23 de Março de 2025 às 12:22
MANU LECLERC
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Manu Leclerc, a nossa Belle de Jour

Belle de Jour ficou conhecida no Brasil por conta da composição e maravilhosa interpretação do pernambucano Alceu Valença, ícone do cancioneiro nordestino. Entretanto poucos sabem que Belle de Jour é o título de um filme dirigido por Luís Buñuel, com a belíssima Catherine Deneuve interpretando Séverine, uma jovem rica e bonita, porém infeliz. Ela ama seu marido (Jean Sorel), um médico, mas eles não são tão íntimos quanto ela deseja. Ela procura um discreto local, comandado pela Madame Anais (Geneviève Page), para realizar suas fantasias eróticas e conseguir o prazer que seu marido não consegue lhe dar. Lá trabalha à tarde no job, e à noite retoma a vida de casada. Filmaço !



Toda semelhança com nossa querida Manu é mera coincidência. Porém Manu gosta muito de rôla; é uma apreciadora da estética peniana, adora receber massagem e sexo oral, mas se realiza mesmo é com penetração. É uma personagem ... figuraça. Tenho fortes indícios de que deve se aposentar brevemente. Tem capital para isso. Inteligente e bem objetiva, sabe o que quer. Torço por ela.

Disfarçado de Uber fui novamente apanhá-la em casa, não muito distante da minha. Ela embarca no banco de trás do meu carro, e assim que nos distanciamos um pouco, pula para a frente e começa a desfiar um bando de novidades que há duas semanas guardava para me contar. Escuto com atenção; emito minhas opiniões, e ela escuta de volta. Já a algum tempo saí da categoria de cliente habitual, havendo sido promovido à honrosa categoria de confidente e conselheiro, sem prejuízo do tesão enorme que tenho nessa magrinha.

Ao chegarmos no cafofo, ela está ao celular, mas prontamente se desfaz dele pois informa que está com muito tesão e quer logo trepar. Como sempre, com um simples gesto se desfaz do vestido longo de motivos florais de muito bom gosto que trajava; sua calcinha vermelha vai junto. Já nua em pelo, se deita de bruços e clama por massagem. Sua bundinha continua redondinha e dura .... e eu hipnotizado por ela.



Peço para Manu escolher o tipo de massagem preferida, e seu desejo foi imediatamente providenciado. Como o tesão estava a mil, além do óleo de coco em todo seu corpo, já fui despejando também KY de silicone na região do agrião, incorporando-a desde o início ao conjunto de áreas contempladas pela massagem. Iniciada a esfregação, assim que deu para sentir que o grelo dela já estava bem durinho, passei a me concentrar principalmente na ppka e suas adjacências.

Manu a essa altura já está com a boca seca, se mexe para todos os lados, empina a bunda, dá uns gemidinhos ...... sinais concretos de que já está quase passando da hora de montá-la. Dito e feito: skin na criança, e ripa na xulepa. Manu sorri no ato e anuncia: “mete logo porque acho que vou gozar rapidinho”. Fato inédito: não se passam uns dois minutos, lá está Manu gozando. Eu, que já estava de jejum haviam quatro dias, acabei indo junto. Definitivamente, esse é meu ponto fraco: não posso ver mulher gozar!

Desde nos conhecemos percebi que Manu raramente goza mais de uma vez por encontro. Mas, considerando seu grau de tesão nessa sexta-feira, após um intervalo de restabelecimento ensaiei um recomeço, de inicio com beijos e carícias por todo seu corpo. Tendo recebido sinais encorajadores, continuei. Constatei também uma novidade: Manu estava respondendo excepcionalmente à mamada em seus peitinhos ..... gemia, se contorcia, afagava minha cabeça e a empurrava para mamar mais. Então falou baixinho: “nunca tive tanto tesão nos seios”.

Não perdi a oportunidade, continuei me dedicando às peitcholas reforçando a investida com um pequeno sugador atochado no clitóris, este, novamente, duro como pedra. Não demorou muito Manu caiu nocauteada, sem condições de receber mais qualquer tipo de toque que fosse. Parecia eletrificada. E assim permaneceu por um longo tempo.

De minha parte fiquei esperando seu restabelecimento. Queria ser finalizado com o que considero um dos pontos altos na performance de Manu: ela trata um pau de forma única, com respeito e franca admiração, com as mãos, com o olhar, com a boca e língua, sem pressa, com ritmo e pressão de quem realmente está apreciando cada demonstração minha de prazer. Tento prolongar um pouco mais o tempo antes de ser nocauteado, mas a dedicação e competência de Manu nessa circunstância suplanta toda a minha resistência, e acabo me entregando, escandalosamente, estrebuchando em alto estilo.

Repito: tenho sérias indicações de que Manu vai purpurinar. Queira Alah que não. Sentiria muito sua falta, de nossas conversas, brincadeiras, trepadas .... e, por último mas não menos importante, daquela bundinha durinha, infelizmente até hoje interditada. : (


Nota: após termos matado um Yakissoba, o “Uber fake” a conduziu de volta à sua casa