15 de Março de 2025 às 12:49
ANITA MINEIRA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Mais um dia que o tesão me dominou. Eu deveria me controlar melhor. As coisas estão degringolando, e eu? Eu só observo a queda, com um cigarro entre os dedos e um copo vazio na outra mão.

Dessa vez foi Anita. Loira. Não sou de loiras, mas algumas me chamam atenção e outras... outras alugam um apartamento de frente pro mar dentro da minha cabeça, mas pra isso... Pra isso algumas coisas deveriam ser feitas. Anita estava na lista.

Marcação fácil, pelo Whats. Direta. Rápida. Sem rodeios. Como deve ser. Combinei para as três da tarde. Achei que voltaria às quatro, quatro e meia. Doce ilusão. Mas isso? Isso é história para outro relato.

Cheguei no Centro e fiz o que sempre faço. Um café, um cigarro, um gole de qualquer coisa forte se der tempo. Ela mandou a mensagem antes. Adiantada. Um ponto a favor. Subi.

Edifício Central. O prédio já me conhecia, os elevadores já tinham escutado meu silêncio e minha pressa. O quarto? Familiar. Já tinha estado ali antes, mas com outra mulher cujo nome não cabe nesse relato.

Anita abriu a porta. Corpo lindo. Olhar meio perdido. Mas solícita. Profissional. O tipo de mulher que sabe o jogo, que conhece o roteiro. Conversamos. Tentei quebrar o gelo dizendo que quase me estabacava no corredor porque estava escorregadio. Ela riu. Eu sempre tento uma piada, mesmo quando a alma pesa.

Tomei um banho rápido e partimos pro beijo. Chupação aqui, chupação ali. Ela ia pular a parte de receber o oral, não permiti. Isso não se negocia. Senti que ela estava curtindo, tremia um pouco. Se gozou? Não sei. Talvez. Não me iludo.

Partimos pro ato. Começamos comigo por cima, mas sem aquele papai e mamãe burocrático. Me mexi pra cá, pra lá, perna pra cá, pra lá. Normalmente, com camisinha, não sinto muito. Mas dessa vez estava sentindo. Não sei se era o dia ou a borracha.

A melhor parte foi quando pedi pra ela ficar de quatro. Não é minha posição preferida, mas com Anita... com Anita foi diferente. A bunda virada pra mim, pele quente, aquele ritmo bom... Eu estava sentindo tudo. Me empolguei. Fiz uma posição meio insana, tipo flexão. Só minhas mãos apoiavam na cama. Subia e descia, como se tivesse voltado pra academia, como se o prazer fosse um esporte olímpico.

Ela curtia. Mas eu? Eu não sou mais um garoto. O corpo reclamou. Depois de uns minutos, pedi pra ela vir por cima. Eu estava exausto. "Vou gozar logo", pensei. Ela quicava. E então eu fui.

Mas não terminou aí. Não. O destino tinha um último golpe. Uma câimbra monstra nas nádegas. Uma dor infernal. Me contorci feito um peixe jogado na areia. E Anita? Gargalhava. Eu também gargalhava, entre espasmos. Por alguns minutos, parecia que eu ia morrer ali, pelado, suado. Ela começou a ficar tensa, mas eu a suavizei. Logo ia passar.

A dor passou. Ganhei uma cerveja. "Não se acostume", ela disse. Anita estava mais leve agora. Mais solta. Foi legal conhecê-la.

Paguei. Rua.

Fui pro ZZ. A história continua no próximo TD.