14 de Dezembro de 2024 às 12:30
FLÁVIA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM





O COLÓQUIO

LINKIN PARK

Fone nos ouvidos, Linkin Park me embalando e as ruas sombrias pela frente. Um andarilho, é o que eu sou e sempre fui. Capaz de caminhar quilômetros, como um camelo em busca de um oásis. Esta semana, em uma andança noturna pela Lapa, encontrei um oásis.

Seu nome é Flávia. Estava sentada em um bar na esquina da rua Gomes Freire com Mem de Sá. Nossos olhos se cruzaram, se fixaram em uma mensagem recíproca de curiosidade mútua. Não sou só um andarilho, sou um velho exótico, gosto de roupas escuras, de usar botas. Um gótico naufragado no meio desta caótica Gothan City tropical.

O olhar da Flávia me acompanhou e fiquei intrigado. Retornei ao local onde ela estava e novamente nos encaramos. Ela sorriu. Impossível me fazer de desentendido. Calculei a rota e me aproximei. Ela estava sentada com uma amiga que se levantou e saiu de fininho quando cheguei perto. Sem saber o que dizer, criei o script no improviso...

— Oi. Posso me sentar com você e pagar uma bebida? — lancei os dados da sorte.

— Claro. Pode sim — a resposta veio ilustrada por um sorriso cativante.

Sentei-me perto da menina e pedi dois martinis.

Libertinos e libertinas se atraem como mercúrio. Flávia me disse que estava ali trabalhando. O valor da conjunção carnal seria 180 reais por uma hora em algum hotel próximo. Informou isso de uma forma espontânea, simpática, com leveza. A garota é sedutora.

Estava com um vestido azul, corpo de falsa magra, um decote que me fez supor um par de seios pequenos e firmes, dava para imaginar a bunda arrebitada pela ondulação que o vestido desenhava no fim das costas. Tão espontânea que me foi inevitável considerá-la bonita. Flávia une aos traços do rosto à beleza da personalidade.

Fiz a entrevista erótica com resultado positivo, sugeri que fôssemos para o Hotel Alameda, meu velho matadouro na Glória. Acertamos tudo e partimos.


O COITO

No quarto, Flávia deixa cair o vestido e revela todas as curvas que antes se escondiam sob o mistérios dos panos. Cinturinha fina, barriguinha chapada, pernas grossas e a bunda se formava no encontro de duas esferas tão perfeitas que poderíamos desenhar ali o mapa mundi do desejo.

Lancei-me por cima do corpo dela e começamos a nos beijar. Beijo de línguas emboladas, enroscadas, salivantes, que queriam se engolir, se devorar. Autofagia da paixão. Ficamos nos beijando por muito tempo, beijo gostoso, viciante.

Desci para lamber seus peitos sensíveis, mordiscar os biquinhos pontiagudos. Flávia fechava os olhos e gemia. Deslizei mais para baixo e alcancei a vagina úmida e quente, enfiei a língua no clitóris, a moça sussurrou um “que delícia”. O meu combalido Pikachu a esta altura se transformou na pica das galáxias. Lambi o clitóris até que Flávia gozasse. E ela gozou, gozou gemendo, quase desfaleceu.

Inverte a posição. Vem por cima. Monta no meu tronco com a suavidade das magrinhas gostosas, encaixa meu vetusto pênis na boceta. Cavalga. Cavalga. Rebola. Cavalga. Rebola. Incansável. Desmonta e me engole em um boquete guloso. Chupa, masturba, chupa. Eu resisto enquanto dedilho o cuzinho da menina.

Flávia fica de quatro, diz que me quer dentro. Eu me posiciono, aponto o antiquíssimo Pikachu na direção da gruta sagrada. Penetro. A garota geme, rebola enquanto sente o meu pau entrar até o talo. Começo as estocadas devagar, aumento a pressão, soco forte. Flávia empina-se para me receber cada vez mais fundo. Geme, grita, suplica por leite. Nocaute. Lancei meus espermas no sufocante saco de látex. Morreram todos sonhando com o óvulo sagrado. Luto.

Gostei da menina. Competente, boa de conversa, realmente liberal e faz questão de atender bem. Ao fim, nos despedimos e voltei a me lançar sob o manto da noite nublada.

Um vento frio soprava o enigma das ruas. Caminhei saciado como um vampiro que já havia se alimentado nos becos escuros da Gotham City dos trópicos, mas a fome é insaciável e irá voltar. I will be back...

Girl9