela me pede pra trocar e vamos de ladinho, até que percebo que não vou conseguir gozar. A metelância estava tão gostosa que segurei o máximo que pude e acabei passando do ponto. Infelizmente nesse momento meu tempo já está quase no fim, então paramos e ficamos nos beijando mais um pouco comigo parado ainda dentro dela.
Vou tomar meu banho, bebo um pouco de água e sigo o caminho de casa. A Beatriz me deu uma surra considerável, o que somado ao seu corpo de medidas lascivas me deixou completamente esgotado. Ela é um repeteco certo no momento em que eu melhorar meu preparo físico pra encarar o ritmo alucinante que ela impõe.
Sem mais, deixo abraços para os confrades e mordidas nos pescoços das musas.
