10 de Janeiro de 2025 às 15:14
GIOVANA BRANCA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Caríssimas e caríssimos, boa tarde!


A idade traz consigo alguns benefícios, como não ter mais pressa e saber aguardar o momento certo para apreciar as coisas boas da vida. Porém, traz também certos inconvenientes como frequentes lapsos de memória. E mais uma vez fui traído por mim mesmo quando, após revê-la na resenha e bater uma doce saudade, busquei aqui no Arena o relato do meu encontro com a Giovana. Um encontro deveras especial, pelo menos para mim. Mas do mesmo jeito que ocorreu com a Nati, descobri que havia sonegado o relato 😱. E eu jurava de pé junto que não havia cometido tal crime 😁! Está mais do que na hora então de tentar repará-lo.

Mesmo tendo ocorrido há quase um ano, neste caso especifico a lembrança ainda está bem viva na minha mente. E no meu corpo. E por que não dizer também, no meu coração. Sei que a grande maioria que habita este mundo putanhesco considera uma heresia nutrir algo mais do que tesão pelas mulheres que transformam algumas horas de nossas existências em um oásis de ilusão e prazer. Se assim for, eu admito: com Giovana eu fui um herege merecedor da mais ardente fogueira.

E ardente é a palavra que poderia melhor descrever o que houve naquela manhã / tarde de sábado, em um escaldante fevereiro. Após um pré atendimento de primeira, com direito a troca de muitas provocações 😈, o dia marcado chega nublado, sem graça e modorrento. Me dirijo ao local do crime avisando a Gio que eu estava a caminho. Ela confirma que está tudo ok, peco o uber para ela e ao chegar informo o número da suíte. Alguns minutos depois, a torre de comando pede permissão para o pouso. Abro a porta e a Deusa Branca aterriza belíssima à minha frente, com um alto astral contagiante. Um avião em plena potência, desafiando minhas parcas habilidades para pilotar tal máquina.

Um detalhe logo me chama a atenção. A Karen já havia me antecipado, mas a beleza dos seus olhos verdes me deixou extasiado. E mais do que a beleza, a forca de uma expressão singular, firme, como a de uma loba que estava ali preparada para me devorar.



Sem muita delonga, começamos a nos beijar de forma intensa, como se nos conhecêssemos há bastante tempo. Bateu a famosa e tão falada “química”. Minha boba mão esquerda já se coloca sobre seu peito direito, sentindo o volume firme sobre o sutiã. A outra mão, mais boba ainda, se posiciona sobre o seu bumbum redondo e perfeito, muito gostoso de apertar. Ela me puxa para si segurando a minha nuca e ao mesmo tempo agarra o pequerrucho já tenso por sobre a calça. Sinto sua língua no meu pescoço e uma corrente elétrica atravessa a minha espinha. Uma breve pausa para o descarte das roupas e ela se deita na cama me chamando para o enrosco. Prontamente me aninho ao seu lado e sou atraído pelos seus alvos seios. Deslizo a boca por toda a área em torno dos mamilos e os vejo ficando bicudos e deliciosos de sugar. Ao mesmo tempo meus dedos se divertem com a sua grutinha macia e já melada, extraindo suspiros melodiosos da sua boca. Em um dado momento ela afasta a minha mão e começa ela mesmo a se tocar. Continuo saboreando os seus seios e agora acariciando o interior da sua coxa. Em poucos segundos ela se contorce e emite um gemido mais profundo. Me afasto um pouco e aprecio a cena, uma gatinha branca de olhos verdes ronronando para mim.



Vou buscar água para nossa hidratação, mas ao voltar, e antes de beber qualquer coisa, ela inicia um oral absurdo de tão bom, comigo ainda de pé. Poucas vezes vi uma volúpia daquelas. Se ela não gosta muuuuuito da arte da felação e estava ali representando, merece um Globo de Ouro de melhor atriz. Seguro com carinho o seu rosto com as mãos e início um movimento suave que me faz sentir todas as delícias que aquela boca carnuda pode proporcionar. Minhas pernas começam a bambear e, sem interromper a dança, sento-me na cabeceira da cama sem tirar as mãos daquela pintura. O baile continua, mas desta vez sendo também agraciado com a visão pelo espelho daquele merveilleux derrière. Talvez prevendo o estouro antecipado do champagne, Giovana se ergue, encapa o menino e inicia a cavalgada me olhando fixamente, uma tigresa preparando o bote fatal.



Nessa hora, considerei o pompoarismo que ela aplicava como uma covardia. Sinto o apocalipse se aproximando mais rápido do que eu gostaria e me deixo levar pelas trombetas que anunciam um gozo avassalador. E com requintes de crueldade, ainda montada em cima de mim, ela continuava apertando o meu combalido amigo, como quem espreme uma fruta até obter a última gota de sumo.

Completamente exaurido, proponho um banho a dois. Porém, aquela suíte tão espaçosa tinha um box diminuto. Deixo então ela se banhar primeiro enquanto entabulamos uma gostosa conversa. Fico languidamente apreciando ela ensaboar o corpo, já imaginando os próximos passos que iria percorrer naquelas curvas sinuosas.

