BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Um sobrado quase na esquina da Rua da Alfândega com Uruguaiana, do outro lado da rua fica uma espécie de padaria mesclada com lanchonete. O movimento de pedestres e automóveis é intenso naquele trecho entre o fim da tarde e o início da noite. Tudo ali margeia o Camelódromo, o que talvez explique a lotação quase diária do referido bordel.
Sobe-se um longo lance de degraus e chegamos à penumbra da pista. É pequena a boate, tem um formato em “L” devido ao bar em uma posição que se prolonga a partir da direita de quem entra. Dois banheiros no canto à esquerda da entrada. Uma pequena fileira de sofás, algumas mesas circulares de madeira e cadeiras. O ambiente é escuro. Para pagamento em cartão, há acréscimo de 10%.
Nas últimas visitas que fiz, havia um oceano de mulheres, mulheres muito jovens, muitas delas bonitas e com corpos que nos despertam a salivação. Para mim, que sou rato velho de bordéis, é surpreendente ver tantas garotas novas e bonitas trabalhando em um trash onde a alcova mais cara sai por 180 reais. As outras casas no entorno, inclusive a 502, passam longe de exibir o mesmo cenário.
Sobe-se outro lance de degraus e alcançamos o andar das alcovas, que também é o andar onde as meninas se preparam e se vestem para a labuta. Quando subimos para o programa, é muito comum vermos uma penca de meninas desfilando nuas, de frente para um espelho, se maquiando. Um espetáculo inesperado e excitante. Como nesse andar a iluminação é branca e forte, é possível apreciar os melhores corpos em exibição e programar as próximas escolhas.
Os quartos não são quartos, são cabines geralmente dotadas de cama de casal. A divisória não vai até o teto e às vezes ouvimos muito barulho externo. Nada que impeça o bom sexo se a escolhida for dedicada. Existe um terceiro andar onde ficam as piores cabines, não aceitem ir para lá.
O banheiro do segundo andar é uma pocilga. Se precisar de higiene básica ou anuviar necessidades humanas, façam no banheiro da boate.
Na última quinta-feira, avistei uma morena lindíssima, que eu já havia contemplado nua no andar das cabines. Um corpão irretocável. Bunda empinada e firme, coxas grossas, barriguinha zero, lábios carnudos, olhos cheios de fogo, cabelos lisos e negros escorrendo pelas costas. Uma índia belíssima. Carol o seu nome.
Entrevista básica e pedi uma alcova. Lembrem-se, em lugares como a 119 a entrevista é imprescindível, pois existem aquelas moças que nem sequer beijam na boca e é possível encontrar as que chupam de camisinha. Portanto, entrevistem, questionem e subam com as liberais.
Com Carol, a experiência foi boa. Esfregadas ousadas no território da vagina, beijos de língua e finalizei provado pelo boquete alternado com punheta enquanto eu dedilhava o cuzinho da rapariga. Bom sem ser ótimo, mas valeu pela beleza e pelo corpo da menina.
Conclusão, a 119 é para homem que mija em pé.
Volto.