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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Marquei com ela um domingo, fim da tarde, no seu local da SD117.
Crescimento ilimitado
Ela me recebe vestindo um conjuntinho lilás. Trocamos alguns beijos e sorrisos (o sorriso dela é lindo). Tomo logo uma chuveirada (não queria perder tempo), volto pro quarto, e começamos a nos agarrar em pé, ao lado da cama, roçando, ela rebolando pra mim, uma delícia.
Nos deitamos e cada um começou a avançar na direção da intimidade do outro, rimos e nos olhamos com cara de "eu começo ou você começa?". Perdi (ou será que ganhei?) o metafórico cara ou coroa e ela começa a me chupar. Não sei se é o tanto de tempo que se passou depois da última vez que estive com a Eva, ou algo realmente mudou, mas o boquete estava mais delicioso do que eu lembrava. Curti um tanto, quase esqueci que tinha muita coisa pra fazer ainda.
Fui retribuir, lambi, fui sentindo o ritmo que ela reagia e se contraía mais, acariciando as coxas, a barriga, o peito. Sengui um tempão até ela pedir pra parar pelo tanto que estava sensível.
Vesti a camisinha, e começamos a próxima etava da brincadeira de ladinho. A vantagem da baixinha é que a mão consegue acariciar de cima à baixo. Coxa, bunda, peito, indo, voltando e de novo. Beijando o pescoço, dando leves mordidinhas.
Ela vem por cima, voando como uma borboleta, subindo e descendo dando vista pra bucetinha dela engolindo meu pau. Depois encaixou, veio de pertinho, rebolando, os peitos vindo na minha boca, depois o rosto dela colado no meu. Eu não quertia trocar, a rebolada estava me levando à loucura, soquei até encher a camisinha de leite.
Papo de doido
No intervalo do descanço seguimos de papo, falando uma pá de besteira e filosofágens sem sentido. Isso enquanto a mão boba ia voltando à ativa e voltando a acariciar a bundinha da Eva. Voltamos a nos esfregar, beijar, e ela volta a chupar meu pau.
Deito ela, visto o garoto, e pego ela de frente, frenético (gastei muita energia aqui, depois me arrependi, acompanhem). Perguntei de anal e ela responde positivamente. Me segurei pra não gozar (má ideia) porque agora ainda queria pegar ela de bruços. Trocamos de posição e continuamos, ela reagindo, respondendo, senti que estava gostando. Colocamos lubrificante, só um pouquinho, e comecei a comer o cuzinho. Meti e me deliciei, queria ficar ali até o dia seguinte.
Depois do tanto de fôlego que eu tinha gasto, mesmo chegando quase à segunda gozada, não resisti e beijei a lona antes do êxtase. Ela ainda incentivou, pra gente aproveitar o finzinho do tempo, chupou mais um pouco, mas eu já estava abatido. Ficamos o resto do tempo conversando e trocando beijos. Tomei meu banho e me despedi.
Pensamentos finais
Ah, a Eva. Por algum motivo ela sempre de deixa nesse estado de esgotamento. Acho que é a vontade de não parar que me bate, uma afobação.
Saindo do prédio ainda encontro um confrade esperando sua vez (pelo relato, levou a Eva pra uma duplinha 🤭