Após a minha ducha, voltamos para a cama, mas desta vez imobilizo a fera colocando-a de bruços e dando início a uma sonata, fazendo do seu dorso uma harpa. Cubro o seu corpo com o meu e começo a deslizar bem devagar, até chegar nas formosas polpas de marfim. Depois de muitos beijos e mordidas naquelas delícias, fico sedento pelo seu mel e viro Giovana de frente para mim. Uma belíssima paisagem se revela e deixo a língua vagar livremente por todo aquele oásis. A expressão em seu rosto revela a alma de uma fêmea que realmente gosta de ser chupada. Justamente neste momento, o ambiente é tomado por um blues que contava a saga de um homem que vendera a alma ao diabo para ser um virtuose na guitarra e assim conseguir fama e fortuna. Penso em vender a minha naquela hora para obter o dom de fazê-la gozar. Mas graças aos céus não foi necessário. Logo uma torrente com sabor de tâmaras maduras inunda a minha boca ao mesmo tempo em que sinto minha cabeça ser quase esmagada pelo apertar de suas pernas.

Quando sou libertado deste doce cárcere, vejo novamente aquela gatinha mansa surgir e passo um tempo acariciando a sua barriga lisinha. Mas não demora muito e a felina dos olhos verdes retorna ao palco querendo mais. Com ela ainda de costas na beira da cama, ergo suas pernas segurando-as pela parte de trás dos joelhos e desta vez a penetração é mais profunda. Como bom soca fofo que sou, inicio o movimento de forma bem suave. Mas logo Giovana me puxa pelo quadril pedindo um ritmo mais forte. Inclino mais o corpo, apoio um dos pés no chão e acelero as estocadas. Sinto as pelotas batendo no seu períneo e a temperatura sobe. A porra do ar-condicionado não dava vazão e eu começo a derreter 🥵. A posição estava boa demais, mas infelizmente não dava para manter. Migro para um side by side com ela de costas para mim e sou finalizado mais uma vez assim, com um dos seus seios em minha mão e dando um cheiro gostoso na sua nuca.



Pedimos o almoço e enquanto aguardávamos fomos relaxar um pouco na piscina. A esfregação dos corpos nus, imersos na água morna, causa uma das melhores sensações que um ser humano pode experimentar. E a vibe da Gio propicia nesta hora brincadeiras sacanas muuuuito divertidas.

Toca a campainha e fomos para a mesa a fim de alimentar o corpo. Durante a refeição mais uma boa prosa, reveladora de outras qualidades de La Branca. O seu jeito sincero e aberto de ser me cativa e vislumbro ali a menina que ainda habita aquela mulher determinada e de fibra.

Bem alimentados e com nova disposição, voltamos para o quarto para mais uma sessão de beijos. O beijo da Giovana é um caso à parte. Ela realmente sabe também encarnar o tal do estilo namoradinha. Me senti quase um adolescente de novo (e olha que isso já faz bastante teeeempo 🤣🤣🤣). Busco novamente os seus seios sensíveis usando os bicos rijos como faróis e acredito ouví-la dizer algo como “isso, assim mesmo…”. Depois de um certo tempo, ela empurra minha cabeça para baixo e volto a degustar as maravilhas daquele pomar. Penso em terminar o enrosco por ali, saboreando a sobremesa daquele farto banquete, pois dificilmente o soldadinho voltaria a bater continência. Ledo e agradável engano. Assim que termino a minha degustação, ela realiza um milagre, um verdadeiro fellatio resuscitatorius e o combatente volta a batalha.

A lascívia se apodera de mim e eu a coloco de quatro na poltrona que havia ao lado do espelho. Por alguns momentos pensei em apenas apreciar aquela belíssima visão. Porém, meu companheiro em riste não pensa duas vezes e começa o avanço da tropa de um homem só. Mais uma vez inicio em um embalo lento e novamente Giovana pede para acelerar o ritmo. Eu a maltrato um pouco, demorando a acatar seu pedido. Mas então ela começa um rebolado alucinante e mesmo sem querer sou levado a seguir o fluxo. Seguro os seus cabelos negros com decisão, lanço palmadas nas ancas em movimento e alcanço os píncaros da glória urrando em alto e bom som.

Totalmente destruído, deixo o meu corpo cair sobre o dela e quase derrubo eu, ela, a poltrona, tudo junto no chão do quarto. Felizmente logro evitar o desastre, tirando forças não sei de onde, e ainda consigo pousá-la na cama suavemente. Desabo ao seu lado e aguardo a respiração voltar ao normal. Pouco depois, ainda zonzo, sinto ela beijar meu mamilo direito e a vejo levantar em direção ao chuveiro. O som da água caindo me embala em um meio sono leve, quase flutuante. Ela retorna, ainda nua, me ajuda a levantar e percebendo a minha total desorientação, aponta o caminho do banheiro.

Voltando da última ducha, encontro Giovana assim, de joelhos na cama me perguntando se eu queria continuar.



A mulher é insaciável 😂.

Mas como já dizia Galileu, malandro que é malandro não bobéia. Querer é uma coisa, poder é outra completamente diferente. Sem sinal de força alguma no corpo e com dor no coração, peço a conta à recepcionista e um uber para o retorno da diva ao seu camarim. Ela se despede de mim com um abraço bem apertado, um beijo nada furtivo e sussurra no meu ouvido com a voz rouca: “Quero te ver de novo, seu safado filho da piiiiiiiiiiii”.

Eu também Gio, eu também...