28 de Janeiro de 2025 às 19:00
MARCELA LEAL
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Calor do cacete no Rio de Janeiro. Cheguei no Centro e mandei uma mensagem pra Marcela. Trocamos uma ideia pelo WhatsApp e subo.

A chegada é sempre a mesma: sorrisos largos, gentileza, educação, bom papo e divertido. Não sei como Marcela me definiria, mas eu a considero como uma amiga. Estávamos sozinhos em seu apartamento. Me dá um beijo no rosto, um abraço e pergunta se quero tomar um banho. Tomo uma ducha e enquanto isso ela fica na porta do banheiro, trocando ideia comigo. O papo foi sobre vida, trabalho, dicas sobre lavar roupa (é sério), passarinho (pra variar) e Jiu-Jitsu (vocês vão entender o porque isso foi mencionado mais pra frente).

Saio do banho e vamos pro quarto, Marcela me dá um beijo e fala pra eu deitar. Me dá mais um beijo de língua. A boca dela é macia, ela beija com calma, enquanto isso eu faço um carinho suave na sua bunda e coxa. Vai descendo e abocanha meu pau ainda meio mole. Olho pro lado e vejo o espelho, a cena era ela de quatro enquanto meu pau ficava cada vez mais enrijecido. Marcela tem uma vontade indescritível pra mamar um piru. Ela passa a língua, chupa, bate punheta enquanto chupa e fica me encarando. Aperto forte sua bunda e meu olhar se divide entre o espelho com Marcela de quatro e ela com a boca no meu caralho. Mais alguns minutos e o soldado perderia a batalha. Mas eis que ela me salva (não seria a última vez que ela teria me salvado naquele dia):

- Me chupa um pouco?

Jogo minha boca na buceta dela. Ela tem um moicano de personalidade (acho foda, gosto de verdade). Enquanto chupo, altero a velocidade, os movimentos e suavemente faço carinho nas suas coxas. Ela vai ficando cada vez mais quietinha. Eu lembro que pensava “será que ela tá gostando?”. Ela foi fazendo um carinho bem de leve na minha cabeça e segui assim. Até que ela se manifesta:

- Se continuar assim eu gozo!

Continuei. Até relaxamento completo daquela cavala. Enquanto ela terminava de gozar, segui fazendo alguns carinhos, Marcela se entregava cada vez mais a eles. Até esticar as duas pernas pra frente e cruzá-las fortemente na minha nuca.

- Você não treina Jiu-Jitsu? Te imobilizei hahaha.
- Assim você não me imobiliza não hahaha.

E ela brinca:

- Vou te matar assim, Papi (me chamou pelo meu nome verdadeiro).

Eu pensei que Deus gostava de mim, mas talvez não o suficiente pra me levar afogado por uma buceta daquelas (será que sou merecedor?). Fiquei vivo e pedi pra ela virar de bruços. Marcela atende minha solicitação, vira e brinca:

- Serviço completo? Gostei!

Já abrindo as pernas. Com ela de costas pra mim, damos um beijo de língua e vou descendo, percorrendo seu corpo como uma estrada, até chegar em dois quebra-molas enormes: seus glúteos. Mordi, passei a língua e abri suas bandas, degustei aquele cu com gosto. Marcela começou a gemer, rebolar. Mas ela não faz anal! Ficamos nessa sacanagem alguns minutos, foi bom pra caralho!

- Você está inspirado hoje. Puta que pariu!

Começa a me chupar novamente. A mamada dela é de outro mundo! Se eu estivesse na época do vestibular e numa prova tivesse a pergunta “qual a relação entre tempera e pressão” eu responderia “o boquete da Marcela”.

Ela pega o preservativo, coloca no meu caralho e vem apontando a buceta pra ele.



Senta sem cerimônia, de frente pra mim. Dá algumas quicadas e me beija gostoso, com a língua bem dentro da minha boca. Ela é desbocada, mas nesse dia não tava xingando tando, eu tampouco. Então ela foi sentando mais forte, cada vez mais sentia a buceta dela esmagando meu caralho. Apertei os seus peitos e depois deu quadril. A gente se olhava sem se falar nesse momento. Eu sempre sou verdadeiro nos meus relatos e sempre serei: não foi uma penetração longa, demorada, eu não meti pra caralho nela. Marcela sentou até que eu gozasse no equipamento de EPI (popularmente chamado de camisinha).



- Foi a primeira vez que você gozou me comendo, né?

E foi mesmo!

O tempo já estava se esgotando. Mas ainda batemos um papo sobre nossos assuntos em comum, vida, preocupações e muito mais. Marcela é objetiva, mas não vai forçar sua rápida saída, ficar no celular ou algo do tipo. Sei que ela lê todos os seus relatos e quero que ela saiba o quanto eu acho ela foda como “PJ” e “PF”. Comunicativa, carismática e engraçada, são adjetivos que definem a Marcela. Os encontros podem ser de pura quebradeira ou leves, regados a piadas. RECOMENDADÍSSIMA!

Ao final do encontro, enquanto eu me recuperava e batia um papo com ela, sua companheira de apartamento começa a mexer nas chaves e abre a porta e nos pergunta:

- Já gozaram?

Marcela terminou o atendimento respondendo e demonstrando seu bom humor:

- Já! E a fiel vai perder pra amante!

Marcela pega minhas roupas, sapatos e rindo leva para o quarto ao lado…