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MARCELA LEAL
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MAYA GUEIXA
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
MARCELA LEAL
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
- Papi (ela não me chama assim, é sempre pelo meu nome verdadeiro), amor
- Amor dos outros
- Sua musa vai poder amanhã
- Vc pode?
Não era a primeira vez que estaríamos em trio. Quando acontece, pelo menos pra mim, além de ser muito prazeroso é divertido e a gente ri bastante. Um dia Marcela definiu dizendo que o encontro anterior foi terapêutico pra ela. Mas no dia que Marcela me sugeriu eu tive um imprevisto então não pude ir pra terapia.
Passada alguns dias Maya tinha falado pra Marcela marcar logo porque depois não poderia. Então marcamos pra uma quarta-feira, um feriado. Marcela já havia me mandado mensagem na véspera e no dia confirmando. Mas tinha pedido pra chegar mais cedo pois ela teria um compromisso. Chegando próximo ao horário do encontro, Marcela me manda uma mensagem dizendo que iria pra um atendimento e que eu já poderia ir para seu apartamento e chegar mais cedo. Pois encerraria depois do meu atendimento e assim eu fiz. A rua deserta (no Rio e em Niterói), fez com que eu não demorasse nada pra chegar.
Chegando em seu apartamento, Marcela me da um abraço apertado (ela sempre me recebe como um grande amigo). Éuma anfitriã de primeira qualidade, qualquer dia me recebe com queijos e vinhos. Seu curto vestido vermelho e o fato de estar sem calcinha deixava seu penteado na régua à mostra. Quando cheguei, Maya ainda não havia chegado. Então eu e Marcela botamos o papo em dia com direito a muitas risadas. Marcela é certamente uma das pessoas que eu me dou melhor dentro do Arena. Passado alguns minutos Maya chega com um vestido longo. Trocamos uma ideia inicial (os três juntos) e Marcela vai ao banheiro ou pegar água, não sei. Só sei que foi o tempo suficiente pra Maya mandar um balaço de língua na minha boca, nesse momento que estivemos a sós naquele quarto. Devoramos um ao outro e Marcela volta brincando que estava de vela. Então Maya toma banho e vai pro outro quarto pra se trocar - tinha tempo que eu não a via de langerie (era sempre com roupa de civil ou pelada ). Enquanto ela se troca eu e Marcela ficávamos na porta do quarto batendo mais papo. Termina de vestir sua langerie preta e vamos os três pro quarto da Marcela.
Sentados na cama, Marcela vem me beijar, Maya fica de fora olhando. Então Marcela para e fala:
- Vem que o boy é seu, não meu.
Maya vem e damos um beijo triplo. Logo menos Marcela começa um boquete alucinante. Ela domina essa arte. Nunca perguntei o que Marcela mais gosta no sexo, mas se fosse pra apostar, eu jogaria minhas fichas em chupar pau. Sabe aquela história de “trabalhe com o que você ama e nunca terá que trabalhar na vida?”. Ela se dedica de fato e pelo que observo ela procura curtir ao máximo o encontro. Aplica uma mamada molhada, pressão ideal, com uma mão e boca na piroca e a outra mão apertando minha coxa. Eu e Maya não parávamos de nos beijar. Para falar a verdade era beijo, encarada e conversa: nos beijávamos, nos olhávamos e trocávamos algumas palavras baixinho com as bocas encostadas uma na outra (acho que era tão baixo que nem Marcela ouviu), o teor dessas palavras que trocamos baixinho não eram nem em tom de sacanagens. Maya me beijando, sussurrando baixinho e Marcela me chupando eu tive que pensar em fratura exposta pra não gozar rápido.
- Como vocês beijam, né?!
Diz Marcela.
Daí trocaram de posição e Maya foi me chupar. Com Marcela me beijando. As vezes dividiam meu pau com a boca, as vezes era uma chupando meu pau, outra chupando o saco. Uma hora Marcela me deu um longo beijo e depois falou para chupar a Maya. Aceitei a sugestão e comecei a chupar aquela buceta deliciosa que tantas vezes já esteve na minha boca. Maya começa a se contorcer depois de alguns minutos, fechava o olho e me chamava de filho da puta. Enquanto eu chupava a Maya, Marcela, deitada ao lado ficava nos olhando, se masturbando. Então comecei a ajudá-la, fazendo o serviço que ela estava realizando. Depois de deliciosos minutos, Maya começa a ter espasmos musculares e a tremer a barriga. Uma é loira e a outra é morena, uma tem um grelão e a outra um pequenininho. Marcela brinca falando pra gente vê se o grelinho da Maya tinha “saído” e atestamos que sim.
