BEIJO
SIM - NãO GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Tem Na Magalu janeiro, 2025
só não tem mousse de chocolate da kopenhagem
Toda vez que vou no Largo do Machado era a mesma coisa. Bebia um pouco, e terminava a tarde beijando alguma garota. O roteiro se repetia sempre igual: dizia que tinha sido a bebida, que havia feito só por curtição seja lá o que isso significasse... Até que numa certa tarde, antes mesmo que começasse a beber, vi a MaLu no outro lado da mesa. Assim que nossos olhares se encontram ficou evidente que algo estava começando.
Começamos a conversar com a conhecida facilidade (que todas as mulheres têm de se tornarem melhores amigas de totais estranhas) . Acabamos passando esse momento juntos, se divertindo, gritando ao pé do ouvido a cada acerto da playlist de musica..
Percebi que não queria que aquele momento acabasse. Decidimos ir no Barão do Flamengo hotel próximo a esquina . O problema é que isso nos fez ganhar somente alguns minutos extras juntos. Optamos por ir caminhando até o hotel em vez de chamar um Uber. então verbalizei aquilo que estava me segurando para perguntar: “E se a gente fosse pro hotel juntos?”. A resposta positiva veio acompanhada por um gesto que dessem as mãos e lançasse uma proposta: “vamos sim meu anjo ”.
Tirar esse desejo do campo das ideias e torná-lo algo possível me proximou. Flertaramos o trajeto todo de um jeito que poderia ser confundido com pura demonstração de carinho, não fosse a obviedade da tensão sexual.
Ao chegarmos, ela pediu para tomar uma garrafa de agua sem gás. “bebi comigo”, propôs quando ligou pra recepção . .
Foi na cama que trocamos o primeiro beijo do dia. Diferentemente do que acontecia com outras garotas, aquele beijo não era apressado, nem seguido de risos forçados. Era devagar, eletrizante, leve, profundo e de se sentir pelo corpo inteiro.
já tinha feito isso antes. Ou pelo menos esse era o pensamento que não deixava de ocorrer. A forma como ela sabia fazer os corpos se encaixarem, entrelaçar as mãos e roçar as pernas de modo a estimular impressionante.
E assim, eu que achava gostar de um único padrão, deixei me levar. Senti a pele ser alisada sem pressa, aproveitei a forma como ela usava a ponta dos dedos para percorrer os ombros e pescoço e me empolguei ao levar as mãos da minha nova amiga para que me masturbasse. Durante todo tempo, a gente se olhava fixamente. Usavamos isso não só como forma de descobrir se estavam acertando o caminho rumo ao gozo, mas porque era excitante ver o que provocavamos um no outro.
Decidiramos terminar as preliminares e seguir com o sexo. Queriamos e desejavamos estar confortáveis, entregues, abertos à degustação. Deitamos com as cabeças opostas e iniciaramos um 69 que merecia ser fotografado de tão poético o encaixe de corpos.
Com pernas abertas e encostados de lado na cama, beijei a xoxota, toquei clitóris e usei os dedos para carícias superficiais e instigantes. Ela teve medo de não conseguir gozar ? Por sorte, foi corajosa o bastante para expressar isso em vez de soltar gemidos fingidos. Ela propôs: “mas deixa eu te mostrar o que sempre faz com que EU tenha orgasmo”.
Seguindo as instruções de dela, ela se deitou de barriga para baixo com as mãos em sua xoxta eu me posicionei sobre ela e a abracei por trás, encontrando com meu caralho na xoxota dela , ela de 4. Juntos nos movimentavamos , ora do jeito que ela guiava, ora seguindo o ritmo meu ritmo. Sem a pressão de que precisaria atingir o clímax, ela ali de 4 , com os olhos fechados e sentindo o peso do meu corpo protegendo-a, ela gozou ali mesmo , acredito, A gente ainda experimentou outras posições e novas formas de carícia sem o compromisso de ter ou não orgasmo, mas movidos pelo desejo de conhecer tanto aquele novo corpo quanto a dona que o habitava.
Nada mau para uma tarde no Largo do Machado, até pensei que fosse algo que existisse de fato.