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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Manu Leclerc
E lá foi Holmes buscar uma vez mais Manu em sua casa, dando uma de Uber. A flor de mandacaru estava, como sempre, com um vestido longo, desta vez de motivos florais, que se ajustava perfeitamente à sua silhueta, revelando sua bundinha empinada (sem lordose).
Ao entrar no carro, percebi que Manu tinha um ar mais sério do que o usual. “Fiz um procedimento dos lábios, para dar mais cor a eles”, disse ela. Para mim, ficou logo evidente que o tal procedimento exigia um curto período de resguardo, pois, olhando mais atentamente, eles pareciam um pouquinho inflamados. Me entristeci, pois tinha planos extremamente torpes para abusar daquela boca; mas me conformei. Afinal, graças ao bom Deus o que não nos falta é imaginação.
Fomos para o Barão do Flamengo. Mal entramos na suíte, Manu já se desfaz de sua calcinha vermelha. Êta menina safada e objetiva! Nunca vi gostar tanto assim de sexo. Nem disfarça.
A fase de esquentar os tambores com ela é sempre muito rápida. Não dura mais de cinco minutos. Por qualquer coisa, Manu já está rebolando, pedindo rola, gemendo e toda molhada. Notem que ela é teatro zero. Transpira autenticidade (às vezes até demais). Fala tudo na lata.
A massagem que lhe fiz não passou desses cinco minutos. Como já declarei diversas vezes, sou fascinado por sua bundinha redondinha e dura, e nela concentro minha atenção, primeiro na massagem, depois sarrando com o pau. Para não correr riscos, visto a Skin, e quando menos espero lá estou eu comendo Manu de dorso (sua portinha dos fundos é trancada a sete chaves). E assim fico até estrebuchar. Caio desmaiado. Tudo muito rápido para mim, pois desde que havíamos entrado na suíte, não haviam se passado mais do que uns 20 minutos.
Aqui uma divagação. Raramente tenho encontros com duração inferior a duas horas. Minha preferência é por longo período dedicado a preliminares; também tenho predileção por curtir o gozo feminino. Pela idade, raramente finalizo mais de uma vez, muito embora possa ter fortes sensações de prazer antes.
Confesso que essa “experiência dos 20 minutos” com a Manu me instigou a tentar um desses “encontros pá-pum”, de 30 minutos, tão em voga nos períodos de crise. Quem sabe acabo aderindo?
Voltando ao encontro. Uma vez recuperado, começo a me dedicar a proporcionar prazer a Manu, inicialmente com as mãos, em seguida com um oral caprichado, posteriormente com a ajuda dos universitários (sugador), complementada (a pedidos) por movimentos manuais lentos de penetrações. Encharcada, o gozo de Manu finalmente chega. Como eu, raramente ela goza mais de uma vez.
No entanto essa missão me despertou a libido; meu pau começou a clamar por atenção. Manu, que adora a estética fálica, não se fez de rogada. Imediatamente se posiciona agachada ao meu lado, oferecendo aquela bundinha às minhas carícias e, simultaneamente me punhetando com competência (pressão, extensão e ritmo). Se esquecendo das condições de seus lábios, mamou a consequência do seu ato até a “paumolescência”. Me esgotou; em seguida, sem pressa, descartou.
Manu certamente vai passar nos concursos públicos que se inscreveu. Isso se concretizando, acho que se aposenta da putaria remunerada; mas, gostando como gosta de sexo, deve continuar trepando muito, pois é disso mesmo que ela gosta.
Quem se identifica com seu estilo franco, autêntico, muito educada, e que valoriza demais ser bem tratada, entre logo na fila.
