27 de fevereiro de 2025 às 16:16
RENATA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Hoje eu voltei no tempo.

Primeiro porque reencontrei Renata. Desde quando? Ela disse maio de 2024, eu tinha outra lembrança, talvez 2023. Mas eu já não confio na minha memória. O tempo anda rápido demais. Só sei que foi antes de criar o Rumi.

Não achei que ela se lembraria de mim. Talvez porque me acostumei com a Borboleta nunca lembrando, mesmo quando eu ia nela todo mês. Mas Renata lembrou.

Renata… uma das garotas mais bonitas que já vi. Natural, pequena, corpo no ponto. Sorrisinho de universitária que me joga direto pros tempos de faculdade. Tem um jeito de primeira namorada, algo doce, aberto, como se não estivesse ali só de corpo, mas também de alma.

Ela evitou meus beijos intensos. Deixei passar. Fui direto pro que importava: degustá-la.

E, senhores, que corpo.

Cheiroso, quente, vivo. Minha língua deslizando e ela se abrindo, gemendo baixo, mordendo os lábios. Fui ficando duro rápido. Rápido demais. Renata tem esse efeito. Ela me faz voltar no tempo, me sentir um garoto de novo.

Ela começou o oral. Não olhava nos meus olhos, mas no espelho eu a via. E isso bastava. A vontade de gozar veio, forte. Mas eu segurei. Tenho controle. Sempre tive. Se eu gozo, é porque eu quero, ou porque desisto de segurar. Ou pelo menos assim eu pensava.

Passei as mãos naquele corpo pequeno, perfeito, enquanto meu coração tamborilava. Sentia um tipo de prazer que não sentia há muito. Uma "fan fik", como dizia uma antiga mocinha de 20 anos que passou pela minha vida.

Então ela perguntou: "Quer colocar a camisinha?"

E eu permaneci no passado.

Ela veio por cima. Sentia meu tesão, se ajeitava, mordia os lábios. Eu respondia com o quadril, e ela revirava os olhos. Gemeu baixinho de dor quando fui fundo, e aquilo me deixou mais louco ainda.

Eu queria durar. Eu precisava durar.

Fomos de quatro. Paraíso. Minha mão deslizando por suas costas, puxando o cabelo de leve, sentindo cada movimento. Queria ficar ali pra sempre. Mas eu sabia que, se virasse de frente, não ia aguentar.

E então me desafiei.

Troquei de posição. Fui pra cima. Dessa vez, ela olhou nos meus olhos. Covarde.

Ali eu soube que estava fodido.

Meti fundo, segurando suas nádegas, e ela me recebeu inteira, gemendo baixinho, mordendo os lábios, o rostinho virando de leve, como se tentasse se segurar, mas não conseguisse. O cheiro dela, doce e quente, me atingia em cheio. Eu sentia o corpo dela se abrir, sentir, pedir mais.

Porque ela sabia. Talvez sem intenção, talvez sem perceber, mas sabia. Sabia o ritmo certo, o jeito certo. O jeito que me fazia perder.

Eu podia ter parado. Eu podia ter respirado fundo e segurado mais um pouco.

Mas foda-se.

Grudei no pescoço dela e gozei.

O cheiro dela, o calor, os gemidos mais perto… Não deu. Enterrei o rosto no pescoço dela e gozei.

Deitei, voltando de 2000 para 2025, sentindo cada um dos meus 40 anos. A realidade bateu na cara.

Conversamos um pouco. Ela, leve, tentando quebrar o gelo. Eu, fechado, preso no meio do extrovertido e do introvertido. Com ela, nunca sei me abrir. Eu gaguejo... Não sou assim! Não era eu!

Não sei se Renata vai ficar muito tempo por aqui. Mas eu preciso voltar pra esse DeLorean o quanto antes.

Saí satisfeito, de volta pras ruas quentes e caóticas do Centro do Rio...