31 de Janeiro de 2025 às 09:00
MARIA LUIZA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Cada louco com sua mania

Não descobri até hoje porque, mas fato é que tenho um tesão gigantesco, bem acima do usual, quando Malu veste um determinado pijaminha curto. Perco toda a sobriedade, me descontrolo, queimo etapas.

Após sua ducha, cheia de más intenções, foi exatamente o que fez. Levou o tal pijaminha na bolsa, e o vestiu. A essa altura Malu havia bebido somente uma mini dose de uísque com Redbull e gelo de coco. Inevitável! Por conta de seu golpe baixo com a minha libido, a conversa que até então mantínhamos civilizadamente cedeu lugar a uma interminável e deliciosa sessão de carinhos desencadeada pelo pequeno, singelo e perigosíssimo pijaminha.

Abraço com força a Sereia de frente, de lado, de costas. Me esfrego e ela rebola discretamente. Trocamos cheiradas, olhares, palavras, beijos, carinhos. Nossas mãos se encontram e se desencontram. É um namoro sem pressa, sem afobação. Acaricio seus cabelos, beijo sua testa, olhos, mãos. Um namoro maduro, gostoso. Malu é perfeita nisso.

Aos poucos, as últimas roupas que ainda restavam vão caindo e ficamos nus, ainda em pé. A sarração continua. A essa altura, as respirações já estão em ritmo de cárdio, e acabamos nos rendendo à gravidade ... caminha.

Deitados lado a lado, agora já com a mão na coisa e as coisas na mão, nos estimulamos mutuamente. De minha parte resolvo ser detalhista como um clinico geral das antigas, que na consulta nos apalpava do alto da cabeça à pontinha dos pés. Foi a extensão de Sereia que percorri, sempre me detendo nos pontos de maior sensibilidade.

O desenrolar não podia vir a ser outro. Malu de bruços, e eu sobre ela, esfregando meu corpo no seu, após tê-la besuntado com óleo de coco por completo. O sarro foi tamanho que estive a ponto de gozar.

Aqui, pausa para uma recordação. Nossa cena acima me lembrou um episódio ocorrido comigo aos 16 anos de idade, no banco de trás do carro que eu havia roubado do meu pai (em Petrópolis) para sair com uma namorada. Maria Lucia (seu nome) deitada, com uma calça de lycra (na época era comum); eu com o pau para fora sarrando ela com o furor da idade e beijando sua boca sem parar. Nesse episódio, para desespero de Maria Lucia, só na sarração, gozei horrores, inutilizando totalmente sua calça. Ela morava com seu pai e irmãos perto do local aonde estávamos, e teria de voltar para casa imediatamente, mesmo sem ter condições de disfarçar a melança. Não tive feed-back. Só soube, mais tarde, que seus irmãos queriam me matar. Fiquei mais de dez anos sem ir a Petrópolis.

Voltando ao objeto do relato, esse não foi o caso com Malu. A idade não me permitiu chegar aos finalmentes, apesar da libido estar a mil e eu suando em bicas. A Sereia percebe que estou extenuado, e, movida por péssimas intenções me dá um “descanso” sentando sobre meu rosto. Automaticamente começo a fazer o que, nessa circunstância, devia fazer. Malu apoia suas mãos na parede e se movimenta bastante para me ajudar na execução da missão dada.

Acho que o lado dominatrix da Sereia começou a se manifestar claramente nesse encontro, pois de repente , sem quaisquer palavras, ela desmonta, olha fundo nos meus olhos, séria, e me posiciona com autoridade para comê-la de quatro. E lá estou eu (me sentindo homem objeto) comendo Malu de quatro. Como a iniciativa foi dela, depois do pau atochado, resolvi ficar parado, deixando a responsa da movimentação inteiramente por conta dela. Malu não teve dúvida, assumiu o controle. Somente perto do clímax comecei também a me movimentar. Me amarrei na novidade. Pausa para trégua.

Discordamos em algumas poucas coisas. Sei que não é sua posição preferida, mas adoro comer Malu de franguinho. E foi assim que recomeçamos após aquela pausa..

Daí para frente, ainda voltamos a experimentar um pouco de tudo, com um grand finale apoteótico, como adoro. Uma vez mais gozamos juntos, na maior harmonia e intensidade. Em seguida, entrelaçados de lado, e em sentidos opostos, cada um de nós acariciando uma perna do outro, ficamos por algum tempo curtindo a descarga de hormônios desencadeada pelos prazeres que novamente tivemos juntos.

Obrigado Malu. Uma vez mais, me proporcionando tanto.