Então começo a beijar a vulva da Marcela. buceta grande, com o grelo apontado pra mim. Enquanto minha boca estava ocupada, com a mão direita eu alisava suavemente a coxa da Marcela e a Maya segurava e apertava forte a minha mão esquerda. Elas começam a conversar sobre a minha chupada como se eu não estivesse ali, vou escutando calado (minha boca estava ocupada). Então Marcela começa a fechar o olho com mais força e direciona minha cabeça só um pouquinho mais pro lado. Foi o suficiente pra ligar o dejuntor daquela cavala. Marcela entra em transe, deixando minha barba babada e com um gostinho de mel. Enquanto chupava Marcela, eu também masturbei a Maya. E depois que Marcela tinha gozado, voltei a atenção dos meus dedos pra Gueixa. Marcela diz que Maya tinha gozado mesmo porque a buceta dela “tava fazendo barulho”. Então ficamos quieto, Marcela pede para que eu mexa na gueixinha e realmente ela fez um barulhinho. Rimos muito e combinamos que eu começaria comendo a Marcela.
Camisinha posta, fui tentar comer Marcela duas vezes, mas nas duas tentativas Maya falou fez alguma piada que nos fez perder a concentração. Então Marcela começou a brincar dizendo que ela já tinha gozado e tava satisfeita, que ia embora pra deixar a gente lá. Ela já havia avisado que teria que sair mais cedo naquele dia. Nem eu nem Maya nos opusemos, então Marcela começou a se organizar pra sair, deixando eu e Maya a sós no quarto. Marcela ainda estava no apartamento, brincava que estava nos escutando e nos avisa que tá saindo. Maya a leva até a saída, ficando a sós comigo no apartamento e volta diferente.
Ela que tinha feito algumas palhaçadas, agora está mais manhosa, dengosa e carinhosa. Deita no meu peito, me per viu tá como eu estou, que sabe de algumas coisas que rolaram. Tentamos trocar uma ideia, falar das novidades, mas pelados e na horizontal, em menos de dois minutos estávamos nos atracando. Maya me dá uma sequência de beijos intermináveis, morde, aperta e eu correspondo aos seus toques. Depois ficamos de lado, um de frente pro outro, nos encarando - aqueles grandes olhos me olhando de perto, falando suavemente, eu começo a passar a mão na sua bunda e coxa, me mostra que está arrepiada. Abre a mão e passa a palma dela na minha barba, bate uma punheta enquanto me beija, passa a boca no meu pescoço… O clima foi esquentando. Quando dou por mim, Maya já está de perna aberta, com minha boca no seu grelo novamente. Depois disso teve:
- Papai e mamãe regado a beijos molhados, trocas de carinhos, com ela puxando cada vez mais meu tronco contra o dela. Me mordeu, beijou, arranhou (ela não sabe, mas sai com algumas marcas desse dia - o que tá tudo bem);
- Cavalgadas (por vezes vorazes e outras mais calmas, porém intensas);
- De quatro, com ela pedindo para que eu apertasse forte sua cintura e puxasse seu cabelo. Depois no banho vimos que ficaram algumas marcas também;
- Boquete babado me encarando;
- Gozadas fartas,
- É muito (mas MUITO mesmo) beijo na boca.
Tomamos nosso banho e começamos a nos arrumar pra ir embora. As vezes eu roubava um beijo dela, as vezes ela roubava de mim. As vezes eu passava a mão nela e as vezes ela passava em mim. Maya já disse que a gente não tem muita maturidade pra beijar na boca e é verdade. Quando ela me beija automaticamente já me dá vontade de tirar a camisa. A o egação seguiu até realmente termos força para sairmos dos aposentos “Leais”.
Ao todo eu tenho 5 relatos com a Maya, mas já estivemos juntos (muito) mais de 50 vezes. Então eu sempre fico na dúvida do que colocar nos relatos, não sei se trago muitas novidades, mas aqui está!
